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Guia da carreira · Juiz federal do TRF1

Concurso TRF1: a magistratura federal na Primeira Região

No TRF1, "concurso" quer dizer duas coisas diferentes. Esta página é a do concurso de juiz federal substituto da Primeira Região.

3 anos
de atividade jurídica, o requisito de ingresso dito pela juíza federal Aline Soares no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018
80
questões do ENAM, o exame que habilita antes do concurso de qualquer tribunal, com 56 acertos exigidos na ampla concorrência
fachada de um fórum da Justiça Federal em luz natural plana, imagem de abertura do guia que a gente escreveu sobre o concurso de juiz federal do TRF1

A porta de entrada é tempo de exercício no Direito: três anos de atividade jurídica. Quem responde assim é a juíza federal Aline Soares, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018.

As duas páginas que hoje ocupam essa busca descrevem o outro certame, o de servidor, para Analista e Técnico Judiciário. É outra carreira, e quem procura essa vaga encontra o documento no site do próprio tribunal.

São mesmo cargos distintos. O juiz federal Ilan Presser conta, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021, que passou no cargo de analista judiciário e não assumiu, porque o de procurador da Fazenda Nacional o chamou antes.

Aqui a gente destrincha o que se repete de edição em edição: o território que a Primeira Região alcança, onde ela fica no mapa da Justiça Federal, a regra de trânsito até a Sexta Região, quem pode prestar, como é a rotina de quem entra, o que a prova cobra e por onde começar a estudar.

Número de vagas, data de prova, banca contratada e remuneração saem do edital do tribunal. A gente diz isso em voz alta, em vez de copiar número de página alheia.

Que território a Primeira Região alcança?

A Primeira Região é a região de dimensão continental da Justiça Federal, e a Amazônia Legal está quase inteira dentro dela.

Sobre a extensão exata, o acervo da casa traz duas medidas do mesmo magistrado, em datas diferentes. A gente publica as duas com data, em vez de escolher uma.

"E o TRF1, então, que é o tribunal a que eu pertenço, 14 estados, 80% do território nacional."

— Ilan Presser, juiz federal que diz pertencer ao tribunal, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021

"(…) região que aí abarca praticamente toda a Amazônia Legal, 61% do território nacional"

— Ilan Presser, juiz federal, na aula publicada em 17 de março de 2023

Nenhuma das cinco fontes desta página explica a diferença entre os dois números, e a gente não inventa a explicação.

As duas falas sustentam a mesma descrição sem depender de percentual: um tribunal de alcance continental, com toda a Amazônia legal no campo de atuação do TRF1. O perímetro que vale hoje é o que o próprio tribunal publica.
Vídeo: a carreira de juiz federal e o alcance da Primeira Região Assistir no YouTube

Semana do Universitário: a carreira de juiz federal, com o juiz federal Ilan Presser, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021. Abrir no canal da CP Iuris.

Como a Justiça Federal se divide?

A Justiça Federal se organiza por regiões, e cada tribunal regional federal responde por um pedaço do país.

O mapa desta seção é o que o juiz federal Ilan Presser percorreu na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021, região por região, dizendo o que cabia a cada uma.

Ele vale como retrato daquela data, e a gente publica assim. Naquele momento eram cinco regiões, e a Primeira aparece com "13 estados e mais um distrito federal".

O mapa da Justiça Federal como o juiz federal Ilan Presser o percorreu na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021
Região da Justiça Federal O que abrangia, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021
Primeira Região 14 estados — "13 estados e mais um distrito federal" —, 80% do território nacional
Segunda Região Rio de Janeiro e Espírito Santo
Terceira Região São Paulo e Mato Grosso do Sul
Quarta Região Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul
Quinta Região Seis estados do Nordeste, sem Maranhão e sem Bahia, com sede em Recife
A Sexta Região não está no mapa porque, quando aquela aula foi publicada, ela ainda tramitava como projeto de lei. As aulas de março de 2023 já tratam a Sexta Região como instalada.

Onde cada região começa e termina hoje é informação do próprio Judiciário, e é lá que você confere antes de fechar a escolha do seu tribunal.

Dá para sair do TRF1 para o TRF6?

Entrar pelo TRF1 não prende ninguém à Primeira Região para sempre. O que muda é o instrumento, e ele depende da data de ingresso.

Quem explica é o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1, juiz federal lotado na Sexta Região que prestou o concurso da Primeira Região antes de a Sexta existir, na aula publicada em 15 de março de 2023.

"Quem prestou concurso da primeira região antes da instalação da sexta região, de novo tribunal" circula entre os dois tribunais "de uma forma mais livre, diferente dos outros tribunais em que é necessário solicitar uma remoção externa".

Quem ingressa pelos concursos posteriores à instalação da Sexta Região entra numa regra diferente, e é ela que decide onde prestar: o juiz é da Primeira Região e, para mudar, pede remoção externa.

O mesmo magistrado resume o custo dessa via:

"Leva um pouco mais de tempo, mas é possível. Não é preciso prestar outro concurso."

— o professor de direito penal que abriu a maratona, na aula publicada em 15 de março de 2023

O que decide a mobilidade entre tribunais, na aula publicada em 15 de março de 2023
Situação de ingresso O que vale para mudar de tribunal
Prestou o concurso da Primeira Região antes da instalação da Sexta Região Circula entre os dois tribunais de forma mais livre, sem depender de remoção externa
Ingressa pelos concursos posteriores à instalação da Sexta Região É juiz da Primeira Região; para ir a outro tribunal, faz pedido de remoção externa
Custo da remoção externa, nos dois casos Leva um pouco mais de tempo, e não exige prestar outro concurso
A régua, então, é a data de ingresso, não o tribunal. Mudar de região custa tempo. Não custa um concurso novo.
Vídeo: a regra de trânsito entre a Primeira e a Sexta Região Assistir no YouTube

Seja aprovado no concurso TRF1, aula 01, com o professor de direito penal que abriu a maratona, na aula publicada em 15 de março de 2023. Abrir no canal da CP Iuris.

Quem pode prestar o concurso de juiz federal?

A magistratura federal cobra tempo de exercício antes de cobrar qualquer outra coisa: são três anos de atividade jurídica.

"O artigo que exige são três anos, né? Três anos para exercer, a não ser que você tenha menos de 18 anos"

— Aline Soares, juíza federal do TRF da Primeira Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018

O que estas fontes sustentam:

  • Três anos de atividade jurídica, e nenhuma idade limite. A ressalva da própria frase é que para ingressar no serviço público você precisa ter 18 anos, e nada além disso.
  • Outra função no caminho. Como o requisito exige exercício, a trajetória passa por outro cargo antes. "nós, ao longo desse período, precisamos exercer alguma outra função", diz o juiz federal Ilan Presser na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021.
  • ENAM antes do concurso de qualquer tribunal. O exame habilita, não aprova: 80 questões, 56 acertos na ampla concorrência e 40 para cotistas, certificado válido por dois anos e prorrogável por mais dois, pela Resolução CNJ nº 531/2023, com aplicação pela FGV.
  • O rol completo não está aqui. Nenhuma das cinco fontes desta página enumera o rol de requisitos nem diz o que conta como atividade jurídica. Isso está na norma e no edital do próprio tribunal.

A gente não inventa lista.

Como é a rotina de juiz federal?

A primeira lotação na Primeira Região costuma ser no interior, numa vara única de subseção judiciária.

Subseção judiciária, não comarca: o termo é do órgão. Quem descreve a lotação assim é o juiz federal Ilan Presser, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021.

O outro lado da moeda é o diferencial do tribunal. Cada região, digamos assim, tem o seu DNA, tem demandas similares que se repetem, e na Primeira Região esse repertório vem do Brasil inteiro.

"é muito bom ter oportunidade de ser na primeira região, porque você conhece demandas do Brasil inteiro, em especial juízes de Brasília."

— Ilan Presser, juiz federal, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021

Dois anos depois ele resume a mesma ideia em uma linha: "o TRF1 é o TRF que proporciona isso, você conhecer o Brasil a fundo, inclusive no seu interior", na aula publicada em 17 de março de 2023.

E tem o custo, que a juíza federal Aline Soares põe com a condição inteira:

"um cargo de juiz federal é um cargo de muita responsabilidade. Se você não tem medo disso, se você não tem medo de abrir mão dos seus finais de semana para trabalhar, o caminho é esse."

— Aline Soares, juíza federal do TRF da Primeira Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018

A condição é parte da frase. Ela não é um adendo.

Vídeo: a rotina e o custo pessoal do cargo de juiz federal Assistir no YouTube

Bate-papo sobre magistratura federal, com Aline Soares, juíza federal do TRF da Primeira Região, publicado em 23 de abril de 2018. Abrir no canal da CP Iuris.

O que a prova da magistratura cobra?

O concurso da magistratura federal cobra largura de programa antes de cobrar profundidade em qualquer matéria. Em direito penal, o recorte é amplo.

"Então, por isso, o edital da Magistratura Federal, ele vai envolver o Código Penal inteiro. Bem olhado, basicamente o código penal inteiro e as principais leis penais extravagantes."

— o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1, juiz federal lotado na Sexta Região que prestou o concurso da Primeira Região antes de a Sexta existir, na aula publicada em 15 de março de 2023

Os traços que se repetem, na mesma aula:

  • Objetiva com peso jurisprudencial. "a magistratura federal é conhecida por colocar uma dose um pouco maior nas questões objetivas de jurisprudência", diz o professor de direito penal que abriu a maratona.
  • Sentença com uma condenação de propósito. As bancas normalmente fazem um enunciado em que talvez você vai absolver alguma pessoa ou absolver de algum crime, mas tem alguma condenação. O motivo vem declarado: "Por que deixar uma condenação ali? Porque a banca quer ver se o candidato sabe fazer a dosimetria da pena."
  • Temas em discussão nos tribunais. A mesma aula registra que a magistratura federal costuma cobrar temas que são muito discutidos nos tribunais, sejam nacionais ou federais, e cita a cegueira deliberada e o domínio do fato.

A prova oral mede outra coisa, e quem diz para que ela serve é a juíza federal Aline Soares:

"Dois, se você está preparado para assumir essa responsabilidade. É para isso inclusive que existe a prova oral."

— Aline Soares, juíza federal do TRF da Primeira Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018

A sequência completa de etapas de uma edição, com número de questões e pesos, não está nestas cinco fontes. A página não monta essa lista.

O quadro de fases da edição corrente fica no edital do tribunal e no panorama do edital do TRF1 aqui no site.

Quem organiza o concurso do TRF1?

Historicamente, quem organizou o concurso de juiz federal do TRF1 foi o Cebraspe.

Quem registra é o juiz federal Ilan Presser, na aula publicada em 17 de março de 2023, ao comentar que aquela edição mudaria de banca: até ali, diz ele, "sempre foi" o Cebraspe. A transcrição automática grafa a sigla de forma corrompida, e a grafia correta é Cebraspe.

Quem organiza a edição que está na rua agora, esta página não diz. Banca contratada é dado de um edital: muda de certame para certame e envelhece em semanas.

Organizadora histórica e organizadora contratada de uma edição são duas coisas. A primeira é traço do certame ao longo do tempo. A segunda vale para um edital só.

Quem precisa dessa informação para montar a preparação encontra a resposta em dois lugares, os dois oficiais: o edital publicado pelo próprio tribunal e, aqui no site, a página que trata do panorama do edital do TRF1.

O que esta página não traz?

Esta página não traz número de vagas, data de inscrição, data de prova, banca contratada, composição da comissão examinadora nem valor de remuneração.

Cada um desses é dado de um edital: muda a cada certame e envelhece em semanas. A gente carrega aqui só o que se repete de edição em edição.

Onde cada um mora:

Número de vagas e composição da comissão examinadora
No edital publicado pelo próprio tribunal
Datas de inscrição e de prova
No mesmo edital
e no panorama do edital do TRF1 aqui no site.
Banca contratada da edição corrente
No edital daquela edição
Remuneração
Na tabela oficial de subsídio da magistratura
que é fixada em lei, e no edital do tribunal.

Remuneração é o caso mais delicado, e a gente prefere dizer o que se passa. As cinco fontes que sustentam este texto não trazem faixa de remuneração do cargo de juiz federal, e a base numérica da casa também não guarda dado de remuneração de órgão, porque ela é catálogo de produtos e métricas nossas.

Por isso aqui não vai valor estimado, não vai célula vazia e não vai número copiado de outra página. O edital do tribunal é onde você confere o valor que vale para a edição que vai prestar.

Como estudar para o concurso do TRF1?

A preparação para a magistratura federal se organiza por largura, não por profundidade.

O juiz federal Ilan Presser é direto, na aula publicada em 17 de março de 2023:

"Ele demanda uma horizontalidade do conhecimento (…), mas não precisa da verticalidade. Na verdade, não há tempo para verticalidade."

— Ilan Presser, juiz federal, na aula publicada em 17 de março de 2023

A consequência ele dá na mesma aula. Quem for lá pegar um grande livro de doutrina vai se perder em uma disciplina e ao longo desse tempo vai deixar de estudar as disciplinas menores, que são justamente as que colocam o candidato na segunda fase. O motivo cabe numa frase dele: "o concurso é uma grande piscina rasa".

E tem um material que ele manda treinar pelo efeito que produz: "Fazendo as provas anteriores, você naturaliza e dessensibiliza essa linguagem" da prova objetiva.

Para a primeira fase, a juíza federal Aline Soares tem uma prescrição só:

"Primeira fase você tem que fazer questão, gente. Não tem outro jeito, tá? Não tem outro jeito."

— Aline Soares, juíza federal do TRF da Primeira Região, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018

Vídeo: o método de estudo para o concurso da magistratura federal Assistir no YouTube

Seja aprovado no concurso TRF1, aula 03, com o juiz federal Ilan Presser, na aula publicada em 17 de março de 2023. Abrir no canal da CP Iuris.

Na ordem de aplicação, o desenho fica assim:

  1. Cobrir o programa inteiro antes de aprofundar qualquer disciplina.
  2. Não abandonar as disciplinas menores, porque são elas que colocam o candidato na segunda fase.
  3. Resolver questões como prescrição de primeira fase.
  4. Fazer as provas anteriores para naturalizar a linguagem da objetiva.

É esse desenho de estudo que a gente acompanha de perto dentro do CP Iuris, da primeira fase à prova oral.

Ler o edital é o começo. Passar é com a gente.

O método CPA monta o seu plano no peso exato de cada disciplina, com professores que já sentaram na cadeira de juiz. Você estuda o que cai, na ordem certa.

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Perguntas frequentes sobre o concurso TRF1

O concurso do TRF1 é para juiz ou para servidor?

São dois concursos diferentes do mesmo tribunal, e eles não se misturam.

Esta página trata do concurso de juiz federal substituto da Primeira Região, que exige três anos de atividade jurídica. O outro é o concurso de servidor do tribunal, para Analista e Técnico Judiciário, que é outra carreira. Quem procura essa vaga encontra o documento no site do próprio Tribunal Regional Federal da 1ª Região, porque a gente não cobre esse cargo aqui.

A confusão vem da própria busca: as duas páginas que hoje ocupam o topo para "concurso trf1" tratam só do certame de servidor.

Que território o TRF1 abrange?

A Primeira Região é a região de dimensão continental da Justiça Federal, e a Amazônia Legal está praticamente inteira dentro dela.

Sobre a extensão exata, o acervo da casa traz duas medidas do mesmo magistrado em datas diferentes:

  • O juiz federal Ilan Presser fala em "14 estados, 80% do território nacional" na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021.
  • O mesmo Ilan Presser fala em "praticamente toda a Amazônia Legal, 61% do território nacional" na aula publicada em 17 de março de 2023.

Nenhuma das cinco fontes desta página explica a diferença, então a gente publica as duas com data e manda você ao próprio tribunal para o perímetro que vale hoje.

Quem entra pelo TRF1 fica preso à Primeira Região?

Não fica, e a regra muda conforme a data de ingresso.

Quem prestou o concurso da Primeira Região antes de a Sexta Região ser instalada circula entre os dois tribunais de forma mais livre. Quem ingressa pelos concursos posteriores é juiz da Primeira Região e, para mudar de tribunal, faz um pedido de remoção externa.

Quem explica é o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1, juiz federal lotado na Sexta Região que prestou o concurso da Primeira Região antes de a Sexta existir, na aula publicada em 15 de março de 2023: a remoção externa "leva um pouco mais de tempo, mas é possível. Não é preciso prestar outro concurso".

Quais são os requisitos para ser juiz federal?

O requisito de tempo são três anos de atividade jurídica, e idade limite não existe. A ressalva é o mínimo de 18 anos para ingressar no serviço público.

Quem responde assim é a juíza federal Aline Soares, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018.

O juiz federal Ilan Presser explica a consequência prática na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021. Como o requisito exige exercício, o caminho até a magistratura passa por outra função antes: "nós, ao longo desse período, precisamos exercer alguma outra função".

Antes do concurso de qualquer tribunal vem hoje o ENAM, que habilita e não aprova. O rol completo de requisitos está na norma e no edital do próprio tribunal, e é lá que você confere o seu caso.

Quanto ganha um juiz federal do TRF1?

Esta página não traz o valor.

As cinco fontes que sustentam este texto não trazem faixa de remuneração do cargo de juiz federal, e a base numérica da casa também não guarda dado de remuneração de órgão, porque ela é catálogo dos nossos produtos e métricas.

Em vez de estimar ou de copiar número de outra página, a gente diz onde está: o subsídio da magistratura é fixado em lei e publicado em tabela oficial, e o edital do tribunal traz o valor que vale para a edição que você vai prestar.

Qual banca organiza o concurso do TRF1?

A organizadora histórica é o Cebraspe.

O juiz federal Ilan Presser registra, na aula publicada em 17 de março de 2023, que até ali "sempre foi" o Cebraspe.

Quem organiza a edição que está na rua agora esta página não diz, porque banca contratada é dado de um edital e muda de certame para certame. O documento da edição corrente fica no site do tribunal, e o panorama do edital tem página própria aqui no site.

O que a prova da magistratura federal cobra em direito penal?

O recorte é amplo e jurisprudencial.

Na aula publicada em 15 de março de 2023, o professor de direito penal que abriu a maratona do TRF1, juiz federal lotado na Sexta Região que prestou o concurso da Primeira Região antes de a Sexta existir, diz que "o edital da Magistratura Federal, ele vai envolver o Código Penal inteiro" mais as principais leis penais extravagantes. Na mesma aula ele registra que a magistratura federal "é conhecida por colocar uma dose um pouco maior nas questões objetivas de jurisprudência".

Na prova de sentença há um padrão com razão de ser: a banca deixa uma condenação em pé "porque a banca quer ver se o candidato sabe fazer a dosimetria da pena".

Como começar a estudar para o concurso do TRF1?

Por largura, não por profundidade.

O juiz federal Ilan Presser resume assim na aula publicada em 17 de março de 2023: o concurso "demanda uma horizontalidade do conhecimento (…), mas não precisa da verticalidade. Na verdade, não há tempo para verticalidade", porque "o concurso é uma grande piscina rasa". Quem pega um grande livro de doutrina se perde numa disciplina e deixa as menores de lado, e são elas que colocam o candidato na segunda fase.

Para a primeira fase, a juíza federal Aline Soares tem uma prescrição só, no bate-papo publicado em 23 de abril de 2018: "Primeira fase você tem que fazer questão, gente. Não tem outro jeito, tá? Não tem outro jeito."

Com quem a gente escreve sobre o TRF1

Somos a CP Iuris, escola de preparação para as carreiras jurídicas fundada em 2015, em Brasília.

Quem assina esta página é Samer Agi, cofundador da escola: aprovado em 3º lugar aos 25 anos no concurso para juiz substituto do TJDFT, com posse em 2013, cerca de oito anos de magistratura e passagem como juiz instrutor no STJ.

O conteúdo de carreira e de prova desta página vem dos magistrados citados no corpo, cada um com papel e data.

A régua é sempre a mesma: a gente não publica o edital, a gente destrincha o edital. Aqui fica o que se repete em toda edição, e vaga, data, banca contratada e remuneração saem do edital do próprio tribunal.

Fontes: as cinco aulas e bate-papos do canal da CP Iuris no YouTube que sustentam esta página, publicados em 23 de abril de 2018, 3 de fevereiro de 2021 e 15, 16 e 17 de março de 2023. Vaga, data de prova, banca contratada e valor de remuneração saem do edital publicado pelo próprio tribunal: confira sempre o edital vigente antes de tomar decisões sobre a sua inscrição.