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Guia do Edital · TRF3

Edital TRF3: como ler o documento do concurso de juiz

Esta página é sobre o edital do concurso de Juiz Federal Substituto do TRF3, a magistratura federal de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

páginas impressas de um edital de concurso sobre uma mesa, com marcador de texto ao lado, na abertura do guia que a gente escreveu sobre o edital do TRF3

Edital do TRF3: juiz ou servidor?

Não é sobre o concurso de servidor do mesmo tribunal, que é o que a busca por "edital trf3" devolve nos dois guias que a gente leu para montar esta página.

Aqui a gente destrincha o documento por dentro: o que um edital de magistratura federal contém, como se lê aquele texto e o que se repete nele de uma edição para a outra.

Contagem de vagas, divisão por cota, janela de inscrição, valor de taxa, calendário de provas, desenho numérico da objetiva, critérios de corte e organizadora contratada pertencem a cada edição. A gente diz onde conferir em vez de cravar número que envelhece.

O documento que decide é o edital publicado pelo próprio tribunal.

A diferença entre os dois certames está no nosso guia do TRF3.

O que esta página não publica

Esta página não publica nenhum dado que pertença a uma edição do concurso. A lista é longa e nomeia cada um deles. Ela está inteira na coluna da direita: vaga, cota, inscrição, taxa, calendário, desenho da objetiva, critérios de corte, títulos e organizadora.

Na coluna da esquerda, o que se repete de edital em edital e a gente destrincha. Na direita, o que muda a cada edição e sai do documento publicado pelo próprio tribunal.

As duas camadas do edital do TRF3: as categorias que esta página carrega e as que ficam no documento publicado pelo tribunal
O que a gente carrega aqui O que fica no edital do tribunal
O que o edital é e o que ele regeContagem de vagas e divisão por cota
As condições de investidura que se repetem de edição em ediçãoJanela de inscrição e valor da taxa
A habilitação no ENAM como condição de inscriçãoCalendário de provas
O método para ler o conteúdo programáticoDuração da objetiva, número de questões e divisão em blocos
O tipo de resposta que a objetiva manda cobrarDistribuição de disciplinas por bloco e percentual mínimo por bloco
A largura do programa da magistratura federalMédia de habilitação, posição de corte e regra de desempate
O que a prova discursiva e a prova de sentença pedemCláusula de piso de inscritos
O que muda de um edital de região para outroQuantidade de linhas e nota mínima da discursiva, e quadro de avaliação de títulos
Como se estuda antes de o documento sairOrganizadora contratada e situação corrente do certame

Cada dado da coluna da direita pertence a uma edição, e o documento que decide é o edital publicado pelo próprio tribunal. É lá que você confere.

Organizadora é caso à parte: os cinco transcritos que sustentam esta página não nomeiam nenhuma para o concurso de magistratura do TRF3, em edição nenhuma. A gente não deduz esse nome nem o copia de página de terceiro.

O que é o edital de concurso?

O edital não é a notícia de que o concurso saiu. É o texto que rege o certame do começo ao fim, artigo por artigo, e é nele que você descobre o que a prova vai cobrar.

O professor que analisou o edital do TRF3 na live publicada em 6 de abril de 2018 faz exatamente isso, em voz alta, citando o dispositivo antes de comentá-lo. Inclusive a cláusula que amarra o cargo ao território:

"Os candidatos nomeados juízes federais substitutos estarão sujeitos à designação para exercício em substituição em quaisquer das varas federais"

— o professor que analisou o edital do TRF3 na live publicada em 6 de abril de 2018

A 3ª Região é São Paulo e Mato Grosso do Sul, e o que isso significa para quem passa está no nosso guia do TRF3.

Vídeo: a análise do edital do concurso de juiz federal do TRF3 Assistir no YouTube

Live sobre a análise do edital do TRF-3, publicada em 6 de abril de 2018. Abrir no canal da CP Iuris.

O que o edital exige para inscrição?

As exigências de entrada de um concurso de juiz federal não param no diploma. O documento conta dois relógios de três anos: bacharelado há pelo menos três anos e três anos de atividade jurídica, conferidos na inscrição definitiva.

A leitura publicada em 6 de abril de 2018 percorre a lista inteira do edital, na ordem do documento:

  1. Aprovação no concurso.
  2. Exercício dos direitos civis e políticos.
  3. Nacionalidade brasileira ou portuguesa amparada pelo estatuto da igualdade.
  4. Situação regular com as obrigações eleitorais, e com as militares na hipótese em que o edital as exige.
  5. Bacharelado em Direito há pelo menos três anos, com diploma registrado na forma da lei.
  6. Três anos de atividade jurídica exercida depois do grau de bacharel, na ocasião da inscrição definitiva.
  7. Aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo.
  8. Antecedentes e condições pessoais comprovados na investigação.
  9. Declaração pública de bens e compromisso de desempenhar as funções do cargo com retidão.
  10. Ausência de antecedentes criminais.
  11. Cumprimento das determinações do próprio edital.

A condição de antecedentes e de aptidão o documento escreve por extenso. É aí que o edital deixa de falar de diploma:

"ter comprovados na investigação bons antecedentes morais, bons antecedentes sociais, saúde física, mental, características psicológicas adequadas ao cargo"

— o professor que analisou o edital do TRF3 na live publicada em 6 de abril de 2018

Sindicância de vida pregressa, investigação social e exame psicotécnico não são nomeados como etapas por nenhuma das cinco fontes desta página. O que existe é a comprovação prevista nas disposições gerais do documento.

O requisito temporal e a ausência de limite de idade a gente destrinchou no guia do TRF3. Aqui interessa onde o documento coloca o segundo relógio: "na ocasião da inscrição definitiva".

O critério de atividade jurídica que essa leitura dá é largo: entra a atividade privativa de bacharel em direito ou que exija preponderantemente esse conhecimento. O rol fechado do que conta não está em nenhuma das cinco fontes desta página. Está na norma e no edital de cada tribunal.

Onde o ENAM entra no edital?

Há um requisito que não é do tribunal e que vem antes dos dele: a habilitação prévia no ENAM.

A professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital do ENAM publicada em 2 de novembro de 2024 põe a regra em uma frase:

"se não está habilitado no ENAM, não pode se inscrever para a prova da magistratura"

— a professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital do ENAM publicada em 2 de novembro de 2024

E a mesma professora generaliza a regra para além de qualquer edital específico: "os editais que forem lançados na magistratura também assim o farão". Em seguida ela diz o que acontece com quem não tem a habilitação:

"se você não tiver habilitação no ENAM a sua inscrição já é preliminarmente indeferida"

— a professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital do ENAM publicada em 2 de novembro de 2024

Pelo mesmo motivo, a professora diz que não dá para fazer a prova da magistratura como treineiro se você não está habilitado no ENAM.

Habilitar-se no ENAM não é ser aprovado: a habilitação é o que permite a inscrição, e quem aprova é o concurso do tribunal.

Isso é fala de professora, generalizada por ela mesma para os editais de magistratura que vierem, e não cláusula lida do edital do TRF3. O que cada edital exige para a inscrição está no documento que o próprio tribunal publica.

Vídeo: o que estudar no pré-edital do ENAM Assistir no YouTube

O que estudar no pré-edital do ENAM, live publicada em 2 de novembro de 2024. Abrir no canal da CP Iuris.

Como se lê o conteúdo programático?

A parte do edital que decide o seu cronograma é a tabela de distribuição de questões. O gesto é sempre o mesmo:

Abra o documento pela tabela de quantitativo de questões.
Veja quantas questões cada disciplina leva.
Distribua as suas horas nessa proporção.

Quem descreve esse gesto é a professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital publicada em 2 de novembro de 2024. Ela abre o edital pela tabela de quantitativo de questões e mostra o que fazer com ela:

"com esse quantitativo de questões você vai organizar as suas horas de estudo"

— a professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital do ENAM publicada em 2 de novembro de 2024

O segundo movimento é cruzar disciplina e bloco, e ele muda a conta. Uma matéria difícil, dentro de um bloco cheio de matérias grandes, pesa menos do que parece.

"Acaba que essas matérias que você tem maior dificuldade podem ter um menor peso na prova."

— o professor que analisou o edital do TRF3 na live publicada em 6 de abril de 2018

A distribuição concreta de disciplinas por bloco muda a cada edição e sai do edital do tribunal. O que atravessa as edições é o gesto de leitura.

Que resposta o edital manda cobrar?

Uma cláusula do edital muda o jeito de estudar: a que diz que tipo de resposta a banca pode cobrar.

O professor que analisou o edital do TRF3 na live publicada em 6 de abril de 2018 lê o dispositivo em voz alta e comenta que ele está ali para tranquilizar o candidato:

"As questões da prova objetiva serão formuladas de modo que necessariamente a resposta reflita a posição doutrinária dominante ou a jurisprudência pacificada nos tribunais superiores."

— o professor que analisou o edital do TRF3 na live publicada em 6 de abril de 2018

Com essa cláusula na cabeça, o seu critério de leitura muda. Em vez de perseguir tese de vanguarda e precedente isolado, você mede cada texto por uma pergunta: isto é posição dominante ou é aposta?

A gente não afirma que a cláusula esteja escrita nesses termos no edital vigente, porque ela foi lida de um documento de 2018. O hábito de procurar essa cláusula antes de montar a lista de leituras serve para qualquer edição.

Até onde vai o programa do edital?

Um edital de magistratura federal é largo, e a largura tem razão de ser. A competência federal atrai por conexão crimes que sozinhos ficariam na estadual, então o programa não pode recortar.

O professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1 resume assim. Ele é juiz federal lotado na Sexta Região e prestou o concurso da Primeira antes de a Sexta existir:

"por isso, o edital da Magistratura Federal, ele vai envolver o Código Penal inteiro. Bem olhado, basicamente o código penal inteiro e as principais leis penais extravagantes."

— o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1, na aula publicada em 15 de março de 2023

A consequência prática não é estudar tudo. Na leitura da professora de direito penal, na live de pré-edital publicada em 2 de novembro de 2024, muitas vezes você não tem condições de estudar, de exaurir o edital. Isso é praticamente impossível. Daí a recomendação dela:

"quando a gente fala de esgotar o edital, exaurir o edital, tem que ser um estudo direcionado"

— a professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital do ENAM publicada em 2 de novembro de 2024

Vídeo: a largura do programa do edital de magistratura federal Assistir no YouTube

Seja aprovado no concurso TRF1, aula 01, publicada em 15 de março de 2023. Abrir no canal da CP Iuris.

O que o edital pede na escrita?

A prova discursiva pede que você demonstre conhecimento, e quem diz isso é quem já a fez:

"sempre soube que na prova discursiva você tem que demonstrar conhecimento, conhecimento é o teu momento de colocar"

— Aline Soares, juíza federal do TRF da 1ª Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018

Aline Soares fala do certame do TRF3 de fora dele. É juíza da Primeira Região comentando o concurso da Terceira, e isso fica visível toda vez que esta página a cita.

A prova prática de sentença cobra outra habilidade, e o enunciado é montado para medi-la: normalmente sobra uma condenação de pé, porque a banca quer ver se o candidato sabe fazer a dosimetria da pena.

A fala em que o professor de direito penal da maratona do TRF1 explica isso já está publicada no nosso guia do TRF1, com este mesmo ângulo. É para lá que a gente manda quem quiser ouvi-la inteira.

A prova oral está no nosso guia do TRF3.

O que a gente não tem: as cinco fontes desta página não trazem extensão em linhas, nota mínima da discursiva nem descrição da avaliação de títulos. Isso está no documento publicado pelo tribunal.

O que muda de um edital para outro?

Dois editais de magistratura federal não são o mesmo documento com outro cabeçalho, e há um caso concreto que mostra isso.

Na aula publicada em 15 de março de 2023, o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1 lembra de um tribunal que puxou para o próprio edital um tema que a região dele julga:

"O TRF-2 eu me lembro que coloca no edital os crimes nucleares, tem uma colega minha que já julgou"

— o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1, na aula publicada em 15 de março de 2023

É um caso trabalhado, não um princípio. A fonte não enuncia regra geral sobre regiões e editais, não fala do TRF3, e a oração generalizante desse trecho chega corrompida na transcrição.

O gesto prático vem de outra voz:

"Pegue os dois editais, faz aquela batida entre eles"

— Aline Soares, juíza federal do TRF da 1ª Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018

Aline Soares respondia a quem escolhia entre uma magistratura estadual e a federal.

O que comparar, com os dois documentos abertos lado a lado:

  • conteúdo programático
  • arquitetura das fases
  • condições de investidura

Dá para estudar sem edital publicado?

Dá para estudar antes de o edital sair, e a régua que separa as duas fases da preparação é simples.

"Claro que depois que sai o edital, vocês têm tempo de correr atrás do prejuízo, correr atrás dessas outras matérias"

— André Corrêa, orientador e coordenador da CP Iuris e ex-juiz do trabalho no TRT2, na mentoria publicada em 5 de novembro de 2024

Você monta a base antes, e é isso que esta página descreve:

As duas fases da preparação, separadas pela publicação do edital
Momento O que a preparação monta
Antes do documento sairas condições de entrada, a largura do programa, o critério de leitura do edital.
Depois que ele saias matérias que aquele edital acrescentou e a distribuição de questões daquela edição.

A live de pré-edital publicada em 2 de novembro de 2024 parte exatamente desse estado, sem edital lançado e sem data marcada, e monta o roteiro de estudo assim mesmo.

Como se estuda cada fase é assunto do nosso guia do TRF3.

Vídeo: como estudar antes de o edital sair Assistir no YouTube

Aula 1 do ENAM, mentoria com André Corrêa, publicada em 5 de novembro de 2024. Abrir no canal da CP Iuris.

Como a gente prepara para a federal?

O edital dá o mapa. O método CPA anda com você por ele.

A gente prepara para a magistratura federal acompanhando o percurso inteiro, da objetiva à prova oral. O que sustenta isso:

  • Método CPA, lançado em 2024: o caminho de estudo montado a partir do seu perfil, não um cronograma igual para todo mundo.
  • Tecnologia Pontes: dúvida respondida a qualquer hora, 24 horas por dia, sete dias por semana.
  • Todas as fases, até a prova oral.

Ler o edital é o começo. O trabalho que vem depois é transformar um documento extenso num percurso de estudo que caiba na sua semana, e é esse desenho que a gente acompanha de perto dentro do CP Iuris.

A preparação para magistratura federal tem trilha própria, e quem ainda não escolheu entre a federal e a estadual encontra as duas juntas.

E tudo começa na habilitação: como diz a professora de direito penal da live de pré-edital publicada em 2 de novembro de 2024, sem habilitação no ENAM a inscrição na magistratura é preliminarmente indeferida.

Conhecer a preparação para a magistratura federal ›

Ler o edital é o começo. Passar é com a gente.

O método CPA monta o seu plano no peso exato de cada disciplina, com professores que já sentaram na cadeira de juiz. Você estuda o que cai, na ordem certa.

Conhecer a preparação para Magistratura Federal e MPF ›

FAQ: dúvidas sobre o edital do TRF3

Por que a busca por "edital TRF3" devolve o concurso de analista?

Porque, nos dois guias que a gente leu para montar esta página, essa busca devolve o concurso de servidor do tribunal, que é outro certame.

Neles, a expressão "juiz federal" aparece zero vez em um e uma vez no outro, e nessa única vez designa o cargo de quem assinou um despacho administrativo.

Esta página é sobre o outro documento: o edital do concurso de Juiz Federal Substituto da 3ª Região. A diferença entre os dois certames está no nosso guia do TRF3.

O que exatamente é o edital de um concurso de juiz federal?

É o texto que rege o certame inteiro, artigo por artigo: quem pode se inscrever, o que cada prova cobra, como se apura a nota e a que o nomeado fica sujeito depois da posse.

Na live de análise do edital do TRF3 publicada pela CP Iuris em 6 de abril de 2018, o professor percorre o documento em voz alta, citando o dispositivo antes de comentá-lo. Inclusive a cláusula que sujeita o nomeado a designação nas varas federais da região.

Ler a manchete é saber que o concurso saiu. Ler o documento é saber o que ele exige de você.

Onde encontro o número de vagas e as datas desta edição?

No edital publicado pelo próprio tribunal.

A gente não carrega contagem de vagas, divisão por cota, janela de inscrição, taxa, calendário de provas nem critérios de corte, porque cada um desses dados pertence a uma edição e envelhece junto com ela.

O que a gente carrega é a camada que se repete: o que o documento contém, o que ele exige e como se lê.

Preciso do ENAM para me inscrever no concurso de juiz federal?

Precisa. A professora de direito penal que conduziu a live de pré-edital publicada em 2 de novembro de 2024 é direta: sem habilitação no ENAM não dá para se inscrever para a prova da magistratura, e a inscrição de quem não tem habilitação é preliminarmente indeferida.

Pelo mesmo motivo, a professora diz que não há como fazer a prova da magistratura como treineiro sem estar habilitado.

A fala é de novembro de 2024 e generaliza a regra para os editais de magistratura que vierem. O que cada edital exige para a inscrição está no documento que o próprio tribunal publica.

Por onde eu começo a ler o conteúdo programático?

Pela distribuição de questões.

É dela que saem as suas horas de estudo, e é ela que mostra o cruzamento entre disciplina e bloco: uma matéria difícil, dentro de um bloco cheio de matérias grandes, pesa menos do que parece.

A distribuição concreta muda a cada edição e sai do edital publicado pelo tribunal. O método de leitura é o que atravessa as edições.

O edital de outra região serve para eu estudar?

Serve como referência, não como cópia.

Na aula publicada em 15 de março de 2023, o professor de direito penal que abriu a maratona da CP Iuris sobre o concurso do TRF1 lembra de um tribunal que puxou para o próprio edital um tema que a região dele julga. É um caso concreto de que dois editais de magistratura federal não são o mesmo documento.

Quem dá o gesto prático é Aline Soares, juíza federal do TRF da 1ª Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018: pegue os dois editais e faça a comparação entre eles, lado a lado.

Com quem a gente escreve sobre editais

A gente escreve sobre magistratura federal a partir de quem já sentou na cadeira.

Quem assina esta página é Samer Agi, cofundador da CP Iuris: aprovado em 3º lugar aos 25 anos para juiz substituto do TJDFT, cerca de oito anos na magistratura e passagem como juiz instrutor no STJ. Antes disso, delegado de polícia em Goiás.

A gente começou em 2015 e prepara para as carreiras jurídicas, da magistratura ao ENAM.

Nas seções acima, toda fala de professor ou de magistrado vem atribuída: nomeada quando o arquivo nomeia o falante, situada por papel e data quando não nomeia.

Quando a página reproduz a frase, ela vai entre aspas. Quando a página resume o que foi dito, ou manda o leitor a outro guia nosso que já publica aquela fala, ela diz de quem é a fala.

A régua é sempre a mesma: a gente não publica o edital, a gente destrincha o edital.

Aqui fica o que se repete em toda edição do concurso de juiz do TRF3. Data de inscrição, número de vagas, organizadora contratada, etapa corrente e valor de subsídio saem do edital do próprio tribunal.

Fontes: as cinco aulas, lives e bate-papos do canal da CP Iuris no YouTube que sustentam esta página, publicados em 6 e 23 de abril de 2018, em 15 de março de 2023 e em 2 e 5 de novembro de 2024. Contagem de vagas, divisão por cota, janela de inscrição, valor de taxa, calendário de provas, critérios de corte e organizadora contratada saem do edital publicado pelo próprio tribunal: confira sempre o edital vigente antes de tomar decisões sobre a sua inscrição.