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Guia do concurso · Juiz federal no TRF3

Concurso TRF3: o caminho até a toga na 3ª Região

No TRF3, concurso quer dizer duas coisas diferentes, e elas não se misturam. Um é o concurso de Juiz Federal Substituto, a magistratura da 3ª Região: exige bacharelado em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM. O outro é o concurso de servidor, para Analista e Técnico Judiciário, outra exigência de escolaridade, outra arquitetura de fases, outra carreira.

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estados sob a 3ª Região, São Paulo e Mato Grosso do Sul, a fronteira que não muda de edital para edital
fachada de tribunal regional federal, a imagem de abertura do guia que a gente escreveu sobre o concurso de juiz federal da 3ª Região

É por isso que as etapas e os salários que você viu por aí não batem. Quase sempre são certames diferentes com o mesmo apelido.

E a diferença não é de grau. O certame de servidor se resolve num dia; o de juiz é uma escada de fases sucessivas, com prova oral no fim.

Esta página segue o caminho da magistratura: o que a Justiça Federal de São Paulo e do Mato Grosso do Sul julga, quem pode prestar, as fases na ordem, como é a prova oral, o que o tribunal costuma cobrar e onde o aprovado é lotado.

A gente carrega aqui o que se repete em toda edição. Data de inscrição, número de vagas, banca contratada e valor de subsídio saem do edital do próprio tribunal, e a gente diz isso em voz alta.

Quais estados o TRF3 abrange?

A 3ª Região da Justiça Federal é formada por dois estados: São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Quem descreve o mapa é Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris, enumerando as regiões uma a uma numa aula aberta de fevereiro de 2021:

Segunda região, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Terceira região, São Paulo, Mato Grosso do Sul. Quarta região, é o sul do país, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. — Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris

Isso não é detalhe de mapa. É decisão de vida.

Quem passa no concurso de Juiz Federal Substituto entra para essa região e é juiz dela. As varas federais se distribuem por subseções judiciárias espalhadas pelo interior paulista e pelo Mato Grosso do Sul, e é entre elas que o aprovado escolhe, por ordem de classificação.

A 3ª Região junta a praça financeira de São Paulo e uma faixa de fronteira internacional sob o mesmo tribunal. São duas realidades de acervo diferentes.

Fronteira territorial de tribunal não muda de edital para edital. É uma das poucas informações desta página que você pode tratar como estável.

O que a Justiça Federal daqui julga?

A competência da Justiça Federal se define pela pessoa que está no processo, não pela matéria.

Aos juízes federais compete processar e julgar causas em que a União, uma autarquia federal ou uma empresa pública federal forem interessadas na condição de autora, ré. Eu estou aqui lhe dizendo os elementos de conexão que atraem a competência da Justiça Federal. — Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris

Os elementos de conexão que puxam um processo para a vara federal são estes:

  • União no polo ativo ou passivo da causa
  • Autarquia federal, o INSS é a que mais litiga
  • Empresa pública federal, como a Caixa Econômica Federal
  • Estado estrangeiro como parte

E a lista não para aí: crimes contra organização do trabalho, como por exemplo trabalho escravo, contra o sistema financeiro e assim por diante. Crimes à bordo de navios e aeronaves, disputas sobre direitos indígenas.

Daí sai o acervo real de uma vara da 3ª Região. O mesmo juiz aponta de onde vem o volume:

Uma autarquia famosa, qual autarquia que mais processos tem na justiça federal? INSS, que tem todo o direito previdenciário e assim por diante. — Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris
Vídeo: a carreira de juiz federal e a competência do art. 109 da Constituição Assistir no YouTube

Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris, na Semana do Universitário sobre a carreira de juiz federal. Abrir no canal da CP Iuris.

Junte a isso a matéria tributária concentrada na praça financeira de São Paulo e os crimes federais na faixa de fronteira do Mato Grosso do Sul. O perfil de demanda muda com a geografia: cada região tem o seu próprio DNA.

É esse recorte que separa a rotina do juiz federal da do juiz estadual. Na federal, você respira direito público: a União, suas autarquias, suas fundações, suas empresas públicas. Direito privado entra por dentro dessas causas, não por fora.

Quem pode prestar o concurso de juiz?

Para disputar uma vaga de Juiz Federal Substituto são três exigências de entrada:

Bacharelado em Direito
O diploma é a porta: sem ele, a inscrição não se sustenta.
Três anos de atividade jurídica
Exigência da carreira, conferida dentro do certame, não no dia da prova.
Habilitação no ENAM
O filtro nacional que vem antes de qualquer concurso de juiz.

Sobre idade, a resposta é curta e vem de quem passou:

Existe uma idade limite para aprovação? Não, gente. O artigo que exige são três anos, né? Três anos para exercer, a não ser que você tenha menos de 18 anos, né? Que para ingressar no serviço público você precisa ter 18 anos. — Aline Soares, juíza federal, em conversa gravada pela CP Iuris em abril de 2018

O detalhe que muda o plano de quem está começando não é o requisito. É o momento em que ele é conferido.

É que, para ser juiz, como vocês bem sabem, nós precisamos de três anos. A presença de atividade jurídica, razão pela qual nós, ao longo desse período, precisamos exercer alguma outra função. Só que a inscrição definitiva costuma demorar cerca de um ano dentro do próprio certame:

Com dois anos dá para fazer juiz, dá, porque a inscrição definitiva costuma demorar um ano. Dois anos já pode se aventurar fazer o concurso, sim. — Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris

O rol exato do que conta como atividade jurídica está na norma e no edital de cada tribunal. É lá que você confere o seu caso. A gente não inventa lista.

Onde entra o ENAM no TRF3?

O ENAM não te dá a vaga no TRF3. Ele te dá o direito de disputá-la.

O Exame Nacional da Magistratura é o filtro habilitante que vem antes de qualquer concurso de juiz. São 80 questões, e a habilitação na ampla concorrência exige 56 acertos, 70% da prova. Para cotistas, 40 acertos.

O certificado vale dois anos e é prorrogável por mais dois. Você se habilita uma vez e usa essa habilitação para prestar o TRF3 e outros tribunais dentro da validade.

Por isso o ENAM entra no começo do planejamento, não no fim. Sem ele, as fases do próprio tribunal nem começam para você.

O peso que a nota do exame tem dentro do certame de cada tribunal é assunto do edital daquele tribunal, e esta página não responde por ele. O resto está no nosso guia do ENAM.

Quais são as fases do certame?

O concurso de Juiz Federal Substituto se decide numa sequência de etapas, não numa prova só.

Prova objetiva
Eliminatória, corta a maior parte do campo.
Provas escritas
Entre elas a prova prática de sentença.
Prova oral
Fecha o percurso avaliativo.
Avaliação de títulos
Classificatória.

Quem atravessou o certame explica por que a escada tem esse penúltimo degrau:

Se você está preparado juridicamente. Dois, se você está preparado para assumir essa responsabilidade. É para isso inclusive que existe a prova oral. — Aline Soares, juíza federal, em conversa gravada pela CP Iuris em abril de 2018

É essa cadeia de fases sucessivas que separa o certame de juiz do certame de servidor do mesmo tribunal, que se resolve em muito menos etapas.

O que se pede em cada sentença federal, quantas questões cada prova tem e onde fica a nota de corte não estão nesta página. O desenho da segunda fase mora no nosso guia de magistratura federal, e os números de cada edição, no edital do tribunal.

Como é a prova oral?

A prova oral não está ali para conferir de novo se você sabe a matéria. Ela está ali para conferir se você aguenta o cargo.

O formato é de banca colegiada. No relato dela, cinco examinadores de um lado da mesa. E ninguém chega inteiramente pronto:

Eu mesma, dia da minha prova oral, não estava preparada. Aqueles cinco senhores olhando pra mim, eu olhando pra eles. — Aline Soares, juíza federal

A razão desse rigor está no que vem depois da posse:

Quando tu toma posse como magistrado federal, o Estado está te dando uma parcela de um poder. Muito importante, o Estado está te dando muita responsabilidade, você vai lá mexer com direitos e garantias fundamentais das pessoas. — Aline Soares, juíza federal

Como se sorteiam os pontos e quanto dura a arguição são regras de cada edital. Esta página não as inventa.

O que o TRF3 costuma cobrar?

Cada tribunal tem um jeito próprio de cobrar, e o do TRF3 tem nome.

Quem estudou as provas anteriores do tribunal para orientar a preparação o descreve assim:

A gente vai direcionar em absoluto dentro das últimas provas do TRF3, que é um tribunal que tem um perfil um pouco mais sisudo, um pouco mais tradicional. Então a gente tem uma ideia do que eles costumam cobrar. — Aline Soares, juíza federal, em conversa gravada pela CP Iuris em abril de 2018
Vídeo: bate-papo sobre magistratura federal e o perfil de cobrança do TRF3 Assistir no YouTube

Aline Soares, juíza federal, em bate-papo sobre magistratura federal gravado pela CP Iuris em abril de 2018. Abrir no canal da CP Iuris.

A leitura é dela e está datada em 2018. Mas o que ela descreve é o estilo histórico do tribunal, não uma edição, por isso vale como bússola de estudo mesmo anos depois.

Na prática, um perfil mais tradicional muda para onde você olha:

  • o texto de lei, antes da doutrina;
  • a doutrina consolidada, em vez da tese da moda;
  • a jurisprudência assentada, em vez do julgado da semana.

E tem consequência de método. Dá para direcionar o estudo pelas últimas provas do próprio tribunal, porque perfil estável deixa rastro.

Que banca organiza cada edição é outra conversa, e essa a gente não carrega: é definição de cada edital.

TRF3, TRF4 ou TRF6: qual prestar?

Escolher um TRF é escolher um território e um acervo.

A 3ª Região é São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ao lado dela, a 4ª cobre o Sul do país inteiro: Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

A 6ª é mais nova que o material que a gente usa aqui. Quando essa aula foi gravada, em fevereiro de 2021, a Justiça Federal ainda tinha cinco regiões. O mapa completo das seis está no nosso guia de magistratura federal.

A diferença que pesa não é o mapa. É o que chega ao balcão.

Então cada região vai ter o seu DNA. — Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris

O perfil de demanda muda com a geografia: a faixa de fronteira puxa o criminal federal, a praça financeira puxa o tributário, o interior puxa o previdenciário.

Vale saber também a regra de mobilidade. Quem entra por uma região é juiz dela, e a lotação muda por remoção, não por concurso novo.

Se você está decidindo onde investir o próximo ciclo, os guias das irmãs estão aqui: TRF4 e TRF6.

Periodicidade de certame, banca contratada e disputa por vaga a gente não compara. Nenhuma dessas informações tem fonte que a gente possa citar de pé.

Como é a lotação na 3ª Região?

Na magistratura federal, o juiz substituto tem lotação fixa.

Essa é a primeira diferença em relação a parte da magistratura estadual. Mas tem alguns TJs que colocam o juiz de direito como colocam ele de forma volante. Ele vai efetivamente substituir aqui e ali, não vai ter uma vara fixa. Na federal, não:

Na magistratura federal o juiz substituto tem uma lotação. Só que ele responde também por outros acervos. — Ilan Presser, juiz federal e professor da CP Iuris

A segunda diferença é o vocabulário, e ele importa. A unidade de lotação da Justiça Federal é a subseção judiciária, não a comarca. E a lotação inicial costuma ser numa subseção do interior.

Lotação na magistratura federal e em parte da magistratura estadual
O que mudaMagistratura federalParte da magistratura estadual
Lotação do substituto Fixa: tem lotação própria e responde por acervos adicionais Volante: roda entre unidades, sem vara fixa
Unidade territorial Subseção judiciária Comarca
Como se muda de lugar Por remoção; a lotação é fixa, mas pode mudar Não descrito no material da casa

Na 3ª Região, isso significa interior paulista ou Mato Grosso do Sul, escolhidos por ordem de classificação. E ele pode mudar, pode mudar a partir de remoção, mas a lotação é fixa.

Depois da posse, a carreira abre portas próprias. Uma delas é a licença para estudar fora, disponível após cinco anos de exercício do cargo.

Sobre quanto se ganha, esta página não carrega cifra. O subsídio da magistratura é fixado em lei e publicado em tabela oficial escalonada, e é lá e no edital do tribunal que você confere o valor vigente.

Como estudar para o concurso do TRF3?

A preparação para a magistratura federal começa por uma decisão de recorte, não por uma lista de matérias.

Sobre a primeira fase, quem passou é direta:

Questões, muitas questões. Primeira fase você tem que fazer questão, gente. Não tem outro jeito. Não tem outro jeito para se preparar. — Aline Soares, juíza federal, em conversa gravada pela CP Iuris em abril de 2018

Depois vem o filtro que separa o federal do estadual. Na magistratura federal você respira direito público, então a jurisprudência se lê por recorte:

Jurisprudência, como eu disse, para a área federal, gente, eu pegava informativo de STJ, direito de família, direito empresarial, consumidor, eu pulava. — Aline Soares, juíza federal

No resto da rotina os dois magistrados dizem a mesma coisa. Pega um bom manual. Aquilo que o manual falar da lei, vai lá e lê na hora, tá? Que é para fixar, porque se o manual está falando é importante.

E antes da doutrina vem a norma: procurem ler a letra da lei seca. Então leiam o Código Civil, leiam a parte geral do Código Penal, leiam e releiam a Constituição Federal.

O que sobra é rotina:

  • Jurisprudência acompanhada de forma sistemática, não em bloco às vésperas.
  • Revisão pelo mesmo livro, sempre sobre o que já foi grifado.

Quem estuda para juiz costuma prestar também o concurso de servidor de tribunal como treino: o programa de conhecimentos específicos se aproximou do que a magistratura cobra, e a prova vira ensaio sem desviar o estudo.

E há uma régua de expectativa que recalibra tudo:

Vou dar uma dica para os senhores, peguem os últimos editais de aprovação para magistratura federal, procurem um 10, procurem 10, quem teve 10 em tudo. Gente, você precisa de 6. — Aline Soares, juíza federal

Ninguém chega dominando tudo, e é lógico que tem que ser um concurso difícil, porém não impossível. Tirem da cabeça dos senhores que ser aprovado na magistratura federal é impossível.

É esse desenho de estudo que a gente acompanha de perto dentro do CP Iuris, da objetiva à prova oral, com o método CPA montando o percurso a partir do seu perfil.

A toga federal começa com um plano. E com quem já passou.

É esse desenho de estudo que a gente acompanha de perto dentro do CP Iuris: o método CPA monta o percurso a partir do seu perfil, e a preparação cobre todas as fases, até a prova oral.

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Perguntas frequentes sobre o concurso TRF3

O concurso do TRF3 é para juiz ou para servidor?

São dois concursos diferentes do mesmo tribunal, e eles não se misturam.

O de Juiz Federal Substituto é a magistratura da 3ª Região, e exige bacharelado em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM. O de Analista e Técnico Judiciário é o certame de servidor, com outro requisito de escolaridade e outra carreira.

Esta página trata do concurso de magistratura. Quem procura a vaga de servidor tem o ponto de partida indicado logo no topo.

O Mato Grosso do Sul fica na mesma região que São Paulo?

Fica: a 3ª Região da Justiça Federal cobre os dois estados.

Quem passa no concurso entra para essa região e é juiz dela. As varas federais se distribuem por subseções judiciárias nos dois estados, e o aprovado escolhe entre elas por ordem de classificação. Mudar de lotação depois é possível por remoção, sem prestar concurso de novo.

Fronteira territorial de tribunal regional não muda de edital para edital.

Quais são os requisitos para ser juiz federal?

São três: bacharelado em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM.

Não existe limite de idade, o que a norma exige são os três anos, além da idade mínima de ingresso no serviço público.

E há um ponto que muda o plano de quem está começando: a inscrição definitiva costuma demorar cerca de um ano dentro do próprio certame, então dá para prestar antes de completar os três. O rol do que conta como atividade jurídica está na norma e no edital de cada tribunal.

O ENAM garante vaga de juiz federal?

O ENAM habilita, não aprova. Ele dá o direito de disputar o concurso de juiz, não a vaga.

São 80 questões, e a habilitação na ampla concorrência exige 56 acertos, 70% da prova. Para cotistas, 40 acertos. O certificado vale dois anos e é prorrogável por mais dois.

Depois dele, cada tribunal ainda aplica as próprias fases, e o peso da nota dentro de cada certame sai do edital daquele tribunal.

Como é a prova oral do concurso de juiz federal?

A prova oral é uma arguição diante de banca colegiada, cinco examinadores, no relato de quem passou.

O que ela mede não é só domínio de matéria. São duas perguntas: se o candidato está preparado juridicamente e se está preparado para assumir a responsabilidade do cargo.

A razão está no que vem depois da posse, quando o Estado entrega ao magistrado uma parcela de poder e a responsabilidade de decidir sobre direitos e garantias fundamentais. Como se sorteiam os pontos e quanto dura a arguição são regras de cada edital.

O que o TRF3 costuma cobrar nas provas?

A juíza federal Aline Soares, ao explicar como direcionava a preparação pelas provas anteriores do tribunal, descreveu o TRF3 como um tribunal de perfil um pouco mais sisudo, um pouco mais tradicional. A conversa é de abril de 2018.

É leitura dela, datada, e vale como bússola porque descreve o estilo histórico do tribunal, não uma edição: um perfil mais tradicional puxa a preparação para a lei, a doutrina consolidada e a jurisprudência assentada.

Quem organiza cada edição do certame é definição do edital daquela edição, e esta página não a carrega.

Onde um juiz federal aprovado no TRF3 é lotado?

Numa subseção judiciária da 3ª Região, escolhida por ordem de classificação, interior paulista ou Mato Grosso do Sul.

Diferente de parte da magistratura estadual, onde o substituto roda entre comarcas, na Justiça Federal o juiz substituto tem lotação fixa, que depois muda por remoção. E o termo correto é subseção, não comarca.

Esta página não publica valor de subsídio: ele é fixado em lei, publicado em tabela oficial escalonada, e é lá e no edital do tribunal que você confere o valor vigente.

Com quem a gente escreve sobre o TRF3

Samer Agi
Cofundador da CP Iuris · ex-juiz do TJDFT · ex-juiz instrutor no STJ

A gente escreve sobre magistratura federal a partir de quem já sentou na cadeira.

Quem assina esta página é Samer Agi, cofundador da CP Iuris: aprovado em 3º lugar aos 25 anos para juiz substituto do TJDFT, cerca de oito anos na magistratura e passagem como juiz instrutor no STJ. Antes disso, delegado de polícia em Goiás.

A gente começou em 2015 e prepara para as carreiras jurídicas, da magistratura ao ENAM.

Nas seções acima, cada fala de magistrado vem nomeada, situada e datada. Num assunto em que o leitor confere o que lê, dizer de onde vem a informação vale mais do que qualquer adjetivo.

A régua é sempre a mesma: a gente não publica o edital, a gente destrincha o edital. Aqui fica o que se repete em toda edição do concurso de juiz do TRF3. Data de inscrição, número de vagas, banca contratada, etapa corrente do certame e valor de subsídio saem do edital do próprio tribunal.