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Guia estadual · Cartórios SP

Concurso Cartório SP: o que se repete em toda edição

O concurso de cartório em São Paulo é o concurso de outorga das delegações de notas e de registro do estado, conduzido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. São três fases: a objetiva, depois a escrita e prática, e por último a oral.

3 grupos de serventia
a divisão da segunda fase paulista
Balcão de atendimento de uma serventia extrajudicial paulista, com os livros de registro encadernados na estante ao fundo e o carimbo de autenticação sobre a bancada
O balcão de uma serventia extrajudicial de São Paulo, a delegação que a gente destrincha nesta página.

Provimento e remoção correm dentro do mesmo certame. E a marca paulista aparece na segunda fase, dividida em 3 grupos de serventia.

Três coisas fazem São Paulo diferente, e é nelas que esta página fica. O edital daqui não fixa data de corte de legislação. A banca pede resolução de caso, não literalidade decorada. E o Código de Normas da Corregedoria separa nota boa de nota mediana.

Quem pode prestar, o que é o ENAC e como se treina a fase escrita em geral estão no guia do concurso de cartório.

Data de inscrição, número de vagas, taxa e quem organiza o certame a gente não carrega. Isso muda a cada edital e mora no site do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo. Este guia está atualizado em julho/2026.

Dá para prestar o TJSP sem ENAC?

Não dá. Sem o certificado do ENAC em mãos você não se inscreve no concurso do TJSP: a habilitação é exigida no momento da inscrição.

Catarina Marino, registradora civil de pessoas naturais em São Paulo, aprovada no certame paulista e no exame nacional, montou o cenário sem rodeio no bate-papo da CP Iuris publicado em 14 de julho de 2026:

Agora imagine a serventia X fica vaga, você não prestou o ENAC, abre o edital do concurso de São Paulo e você não pode se inscrever, porque precisa prestar o ENAC.
Vídeo: como conciliar os estudos para o ENAM e para o ENAC Assistir no YouTube

Como conciliar os estudos para o ENAM e para o ENAC, no bate-papo da CP Iuris publicado em 14 de julho de 2026. Abrir no canal da CP Iuris.

O portão é este:

O portão do ENAC no certame paulista
O que a habilitação permite, disputar as provas de cartório estaduais, entre elas a de São Paulo.
Quando ela é exigida, no momento da inscrição no concurso.
Por quanto tempo vale, o certificado tem 6 anos de validade, o que dá para disputar mais de um edital paulista dentro da mesma janela.

Daí a orientação para quem ainda não se sente pronto: veja a importância de prestar desde o primeiro o que aparecer. Não se sentir preparado não muda a conta, faça, faça, porque pode ser que você passe, pode ser que o próximo fique difícil. A vacância de uma serventia não avisa.

O que o exame cobra e se ele substitui a prova do tribunal ficam no guia do concurso de cartório e nas páginas do cluster do ENAC, com o edital do exame destrinchado à parte.

Aqui a gente trata do portão paulista: é a habilitação que decide se você chega a se inscrever.

A prova de SP cobra decoreba?

A prova do TJSP não cobra decoreba: cobra resolução de caso e aplicação da norma.

Mário, tabelião de protesto e anfitrião do bate-papo ao vivo de reação à primeira fase, publicado em 8 de julho de 2024, resumiu o que a banca fez:

foi uma prova que exigia resolução de casos e não somente a memorização de texto de lei o que já nos dá uns indicativos aí para uma segunda fase

Andrea Gilioti, professora do curso e que prestou a mesma prova, completou por onde se estuda, na mesma conversa:

eu acho que com o estudo da letra da lei dava para fazer uma prova tranquila e não caiu muita jurisprudência, decisões

Ou seja: lei seca e norma resolvem a maior parte, jurisprudência pesa pouco. O que decide é conseguir aplicar.

E tem o ângulo que a banca paulista repete: ela cobra o candidato como se ele já estivesse dentro da serventia, sabendo qual a sua responsabilidade, o que ele tem que se preocupar. Responsabilidade e princípios voltam edição após edição.

Quem estuda para a magistratura estadual já tem a base. O que muda em São Paulo é a exigência de responder como notário ou registrador, não como candidato.

O desenho geral da carreira continua no guia do concurso de cartório.

Por que SP não tem data de corte?

O edital do TJSP não fixa data de corte de legislação: vale a norma em vigor no dia da prova.

Andrea Russo Gagliardi, coordenadora do preparatório de São Paulo, disse onde a regra está, ou melhor, onde ela não está, no bate-papo ao vivo publicado em 8 de julho de 2024:

O Estado de São Paulo não tem essa limitação, não tem, a gente não tem isso no edital.

Ela contrasta com outros estados. O exemplo que dá é o Rio Grande do Sul, onde a norma congela na data da edição do edital.

Duas consequências práticas em São Paulo, e as duas mudam rotina:

  • Norma nova continua entrando. Alteração normativa publicada depois do edital segue sendo matéria de prova, então acompanhar legislação não é zelo, é parte do programa.
  • Material envelhece mais rápido aqui do que num estado com corte. O que você estudou no começo do ciclo precisa de revisão antes da prova.

Onde a banca de SP busca as questões?

A banca paulista busca as questões na norma estadual: o Código de Normas e as normas de serviço da Corregedoria, mais as decisões da Corregedoria e do Conselho Superior da Magistratura de São Paulo.

Larissa, coordenadora do curso de Mato Grosso, comentando o que a prova de São Paulo mostrou, apontou o divisor no bate-papo ao vivo publicado em 8 de julho de 2024:

porque aqui em São Paulo nós vimos que quem já tinha a prática ou o dia a dia do Código de Normas, esse vai ser fundamental para uma boa nota.

Mário, tabelião de protesto, contou na mesma conversa de onde veio o método que ele usa, uma dica que recebeu logo depois de ser aprovado:

São Paulo, conheça as decisões da Corregedoria e conheça as decisões do Conselho Superior da Magistratura.

Ou seja: essas decisões caem, elas são cobradas na prova, muitas vezes a questão prática é feita em cima das decisões.

1
Lei federal
a base comum a qualquer estado, e por isso a camada que não distingue São Paulo de nenhum outro.
2
Código de Normas e normas de serviço da Corregedoria paulista
a camada estadual que organiza o dia a dia da serventia, e que separa nota boa de nota mediana.
3
Decisões da Corregedoria e do Conselho Superior da Magistratura
a camada de onde a questão prática costuma nascer.

Isso reordena o estudo. Lei federal é base comum a qualquer estado. É fundamental que se conheça o que foi debatido dentro do estado.

Decisões que viram questão prática
2 órgãos
Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo e Conselho Superior da Magistratura, no bate-papo ao vivo da CP Iuris publicado em 8 de julho de 2024.

O Código de Normas paulista e as decisões dos dois órgãos são a camada que só existe aqui, e é essa camada que a banca usa para separar quem lê norma de quem convive com ela.

O que decide a primeira fase?

As disciplinas específicas de direito notarial e registral decidem a primeira fase do TJSP. As gerais aparecem em bloco visivelmente menor.

Larissa, coordenadora do curso de Mato Grosso, comentando o que a prova de São Paulo mostrou, colocou a conclusão em uma linha no bate-papo ao vivo publicado em 8 de julho de 2024:

então você fazendo ali um bom número nas específicas do direito notarial e registral ajuda muito passar na primeira fase.
Vídeo: bate-papo ao vivo sobre a primeira fase do concurso de cartório do TJSP Assistir no YouTube

Bate-papo ao vivo sobre a primeira fase do concurso de cartório do TJSP, publicado em 8 de julho de 2024. Abrir no canal da CP Iuris.

Só que isso demonstra que o preparo tem que ser completo, e a mesma conversa dá os dois lados:

O que decide
O bloco notarial e registral
estudado por doutrina e por lei seca.
O que complementa
As disciplinas gerais
com pouca jurisprudência cobrada.

E tem um detalhe de forma que entra na conta do tempo: os enunciados paulistas são longos e exigem gestão de tempo, quem se perdeu no tempo acabou tendo dificuldade de terminar a prova.

Treinar questão extensa com relógio faz parte do preparo.

O que a gente não faz é estimar quantas questões cada disciplina recebe. Essa distribuição é decisão de cada edital do TJSP, e é lá que você confere.

Como é a segunda fase em SP?

A segunda fase de São Paulo se divide por grupo de serventia, e é daí que vem o desenho próprio dela. São 3 grupos:

Fonte: bate-papo ao vivo da CP Iuris publicado em 8 de julho de 2024.
GrupoServentias que o grupo reúne
Grupo 1Notas e protesto
Grupo 2Registro de imóveis, títulos e documentos e registro civil de pessoas jurídicas
Grupo 3Registro civil

Você escolhe o grupo, e o grupo define o que você vai treinar nos meses entre uma fase e outra.

O formato da prova é o mesmo para todos: dissertação, caso prático e duas questões. E tudo manuscrito, do começo ao fim.

A consequência de estudo é direta: dominar registro de imóveis não ajuda quem vai prestar pelo Grupo 3.

A escolha do grupo é uma decisão de carreira tomada meses antes da prova.

Como se treina a fase escrita e a oral em geral está no guia do concurso de cartório. Aqui fica o recorte paulista.

O que estudar entre as duas fases?

A janela entre a objetiva e a escrita, em São Paulo, é tempo de treino por grupo de serventia, não de escolher caminho.

Você entra nela com o grupo já definido na inscrição e treina só o que aquele grupo cobra: dominar registro de imóveis não adianta para quem vai prestar pelo Grupo 3. E tem que trabalhar com prazo curto, né, para se preparar e estruturar o seu estudo dentro desse recorte.

Quanto tempo esse intervalo costuma durar entre uma edição e outra já está no guia do concurso de cartório, e é de lá que sai essa medida.

São dois trabalhos, e o segundo vem da regra paulista:

  • Treinar pelo grupo escolhido, porque o programa da escrita e prática segue o recorte do grupo.
  • Acompanhar norma nova, porque o edital paulista não fixa data de corte de legislação: vale a norma em vigor no dia da prova, inclusive na prova da segunda fase. Norma que muda dentro desse intervalo entra no que você vai responder.
O calendário, data de inscrição, data de cada prova, prazo de recurso, sessão de escolha e posse, é de cada edital e sai no site do próprio TJSP. A gente não estima nenhuma dessas datas nem publica contagem regressiva.

Provimento e remoção caem no mesmo certame?

Caem. Provimento e remoção correm no mesmo certame em São Paulo, e a prova de remoção vem logo depois da de provimento.

Isso vale para o conteúdo e para a forma: em geral, entre as duas provas não há uma grande mudança de padrão, porque elas costumam ser elaboradas pelas mesmas pessoas.

O material de estudo é o mesmo, e provas anteriores de uma via servem de treino para a outra: são 2 vias dentro do mesmo certame.

Para quem já é titular, dá para preparar as duas na mesma janela, e quem decide disputar remoção não estuda um programa paralelo.

A fração de serventias que a remoção tem reservada por previsão legal, e por que entrar por uma serventia menor e remover depois é estratégia de carreira e não plano B, a gente explica no guia do concurso de cartório.

Quantas serventias cada via recebe em cada certame paulista o material da casa não tem. Essa repartição sai do edital do TJSP, e é lá que você confere.

O que só o edital do TJSP diz?

Oito informações que você provavelmente veio procurar sobre o concurso do TJSP não estão nesta página. A gente prefere nomear cada ausência a preencher campo sem lastro, e dizer onde ela se confere: no edital do TJSP e nos atos do próprio tribunal.

A régua aparece logo no primeiro item, o dos requisitos legais de ingresso: sobre a via de quem não é bacharel, a gente não afirma de memória quantos anos ela exige nem o que comprova esse tempo.

1
Requisitos legais de ingresso na atividade notarial e registral , inclusive a via aberta a quem tem anos de atividade em serventia e não é bacharel. Confere-se no edital do TJSP e nos atos do próprio tribunal.
2
Como se forma a renda de uma serventia paulista sob o regime de emolumentos. Confere-se no edital do TJSP e nos atos do próprio tribunal.
3
A proporção entre serventias de provimento e de remoção em cada certame. Confere-se no edital do TJSP.
4
A tabela de títulos com pontuação e os documentos comprobatórios de cada item. Confere-se no edital do TJSP.
5
A distribuição de questões por disciplina na prova objetiva. Confere-se no edital do TJSP.
6
O que o exame de personalidade apura. Confere-se no edital do TJSP e nos atos do próprio tribunal.
7
Como funciona a arguição oral em sessão pública. Confere-se no edital do TJSP.
8
Como corre a sessão de escolha da serventia. Confere-se no edital do TJSP e nos atos do próprio tribunal.
Fora da lista ficam os quatro dados de sempre: data de inscrição, número de vagas, taxa e quem organiza o certame. Eles mudam a cada edição e só existem depois que o edital sai, e é por isso que não moram numa página de guia. O lugar de conferir é o site do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo.

Por onde começar a estudar para o TJSP?

A ordem de ataque para o TJSP começa fora de São Paulo: pelo ENAC, porque sem o certificado você não se inscreve. Depois vem a base comum às carreiras jurídicas, o bloco notarial e registral, e só no fim o degrau estadual.

A base comum pesa porque o direito civil e consequentemente o código civil, né, é um ponto comum para a grande maioria dos concursos.

ENAC, a habilitação nacional. Sem o certificado em mãos você não se inscreve no TJSP; é a única etapa que acontece antes da inscrição.
Base comum às carreiras jurídicas. Quem estuda para a magistratura estadual já tem esse degrau quase pronto.
Bloco notarial e registral, por lei seca e doutrina. É onde a primeira fase paulista se decide.
Código de Normas da Corregedoria e decisões da Corregedoria e do Conselho Superior da Magistratura. O degrau estadual, que vem por último e separa nota boa de nota mediana.

Larissa, coordenadora do curso de Mato Grosso, fechou o método, no bate-papo ao vivo publicado em 8 de julho de 2024, com o que fazer no fim do ciclo:

doutrina, pegar algumas provas anteriores, dar uma verificada, os temas também que foram cobrados nessa primeira fase, pegar prova de promoção, de provimento

As duas vias servem de banco de temas uma para a outra.

As regras gerais de treino manuscrito e de prova oral estão no guia do concurso de cartório. O que é de São Paulo é a ordem: o degrau estadual vem por último, e é ele que separa nota boa de nota mediana.

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Perguntas frequentes sobre concurso de cartório SP

O certificado do ENAC dá para mais de um edital paulista?

Dá. O certificado do ENAC vale 6 anos, e essa janela costuma atravessar mais de um ciclo de edital em São Paulo.

Quem se habilita não precisa refazer o exame a cada certame paulista que abrir: dá para prestar várias provas durante o período de validade da habilitação, e o que muda é o edital do TJSP.

O que o exame cobra e como ele funciona ficam nas páginas do cluster do ENAC. Aqui o que interessa é o efeito no seu planejamento, prestar cedo tira do caminho a única etapa que acontece antes da inscrição.

O edital de São Paulo tem data de corte de legislação?

Não tem. Em São Paulo vale a norma em vigor no dia da prova.

Andrea Russo Gagliardi, coordenadora do preparatório de São Paulo, foi direta sobre isso no bate-papo ao vivo publicado em 8 de julho de 2024: "O Estado de São Paulo não tem essa limitação, não tem, a gente não tem isso no edital."

Outros estados fazem diferente: no exemplo que Andrea Russo Gagliardi dá, o Rio Grande do Sul congelou a legislação na data de edição do edital. Na prática, alteração normativa publicada depois do edital continua sendo matéria de prova em São Paulo.

O que a banca do TJSP espera de quem já está na serventia?

Que você responda como notário ou registrador, não como candidato.

A prova paulista repete um ângulo: cobra o candidato como se ele já estivesse dentro da atividade, com foco recorrente em responsabilidade e princípios.

Para quem já trabalha em serventia, isso é vantagem: nas provas paulistas, quem realmente está na atividade teve maior facilidade, e a rotina do balcão é o repertório que a questão pede. Para quem vem de fora, é o ajuste mais caro do preparo, saber a norma não basta, é preciso saber o que se faz com ela quando o ato chega.

A escolha do grupo de serventia muda o que eu estudo?

Muda tudo o que você treina da segunda fase em diante. São 3 grupos:

Grupo 1, notas e protesto.

Grupo 2, registro de imóveis, títulos e documentos e registro civil de pessoas jurídicas.

Grupo 3, registro civil.

Você presta pelo grupo que escolheu, e o programa da escrita e prática segue esse recorte: dominar registro de imóveis não ajuda quem vai prestar pelo Grupo 3. Como o grupo é definido na inscrição, a escolha é uma decisão de carreira tomada meses antes da prova.

Quem já é titular de cartório presta no mesmo concurso?

Presta. Em São Paulo provimento e remoção correm dentro do mesmo certame, com a prova de remoção logo depois da de provimento.

O padrão praticamente não muda entre as duas, porque as provas costumam ser elaboradas pelas mesmas pessoas, e prova anterior de uma via serve de treino para a outra.

Para o titular, dá para preparar as duas na mesma janela, sem programa paralelo. Quantas serventias cada via recebe é decisão de cada edital do TJSP.

Norma que muda entre as fases entra na prova?

Entra. Como o edital paulista não fixa data de corte de legislação, vale a norma em vigor no dia da prova, inclusive na prova da segunda fase, então alteração publicada dentro do intervalo entre as fases é matéria válida.

Isso dá dois trabalhos à janela: treinar manuscrito pelo grupo de serventia que você escolheu e acompanhar norma nova.

Quanto tempo esse intervalo costuma levar está no guia do concurso de cartório; o calendário de cada edição sai no edital do próprio TJSP.

Quantas vagas o próximo concurso do TJSP vai abrir?

Essa informação esta página não carrega, e não é esquecimento.

Número de vagas, data de inscrição, taxa e quem organiza o certame mudam a cada edição e só existem depois que o edital sai, publicá-los num guia é servir dado que envelhece na semana seguinte.

O lugar certo de conferir é o site do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo. Aqui fica o que se repete edição após edição, que é o que dá para estudar antes de o edital sair.

Quem assina esta página com a gente

Samer Agi
Advogado, ex-delegado de polícia em Goiás e ex-juiz de direito do TJDFT · cofundador da CP Iuris

Quem assina esta página com a gente é Samer Agi, advogado, cofundador da CP Iuris e ex-juiz de direito do TJDFT, aprovado em 3º lugar aos 25 anos no concurso para juiz substituto e empossado em 25 de novembro de 2013.

Antes da magistratura, ele foi delegado de polícia em Goiás desde novembro de 2010. Depois vieram cerca de oito anos julgando no Distrito Federal, com passagem como juiz instrutor no STJ, e a cofundação da CP Iuris em 2015.

É essa dupla travessia, a banca do lado de fora e a cadeira do lado de dentro, que organiza a régua desta página: a gente destrincha o que se repete em toda edição do concurso do TJSP e devolve ao edital o que é de cada edição.

Data de inscrição, número de vagas, taxa e quem organiza cada certame saem do site do próprio tribunal.