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Guia do concurso · Procurador de Alagoas

Concurso PGE-AL: o cargo de Procurador do Estado por dentro

A gente não publica vaga, banca nem data. A gente destrincha o que se repete de um edital para o outro no concurso de Procurador de Alagoas.

Constituição Federal aberta ao lado de uma pilha de autos e de uma caneta preta sobre uma mesa de madeira clara

Como funciona o concurso da PGE-AL?

O concurso da PGE-AL seleciona procuradores do Estado de Alagoas.

Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, leu o edital em análise na live de 20 de abril de 2026 e o chamou de "um edital clássico de procuradorias": prova objetiva, discursiva com peça ou parecer, prova oral e avaliação de títulos ao final.

Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, generaliza na aula publicada em 23 de julho de 2021: "os concursos geralmente possuem três ou quatro fases".

Objetiva, dissertativa, oral. Essa é a ordem que Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, descreve na live publicada em 19 de julho de 2025, sobre outro certame de procuradoria.

Nenhuma das duas falas descreve a próxima edição da PGE-AL.

Vaga, banca, taxa, data e o desenho de cada prova pertencem ao edital. A gente diz onde conferir, em vez de cravar número que envelhece.

O recorte é um só: o cargo de Procurador do Estado e o que se repete entre editais.

O que esta página não publica

Esta página não publica dado de edição, e a lista é nominal: contagem de vagas e de cadastro de reserva, banca contratada, valor de taxa, janela de inscrição, datas e locais de prova, cláusulas de barreira, número de questões da objetiva, número de linhas da questão discursiva e da peça, pontuação de cada fase, lista de disciplinas do conteúdo programático, quadro de títulos e nota de corte.

Tudo isso muda de um edital para o outro. O documento que decide é o edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas.

Sobre quem organiza o certame, nenhuma das cinco fontes desta página grafa de forma legível o nome da banca da PGE-AL. A gente não afirma isso de nenhuma edição: nem pelo histórico, nem por dedução, nem copiando de página de terceiro.

E isso envelhece rápido. A live de 20 de abril de 2026 anunciava uma data de prova, e os três guias lidos para montar esta página, baixados depois, já registram uma retificação que a mudou.

Se o seu alvo é outra procuradoria, o hub /concurso-procuradorias/ reúne o cluster, e as irmãs mais próximas são a PGE Mato Grosso e a PGE São Paulo. Do lado da magistratura em Alagoas, o que a gente já tem escrito é o TJAL.

Quem pode prestar o concurso?

O requisito que este material sustenta para a PGE-AL é o bacharelado em Direito. Prática jurídica, não.

  1. Bacharelado em Direito. Um espectador perguntou se dava para prestar com tecnólogo. Quem respondeu foi Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e professora da CP Iuris, ao vivo em 26 de dezembro de 2024: "Precisa ter formação jurídica, precisa ser bacharel em direito".
  2. Prática jurídica não é exigida. Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, é direta na live de 20 de abril de 2026: "Não exige prática jurídica, isso é uma baita oportunidade para quem também está vindo do histórico de estar migrando, de analista".
  3. Isso não é exceção de Alagoas. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, dá a regra geral na aula publicada em 23 de julho de 2021: "Porque a maioria delas não exige prática jurídica. E as que exigem... aceitam o estágio que vocês podem fazer durante a graduação."
  4. Sobre a OAB, um limite fica escrito. Nenhuma das cinco fontes desta página exige inscrição na OAB nominalmente para a PGE-AL. Onde o tema aparece nelas, ou o assunto é outra procuradoria, ou a fala é genérica sobre a carreira.
  5. A palavra final é do edital. O que a sua edição exige está no edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas.
Não é evasiva: é o que as fontes desta página sustentam, e nada além.
Vídeo: panorama dos concursos jurídicos de 2025, com a PGE-AL nomeada Assistir no YouTube

Concursos Jurídicos 2025: Dicas e Oportunidades Imperdíveis com a Profª Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e professora da CP Iuris, ao vivo em 26 de dezembro de 2024. Abrir no canal da CP Iuris.

Quais são as etapas do concurso?

A sequência que se repete nas procuradorias tem três ou quatro fases.

A resposta é genérica, e quem a dá é Rafael Rocha, procurador federal na Procuradoria Regional Federal da 1ª Região e professor de direito ambiental da CP Iuris desde 2016, respondendo a um aluno na aula publicada em 23 de julho de 2021:

"os concursos geralmente possuem três ou quatro fases"

— Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, na aula publicada em 23 de julho de 2021

Prova objetiva, que abre o certame.
Segunda fase, dissertativa e escrita, com peça ou parecer.
Prova oral.
Prova de títulos, que fecha.

A divisão padrão quem descreve é Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, na live publicada em 19 de julho de 2025, comentando outro certame da mesma família:

"E essa já é uma prova que divide, primeira fase objetiva, segunda fase dissertativa, escrita e terceira fase oral."

— Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, na live publicada em 19 de julho de 2025

O que vem depois da oral, na leitura que Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, fez do edital de Alagoas em 20 de abril de 2026:

"vai vir uma prova de títulos, que ela somente classificatória e, sim, vale muito pouco ponto."

— Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, na live de 20 de abril de 2026

A condição de origem viaja junto: a divisão que Leonardo Leão descreve foi dita sobre outro certame de procuradoria, e nada disso é o desenho declarado da próxima edição da PGE-AL.

Quantas questões, quantos pontos e que corte a sua edição terá é decisão de cada certame: você precisa estar atento ao edital quando ele sair.

Como é a prova oral?

A prova oral assusta. Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, abre o assunto na live publicada em 19 de julho de 2025 propondo justamente desarmar esse medo:

"eu vou falar um pouco sobre prova oral para tentar tirar um pouco esse... esse medo que alguns alunos têm"

— Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, na live publicada em 19 de julho de 2025

O que muda de edital para edital é o desenho dela.

Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, registrou na live de 20 de abril de 2026 que sortear o ponto com antecedência é prática comum nos concursos de magistratura e não é tão comum no concurso de procuradoria, e que o edital que ela analisava tinha previsto isso.

A consequência de método vale sempre que um edital previr: a antecedência vira tempo de revisão. Por isso as revisões precisam estar em dia quando a oral chega.

Ana Luisa leu as matérias que viu na oral daquele edital como "basicamente o núcleo duro de procuradorias". A leitura generaliza; a lista é daquela edição e não entra aqui.

A antecedência do sorteio, o número de questões e o limite de aprovados que chegam à oral são do edital analisado, não da carreira. O desenho da sua edição está no edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas.

O que faz um procurador do Estado?

O procurador do Estado é parte no processo, não árbitro dele.

Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná por aproximadamente seis anos, ex-analista e ex-técnico administrativo do MPU e professor de direito administrativo da CP Iuris, marca isso na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021: o advogado público "representa os interesses do Estado", e faz isso "tanto judicialmente quanto extrajudicialmente, tanto no consultivo quanto no litigioso, contencioso".

Contencioso
É volume, e a frase é de Daniel Mesquita, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021: "Elaboração de muitas peças, é muito volume de trabalho na procuradoria do Estado".
Consultivo
O ritmo é outro. Os prazos não são fatais, e o dia a dia tem reuniões com políticos, com secretário de Estado. A atuação geralmente é em um número mais reduzido de processos, mas com bastante profundidade, porque você precisa fazer o parecer bem robusto, bem alimentado, que efetivamente permita uma tomada de decisão bem fundamentada. Daniel Mesquita descreve o que essa frente produz: o parecer que diz ao gestor "se aquilo que ele quer fazer é legal ou ilegal".

A distinção que Daniel Mesquita faz questão de marcar é a que separa o cargo da política. É advogado do Estado, e a frase é curta:

"Não advogado do governo"

— Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021

A rotina descrita aqui é a que ele viveu na Procuradoria do Estado do Paraná. As cinco fontes desta página não descrevem a rotina interna da PGE-AL.
Vídeo: a carreira de procurador do Estado e a rotina do cargo por dentro Assistir no YouTube

Semana do Universitário - Prof. Daniel Mesquita - A Carreira de Procurador, com Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, aula publicada em 3 de fevereiro de 2021. Abrir no canal da CP Iuris.

Procurador do Estado pode advogar?

Pode, com o limite na mesma frase.

Férias declaradas para a PGE-AL
60 dias de férias
o benefício que Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, afirmou para a PGE-AL na live de 20 de abril de 2026.
  • A advocacia privada não é vedada. Ana Luisa, na mesma live de 20 de abril de 2026: "Além disso, tem 60 dias de férias que você ainda tem tempo e ainda sobra espaço para advogar porque não é vedado."
  • O limite é atuar contra o ente que se representa. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, dá a regra na aula publicada em 23 de julho de 2021: o procurador "pode atuar na área criminal, na área trabalhista, na área previdenciária, na área civil, mas ele não pode atuar contra o Estado que ele faz a defesa".
  • A jornada declarada vem com a ressalva colada. Ana Luisa: "Tem uma carga horária de 20 horas semanais, é claro que nas procuradorias isso é um pouco quase assim, digamos, fictício, porque você cumpre prazos, né?"
  • As férias têm corroboração, e ela é hedgeada. Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, na live publicada em 19 de julho de 2025: "ao que eu me recordo aqui ele inclusive tem um benefício de 60 dias de férias não sei se ainda tem preciso olhar na legislação deles".
O hedge é da própria fonte e fica onde está. O regime vigente para quem toma posse está na legislação estadual.

Quanto ganha um procurador em Alagoas?

As duas declarações datadas põem a remuneração inicial da PGE-AL em torno de 30 mil reais. Nenhuma das duas é valor de hoje.

Em 26 de dezembro de 2024. Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal, disse ao vivo:

"vejam aí a remuneração inicial para Procurador do Estado de Alagoas, pessoal, 30 mil reais, é o mesmo patamar de remuneração de concursos da magistratura, do Ministério Público"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e professora da CP Iuris, ao vivo em 26 de dezembro de 2024

Algumas frases depois, ao chegar na PGE do Piauí, ela equipara os dois estados e fala em "quase 30 mil reais": a aproximação é dita sobre o Piauí, e Alagoas entra como termo de comparação.

Na aula publicada em 23 de julho de 2021. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, já dava o mesmo número sobre um edital então publicado:

"a remuneração inicial é de 30 mil reais, ganha honorários e pode advogar"

— Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, na aula publicada em 23 de julho de 2021

E é ele quem define a composição:

"a remuneração, que é o subsídio, e os honorários"

— Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, na aula publicada em 23 de julho de 2021

Michelle Tonon avisa por que o número não fecha a conta:

"este salário, às vezes, ele não vai representar exatamente o que você vai ganhar no final do mês"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e professora da CP Iuris, ao vivo em 26 de dezembro de 2024

Esta página não publica cifra corrente nem valor com centavos. O valor de edital é a base, não o que se recebe, e o vigente está na tabela de subsídio publicada pelo próprio órgão.
Vídeo: a carreira de procurador, com o edital de Alagoas citado Assistir no YouTube

Semana do Universitário - A Carreira de Procurador - Prof. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, aula publicada em 23 de julho de 2021. Abrir no canal da CP Iuris.

Como a carreira se compara às vizinhas?

Cada carreira do sistema de justiça faz uma coisa.

Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, separa as quatro num parágrafo só, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021:

"O juiz decide, é imparcial, entrega o bem da vida, o Ministério Público defende a sociedade, a defensoria defende os hipossuficientes, as pessoas mais carentes"

— Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021

E o advogado público representa os interesses do Estado.

As quatro carreiras do sistema de justiça, na separação que Daniel Mesquita faz na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021.
CarreiraO que ela fazQuem disse, e quando
Juiz Decide, é imparcial, entrega o bem da vida Daniel Mesquita, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021
Ministério Público Defende a sociedade Daniel Mesquita, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021
Defensoria Pública Defende os hipossuficientes, as pessoas mais carentes Daniel Mesquita, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021
Advocacia pública (procurador do Estado) Representa os interesses do Estado, no judicial e no extrajudicial, no consultivo e no contencioso Daniel Mesquita, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021

Daniel Mesquita fala de dentro de dois desses cargos, e o contraponto vem com o hedge dele mesmo:

"me parece então que eu posso dizer que a carga emocional da atuação do defensor é um pouco mais pesada do que a do procurador do Estado."

— Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021

O movimento de migração é conhecido. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, registra na aula publicada em 23 de julho de 2021:

"juízes fazem concursos para se tornarem procuradores, promotores fazem concursos para se tornarem procuradores"

— Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, na aula publicada em 23 de julho de 2021

Agora o limite. Nenhuma das cinco fontes desta página põe as quatro carreiras lado a lado por remuneração com valores comparáveis, nem compara essas carreiras por periodicidade de certame ou por nota de corte.

As comparações pontuais delas já estão onde esta página fala de remuneração.

Como estudar para essa prova?

A divisão de carga horária é desigual de propósito.

A divisão de carga horária entre as fases
80% / 20%
a divisão entre a primeira e a segunda fase que Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, formada em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, recomendou na live de 20 de abril de 2026, porque a objetiva é a peneira do concurso.
Divida a carga horária. Ana Luisa monta assim: "organizaria assim o meu cronograma, 80% da cargo horário focada na primeira fase e 20% da cargo horário focada na segunda fase." A razão é a peneira. É na objetiva que o campo se estreita.
Monte um tripé por tema. Lei, jurisprudência e a aplicação prática do fundamento: "não basta mais decorar a tese você tem que decorar os fundamentos".
Leia lei seca de forma corrida. Dentro dos 80%, a maior fatia vai para a leitura corrida da legislação, separada do próprio edital.
Treine toda semana. "eu sugiro que você faça pelo menos um simulado de objetivo e um simulado de discursiva na semana".
Na semana da prova, fixe. A instrução muda no fim: é muito mais a hora de fixar uma informação do que realmente absorver coisas novas.
Ela mesma registra o alcance do método: as dicas foram feitas para aquele edital, mas se aproveitam em outras provas de procuradoria.
Vídeo: como se preparar para a PGE-AL, fase a fase Assistir no YouTube

Como se preparar para a PGE/AL, com Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, live de 20 de abril de 2026. Abrir no canal da CP Iuris.

O que a banca costuma cobrar?

Ler o estilo da prova vale tanto quanto ler a matéria. Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, resume o exercício na live de 20 de abril de 2026:

"é legal também você identificar as interpretações que a banca dá e o padrão de cobrança"

— Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, na live de 20 de abril de 2026

Duas coisas se repetem, segundo ela. A terceira é o hábito que ela usava para enxergar as duas.

  1. O mesmo tema volta em formatos diferentes. O que caiu na discursiva de uma edição reaparece na objetiva da seguinte: pegam o mesmo julgado e cobram em diferentes formatos.
  2. Uma palavra troca dentro do artigo. O tipo de prazo muda; "às vezes ela troca um exceto e ele inclui, exclui". É por isso que ela põe a leitura de lei seca no topo da lista: "é a melhor forma e a forma mais rápida de alavancar sua pontuação".
  3. Marque no código o artigo já cobrado. Uma bolinha ao lado do artigo depois de cada questão corrigida, e em pouco tempo o padrão aparece sozinho na margem.
Qual banca organiza a sua edição está no edital. Esta página não nomeia banca nenhuma.

Como a gente prepara para procuradorias?

A gente acompanha o percurso inteiro: objetiva, discursiva e prova oral.

Método CPA
lançado em 2024: identifica o perfil do aluno e monta o caminho sob medida, em vez de entregar um cronograma único.
Tecnologia Pontes
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Banco de questões
Mais de 20.000 questões no banco.

E a razão de esta página existir é a mesma razão de a gente ter procuradores e ex-procuradores dando aula: quatro das cinco aulas que a sustentam foram dadas por gente que declara o próprio cargo dentro do vídeo.

FAQ: dúvidas sobre o concurso da PGE-AL

A PGE-AL exige três anos de prática jurídica?

Não, segundo a fonte mais recente deste material. Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, foi direta na live de 20 de abril de 2026: "É uma procuradoria que não exige nenhuma prática jurídica."

O requisito que este material sustenta é o bacharelado em Direito, respondido por Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal, ao vivo em 26 de dezembro de 2024: "Precisa ter formação jurídica, precisa ser bacharel em direito".

Sobre a inscrição na OAB, nenhuma das cinco fontes desta página a exige nominalmente para a PGE-AL. Onde o tema aparece nelas, ou o assunto é outra procuradoria, ou a fala é genérica sobre a carreira. O que a sua edição exige de prática e de inscrição está no edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas.

Dá para prestar procuradoria recém-formado?

Em boa parte das procuradorias, sim. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, explica na aula publicada em 23 de julho de 2021 que a maioria dessas provas não exige prática jurídica, e que as que exigem aceitam o estágio feito durante a graduação.

Ele cita colegas procuradores federais que entraram assim: "Passaram na faculdade, tomaram posse logo depois que se graduaram."

Para a PGE-AL, a fonte mais recente deste material diz que não há exigência de prática. A palavra final é a do edital da sua edição.

Procurador do Estado de Alagoas pode advogar?

Pode, com um limite que vem na mesma frase. Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, afirmou na live de 20 de abril de 2026 que na PGE-AL "ainda sobra espaço para advogar porque não é vedado".

O limite quem dá é Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, na aula publicada em 23 de julho de 2021: o procurador pode atuar em várias áreas, "mas ele não pode atuar contra o Estado que ele faz a defesa".

E Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, lembra na live publicada em 19 de julho de 2025 que isso varia de procuradoria para procuradoria: "vocês precisam estar atentos à possibilidade da advocacia privada". É item a conferir em cada concurso.

Quanto ganha um procurador do Estado de Alagoas?

Esta página não publica cifra corrente. O que ela sustenta são duas declarações datadas, ambas em torno de 30 mil reais.

Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal, disse ao vivo em 26 de dezembro de 2024 que a remuneração inicial para Procurador do Estado de Alagoas era de "30 mil reais", "o mesmo patamar de remuneração de concursos da magistratura, do Ministério Público". Algumas frases depois, ao chegar na PGE do Piauí, ela equiparou os dois estados e falou em "quase 30 mil reais": a aproximação foi dita sobre o Piauí, e Alagoas entrou como termo de comparação. Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, já dava o mesmo número na aula publicada em 23 de julho de 2021.

A própria Michelle Tonon avisa que "este salário, às vezes, ele não vai representar exatamente o que você vai ganhar no final do mês": a remuneração de procurador se compõe de subsídio mais honorários. O valor vigente está na tabela de subsídio publicada pelo próprio órgão.

Quantas vagas o concurso da PGE-AL oferece?

Esta página não publica contagem de vagas de edição nenhuma.

Uma das cinco fontes anuncia o quantitativo do edital que estava em análise em abril de 2026, com a divisão entre provimento imediato e cadastro de reserva. Esse número descreve aquela edição, não a próxima.

Quantas vagas a sua edição abre, quantas ficam em cadastro de reserva e em que prazo está no edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas, junto com a taxa, a janela de inscrição e as datas de prova.

Qual banca organiza o concurso da PGE-AL?

Esta página não afirma qual banca organiza nenhuma edição.

Nenhuma das cinco fontes desta página grafa de forma legível o nome da banca da PGE-AL, e a banca contratada é decisão de cada certame. Quem organiza a sua edição está no edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas.

O que a página entrega no lugar é a leitura do estilo de prova que se repete entre editais.

O que um procurador do Estado faz no dia a dia?

Duas frentes. Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, explica na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021 que o advogado público representa os interesses do Estado "tanto judicialmente quanto extrajudicialmente, tanto no consultivo quanto no litigioso, contencioso".

O contencioso é volume de peças. O consultivo tem menos processos, mais profundidade e prazos que não são fatais, e produz o parecer que diz ao gestor "se aquilo que ele quer fazer é legal ou ilegal".

A rotina que ele descreve é a que viveu na Procuradoria do Estado do Paraná. As cinco fontes desta página não descrevem a rotina interna da PGE-AL.

Como dividir o tempo de estudo entre as fases?

Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, recomendou 80% da carga horária na primeira fase e 20% na segunda quando analisou o concurso da PGE-AL, na live de 20 de abril de 2026: "organizaria assim o meu cronograma, 80% da cargo horário focada na primeira fase e 20% da cargo horário focada na segunda fase."

A razão é que a objetiva funciona como peneira.

Sobre esse desenho ela põe o treino semanal: pelo menos um simulado de objetiva e um de discursiva por semana. E registra que essas dicas, embora feitas para aquele edital, se aproveitam em outras provas de procuradoria.

De onde vem o que a gente afirma

A gente é a CP Iuris, curso preparatório para as carreiras jurídicas. Quem assina esta página é Samer Agi, advogado, ex-juiz de direito do TJDFT e ex-delegado de polícia, cofundador da escola.

Toda fala citada nesta página chega com nome, papel e data de quem a fez. E ele não é um deles: quem assina não fala em nenhuma das cinco aulas que sustentam este texto.

Quem fala no corpo desta página:

  • Ana Luisa, procuradora do Estado de Minas Gerais, na live de 20 de abril de 2026;
  • Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal, ao vivo em 26 de dezembro de 2024;
  • Rafael Rocha, procurador federal e professor de direito ambiental da CP Iuris, na aula publicada em 23 de julho de 2021;
  • Daniel Mesquita, defensor público do Distrito Federal, ex-procurador do Estado do Paraná e professor de direito administrativo da CP Iuris, na aula publicada em 3 de fevereiro de 2021;
  • Leonardo Leão, procurador da Fazenda Nacional e professor da CP Iuris, na live publicada em 19 de julho de 2025.

Quatro deles declaram o próprio cargo dentro do vídeo; o de Leonardo Leão foi confirmado em outros arquivos da casa.

E a gente não afirma que todo professor foi aprovado na carreira que ensina.

Fontes: as cinco aulas e lives da CP Iuris que sustentam este texto, que são a live de 20 de abril de 2026 sobre a preparação para a PGE-AL, com Ana Luisa, a live publicada em 19 de julho de 2025 sobre as oportunidades em procuradorias, com Leonardo Leão, a transmissão ao vivo de 26 de dezembro de 2024 sobre os concursos jurídicos de 2025, com Michelle Tonon, a aula publicada em 23 de julho de 2021 com Rafael Rocha e a aula publicada em 3 de fevereiro de 2021 com Daniel Mesquita, mais o edital publicado pela Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas. Confira sempre o edital vigente da edição que você vai prestar antes de tomar decisões sobre a sua inscrição.