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Guia · Magistratura Estadual

Concurso TJES: como chegar à magistratura estadual

O concurso de juiz do TJES ainda não tem edital publicado, o que já saiu e foi homologado é o concurso de servidores (Analista Judiciário), agora com validade prorrogada. O Espírito Santo entra na leva de tribunais que devem abrir a magistratura na safra pós-ENAM, o exame que destravou perto de 14 concursos de juiz represados pelo país.

20%
aprovação no 1º ENAM
3 anos
atividade jurídica exigida
5
fases após o ENAM
+14
concursos de magistratura na fila

Uma coisa a gente resolve logo aqui: a busca por "concurso TJES" junta dois concursos diferentes. Tem o de servidores. E tem o de magistratura, o de Juiz de Direito. É esse que esta página cobre por inteiro.

Aqui a gente separa um do outro e mostra, etapa por etapa, o que você já pode fazer para chegar à toga no Espírito Santo: do ENAM às fases, dos requisitos ao plano de estudo. É conteúdo com quem já sentou na cadeira de juiz, não notícia de edital copiada.

Concurso TJES é de servidor ou juiz?

São dois concursos diferentes, e confundir os dois custa tempo de estudo.

O concurso de servidores ofertou 128 vagas mais cadastro de reserva para Analista Judiciário, sob a banca Cebraspe. A remuneração inicial ia de R$ 6.713,00 a R$ 9.596,81.

O concurso de magistratura é outra história. É o de Juiz de Direito, e ele exige três coisas que o de servidor não pede: bacharel em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM.

Concurso de servidor × concurso de magistratura no TJES
Concurso de servidorConcurso de magistratura
CargoAnalista JudiciárioJuiz de Direito
RequisitoNível superiorBacharel + 3 anos + ENAM
BancaCebraspeDefinida no edital
Remuneração inicialR$ 6.713,00 a R$ 9.596,81Subsídio de magistrado (edital)

Se você procura vaga de Analista Judiciário, é o concurso de servidor. Se você quer a toga, siga com a gente.

Como está o concurso TJES hoje?

O concurso de servidores do TJES já foi homologado e teve a validade prorrogada, 128 vagas de Analista Judiciário pela banca Cebraspe. Esse capítulo fechou.

O concurso de magistratura, esse, segue na expectativa de edital, dentro do ciclo aberto pelo ENAM. Depois que o exame destravou os concursos de juiz que estavam represados, o país passou a ter um universo inteiro de vagas de magistratura no horizonte, o professor Samer Agi, advogado e ex-juiz do TJDFT, fala em cerca de 14 concursos abrindo na mesma safra.

Larga na frente: enquanto o edital do TJES não é publicado, quem já está estudando sai na frente. A preparação da magistratura é longa e não começa quando o edital sai, começa agora.

Por que o ENAM vem antes?

Sem habilitação no ENAM, você não disputa o concurso de juiz do TJES. Ele é a porta de entrada obrigatória.

O ENAM não te dá a vaga. Ele te dá a chave da porta: é a fase nacional aplicada pela FGV que habilita o candidato, e só depois cada tribunal aplica as próprias etapas. Para dimensionar o filtro, o professor Samer Agi recorda os números do primeiro exame: se inscreveram 38 mil, 37, passaram 6 mil e pouco, passaram 20%.

A juíza Danielle Rolim, coordenadora de magistratura da CP Iuris, coloca o ENAM no lugar dele: é a primeira das fases da preparação para a magistratura, a que abre o caminho para todo o resto.

ENAM habilita, não aprova: a gente destrincha o edital do ENAM inteiro em outra página do cluster, vale a leitura antes de mirar o TJES.

Quais são as fases do concurso?

O concurso de juiz do TJES tem várias frentes, e a segunda fase é onde a maioria trava. Depois do ENAM, o caminho é este:

Prova objetivaLei seca, questões de múltipla escolha.
Prova discursivaQuestões dissertativas.
Sentença cívelPeça prática.
Sentença criminalPeça prática.
Prova oralArguição sobre os pontos sorteados.

A juíza Danielle Rolim é direta sobre a objetiva: a gente tem que focar em lei seca, necessariamente nós não podemos descuidar da lei seca. E sobre a segunda fase ela é específica: você vai ter uma sentença civil e uma sentença criminal na magistratura estadual federal, as duas peças que mais eliminam candidato.

A boa notícia é que a técnica de sentença é praticamente a mesma entre tribunais. O que você treina para o TJES vale para qualquer TJ.

Quais os requisitos pra ser juiz?

Para disputar o concurso de juiz do TJES, você precisa de três coisas:

  • Bacharel em Direito, diploma concluído.
  • Três anos de atividade jurídica, comprovados.
  • Habilitação no ENAM, sem ela, nem começa.
Atenção ao triênio: o professor Samer Agi enfrentou isso na própria posse. O Supremo decidiu que os três anos de atividade jurídica precisam estar comprovados na data da inscrição, não na data da posse. Ou seja, os três anos têm que estar completos quando você se inscreve, conferir isso antes de tudo evita a eliminação mais boba do certame.

Quanto ganha um juiz do TJES?

O subsídio de juiz de direito do TJES é definido pelo edital e fica bem acima da remuneração de servidor do tribunal. Para efeito de contraste, no concurso de servidores a remuneração inicial de Analista Judiciário ia de R$ 6.713,00 a R$ 9.596,81, pela banca Cebraspe.

A magistratura entra em outro patamar de subsídio inicial e progride por antiguidade e merecimento. O valor vigente muda a cada edital, então não vou te passar um número que amanhã está desatualizado: confira o subsídio no edital oficial do certame quando ele for publicado. No fim, a conta é simples: a carreira de juiz remunera acima do concurso de servidor que responde pela mesma busca.

Como começar a estudar pro TJES?

O primeiro passo não é decorar lei. É reconstruir a base de cada disciplina pelos princípios.

O juiz Ricardo Rocha Leite, coordenador do curso de magistratura da CP Iuris, não deixa dúvida: o primeiro passo para estudar para magistratura é revisitar a análise dos princípios de cada matéria, antes de avançar no conteúdo. Base não é conteúdo simples, é estrutura.

Com a base firme, o volume vira rotina. O professor Samer Agi trabalha com uma conta concreta: ler a coleção inteira em quatro meses dá cerca de 50 páginas por dia.

E o que decide o jogo não é maratona de véspera. Samer Agi é categórico: passa na magistratura quem faz o que tem que ser feito todos os dias, e o que tem que ser feito não é estudar oito, dez horas, é constância. Quem estuda todo dia, no ritmo certo, chega. Quem estuda em surto, trava.

Como começar a estudar para ser juiz: o primeiro passo, com o professor Ricardo Rocha Leite.

Por que estudar com a gente?

A gente prepara para o concurso de juiz com quem já sentou na cadeira de juiz. E com um plano de estudo montado para a sua rotina, não um cronograma igual para todos.

O curso de magistratura estadual, o Magis 8, roda pelo método CPA, com o ENAM incluído, cobertura de todas as fases, objetiva, discursiva e oral, e mentoria pela tecnologia Pontes. Sai por R$ 5.032,00. Quem ainda precisa da habilitação começa pelo Preparatório ENAM + ENAC, por R$ 2.497,00.

O diferencial é a autoridade judicante. Nossos professores são magistrados em atividade, a juíza Danielle Rolim e o juiz Ricardo Rocha Leite. Nenhum portal de notícia de concurso oferece isso.

Quem somos nós?

Somos a CP Iuris, curso preparatório para as carreiras jurídicas. Este guia nasce de quem já passou e exerceu a magistratura.

Nosso porta-voz é Samer Agi: advogado e ex-juiz de direito do TJDFT, aprovado em 3º lugar aos 25 anos, com cerca de oito anos na magistratura e passagem como juiz instrutor no STJ. Antes disso, foi delegado de polícia em Goiás.

A gente ensina a magistratura com professores que são magistrados em atividade, a juíza Danielle Rolim e o juiz Ricardo Rocha Leite. É essa dupla travessia, a banca por fora e a cadeira por dentro, que sustenta o que a gente escreve: quem já corrigiu prova e proferiu sentença sabe o que o examinador procura.

Ler o edital é o começo. Passar é com a gente.

O método CPA monta o seu plano no peso exato de cada fase da magistratura, com professores que já sentaram na cadeira de juiz. Você estuda o que cai, na ordem certa, até a aprovação.

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Perguntas frequentes sobre o concurso TJES

O TJES já tem edital de concurso para juiz?

Ainda não. O que já saiu e foi homologado é o concurso de servidores (Analista Judiciário), agora com validade prorrogada; o concurso de magistratura do TJES está na expectativa de edital, dentro do ciclo de tribunais que devem abrir depois do ENAM. Enquanto o edital não sai, quem já estuda larga na frente.

"Concurso TJES" é para juiz ou para servidor?

Existem os dois. O concurso de servidores, Analista Judiciário, banca Cebraspe, remuneração de R$ 6.713,00 a R$ 9.596,81, é diferente do concurso de magistratura, o de Juiz de Direito. Esta página cobre a magistratura. Se você procura vaga de Analista, é o concurso de servidor.

Preciso passar no ENAM para prestar o TJES?

Sim. O ENAM é a porta de entrada obrigatória da magistratura: ele habilita o candidato, e só depois cada tribunal aplica as próprias fases. Sem habilitação no ENAM, você não disputa o concurso de juiz do TJES.

Quais são as fases do concurso de juiz do TJES?

Depois do ENAM vêm a prova objetiva (foco em lei seca), a prova discursiva, a sentença cível, a sentença criminal e a prova oral. A segunda fase, discursiva e sentenças, é a que mais elimina. Vale começar cedo, porque a técnica de sentença é praticamente a mesma entre tribunais.

Quais os requisitos para ser juiz no TJES?

Três: bacharel em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM. Atenção ao prazo, os três anos precisam estar completos na data da inscrição, não na posse. É a eliminação mais boba do certame.

Quanto ganha um juiz do TJES?

O subsídio inicial de juiz é definido pelo edital e fica acima da remuneração de servidor. No concurso de Analista Judiciário, o servidor ia de R$ 6.713,00 a R$ 9.596,81 pela Cebraspe. O valor do magistrado vem no edital, confira o número vigente no edital oficial quando ele sair.

Conteúdo informativo da CP Iuris sobre o concurso de magistratura do TJES. O edital de juiz ainda não foi publicado; vagas, remuneração e cronograma valem a última verificação no edital oficial da banca quando o certame for aberto.