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Guia do concurso · Delegado da PC-SP

Concurso Polícia Civil SP: o que não muda a cada edital

O concurso de Delegado da Polícia Civil do Estado de São Paulo tem uma parte que não muda a cada edital, e é só dela que esta página trata. Fase, ordem, formato de prova e etapas eliminatórias se repetem edição após edição: são três provas, da objetiva à oral, e a gente escreve a cadeia na ordem.

Vaga, período de inscrição, taxa, banca contratada e estágio do certame mudam a cada edital e ficam com o edital do órgão. A gente não copia número de edição encerrada nem carimba dado velho com data de hoje.

edital do concurso de delegado aberto e marcado sobre a mesa de estudo que a gente descreve nesta página

O que dá para estudar hoje é a estrutura, e é ela que esta página entrega, das duas provas do mesmo dia à prova oral, do teste de aptidão física à investigação de vida pregressa.

Onde a gente não tem fonte própria, a gente diz que não tem e aponta o documento onde o dado está.

A gente não publica vaga, data, taxa, nome de banca contratada nem cifra de remuneração, isso morre com o edital. O conteúdo base não muda de um concurso para o outro, e é por isso que uma página assim ainda vale daqui a seis meses.

Delegado, investigador ou escrivão?

Delegado é um cargo entre os que a Polícia Civil do Estado de São Paulo abre, não o nome do concurso inteiro. A gente sustenta com fonte duas distinções, e só elas.

A PC SP abre certames paralelos por cargo
Felipe Dalla Vecchia, delegado de polícia do estado de São Paulo e professor do CP Iuris, fala no mesmo fôlego com quem mira delegado e com quem mira investigador: "ou se você vai os concursos para investigadores que vão de polícia também da polícia civil do estado de são paulo".
Dentro da delegacia, o trabalho se divide
O delegado dá o direcionamento da apuração e os agentes e escrivães executam. Eduardo Defaveri, delegado de polícia em Santa Catarina e professor do CP Iuris, descreve a autoridade como quem cabe "dar o direcionamento da atividade que a polícia judiciária e investigativa deve realizar por meio de seus agentes".

A polícia é gigante e abarca várias e várias funções, e o concurso reflete isso: o cargo que você mira decide a prova que você estuda.

Escolaridade exigida, idade mínima, tempo de atividade jurídica, CNH e remuneração cargo a cargo a gente não carrega. Nada disso entra herdado de outro site.

Está no edital do órgão e na lei orgânica da Polícia Civil paulista, e é para lá que a gente manda você. Sem tabela comparativa de cargos aqui: não há uma única fonte sobre Perito ou Médico Legista, e uma tabela com linha por cargo produziria célula vazia ou herdada de concorrente.

O que faz um delegado de polícia?

O delegado de polícia preside a investigação.

Eduardo Defaveri, delegado de polícia em Santa Catarina e professor do CP Iuris, define a autoridade como quem "realiza primordialmente a investigação, preside a investigação para apurar autoria e materialidade e circunstâncias de infrações penais".

Presidir não é acompanhar. É decidir a linha da apuração e mobilizar o que ela precisa. O mesmo professor enumera o alcance disso na prática:

O delegado de polícia tem esse poder requisitório de requisitar perícias, requisitar documentos, requisitar dados relacionados, por exemplo, ao nome

E a apuração não para no despacho. Outra atividade que o delegado de polícia faz é, logicamente, o cumprimento de mandados de busca e apreensão, mandados de prisão, tudo isso se dá por meio da investigação. No fim dela, outra atividade bastante importante que o delegado de polícia realiza é a elaboração de relatórios de inquérito policial.

Some as falas e o cargo sai do verbo genérico:

1
Presidir o inquérito, a apuração corre sob a autoridade dele.
2
Decidir a linha da investigação, e não só acompanhar o que os outros fizeram.
3
Requisitar perícias, documentos e dados.
4
Cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão.
5
Relatar o que a apuração encontrou.

Quem preside o inquérito é quem define o que se investiga, ordena a perícia e vai atrás do dado. É essa atribuição, e não a faixa salarial, que separa o Delegado dos demais cargos da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Vídeo: a carreira de delegado e as atribuições do cargo Assistir no YouTube

Semana do Universitário: a carreira de delegado, com o professor Eduardo Defaveri. Abrir no canal da CP Iuris.

Como é o dia a dia do delegado?

O dia a dia do delegado troca de registro dentro do mesmo turno.

Felipe Dalla Vecchia, delegado de polícia do estado de São Paulo e professor do CP Iuris, descreve a virada:

Então você deixa a caneta, deixa o teclado ali do computador, coloca a arma na cintura, veste o colete e vai lá buscar o cara.

A outra metade do cargo é administrativa. Eduardo Defaveri, delegado de polícia em Santa Catarina e professor do CP Iuris, chama o que ninguém coloca no cartaz: "ele faz a parte chata que é realmente coordenar a delegacia como sendo, digamos assim, uma espécie de setor". Gestão de pessoal, viatura e estrutura entram no pacote, e a conta chega no mesmo lugar: se qualquer coisa acontece na delegacia, é o delegado de polícia que deverá responder.

Sobre território, a gente fica no fato de carreira que o material sustenta: São Paulo é grande, e a trajetória do delegado pode começar no interior e passar pela capital.

Como as delegacias se distribuem, qual é o critério de lotação inicial e como funciona a remoção esta página não descreve. Está na lei orgânica da Polícia Civil paulista e no edital do órgão.

Delegado, juiz ou promotor: qual carreira seguir?

Delegado de polícia é cargo que existe em duas casas, e só nelas.

Eduardo Defaveri, delegado de polícia em Santa Catarina e professor do CP Iuris, traça a fronteira:

somente a polícia civil possui o cargo de delegado e também de delegado de polícia e a Polícia Federal possui o cargo de delegado da Polícia Federal

Na mesma passagem ele corrige o erro mais comum de quem chega nesta busca: "não existe delegar de polícia militar".

Contra juiz e promotor, o que a gente sustenta é a dinâmica do trabalho, e quem faz a comparação sentou nas duas cadeiras. Samer Agi, cofundador do CP Iuris, conta a própria trajetória: "eu fui delegado de polícia durante três anos, depois fui juiz de direito durante oito anos e alguns meses". É dele o veredito: "a mais dinâmica das carreiras jurídicas certamente é de delegado de polícia".

O critério por trás do veredito é o formato do dia, não o prestígio do cargo: o delegado de polícia é uma profissão dinâmica porque não é uma profissão de gabinete tão somente que é a ideia da operação do plantão da investigação.

O que esta página sustenta sobre cada carreira, com a fonte no próprio material
CarreiraO que esta página sustenta
Delegado de Polícia Civil O cargo existe na polícia civil estadual — "somente a polícia civil possui o cargo de delegado e também de delegado de polícia"
Delegado da Polícia Federal O mesmo cargo existe na Polícia Federal — "e a Polícia Federal possui o cargo de delegado da Polícia Federal"
Juiz e promotor A comparação que a página sustenta é só de dinâmica do trabalho — "a mais dinâmica das carreiras jurídicas certamente é de delegado de polícia"
Delegado de polícia militar Não existe — "não existe delegar de polícia militar"

Ingresso, remuneração e carga de cada carreira ficam com o edital de cada uma.

Se a dúvida ainda é qual porta abrir, a gente escreveu as vizinhas com o mesmo recorte: o panorama da carreira de delegado, o concurso de delegado da Polícia Federal e o concurso de delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.

Quanto ganha um delegado da PC SP?

O valor do subsídio do delegado da PC SP não entra nesta página: a gente não tem fonte própria para ele, e não vai estimar.

Nenhuma das aulas e entrevistas que sustentam esta página fala de remuneração, e o material que a gente tem não carrega linha de subsídio de cargo público.

Os números que circulam por aí não fecham entre si. Uns misturam cargos diferentes da corporação numa faixa só. Outros cravam um valor ao centavo sem dizer de qual cargo. Copiar qualquer um seria inventar.

O valor vigente está na lei de carreira do ente e no edital do órgão, com a data de vigência ao lado.

O número que esta página não fixa, e os dois documentos onde ele está: a lei de carreira do ente e o edital do órgão. Sem tabela de remuneração, sem faixa, sem valor hedgeado e sem estimativa, esse material vem de noticiário de projeto de lei em tramitação, e é exatamente o que faz quem chega nesta busca fechar a aba.

O que a carreira garante além do contracheque tem fonte. Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP, descreve a posse como ponto sem volta:

A partir de agora você pode ser delegado de polícia até o último minuto da sua vida profissional, se você quiser, porque você conquistou aquele lugar.

Quais são as fases do concurso?

O concurso de delegado é uma cadeia de etapas, e a ordem delas é o que se repete de edital em edital:

Primeira fase objetiva
a prova de múltipla escolha que abre o certame.
Segunda fase escrita
a prova discursiva, no mesmo dia da objetiva.
Prova oral
a arguição diante da banca examinadora.
Resultado
a classificação final do certame.
Posse
o ingresso formal na carreira.
Curso de formação
a academia de polícia, antes do exercício pleno.
A cadeia que se repete de edital em edital
3 provas
objetiva, escrita e oral, o relato de Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP, sobre o próprio certame

Essa é a sequência que o material sustenta do lado paulista, por duas vozes. Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP, a percorre em primeira pessoa. E Eduardo Defaveri, delegado de polícia em Santa Catarina e professor do CP Iuris, confirma a mesma ordem por fora, da primeira fase de São Paulo à prova oral.

A forma geral de um certame de delegado acrescenta mais duas etapas depois das fases jurídicas: o teste de aptidão física e a sindicância de vida pregressa. Quem as enumera é Samer Agi, ex-delegado de polícia e ex-juiz de direito:

eu havia passado nas duas fases jurídicas, porque depois tinha o TAF, havia o TAF, sindicância de vida pregressa, curso de formação

Só que o relato é da aprovação dele em Goiás, não em São Paulo. Nenhum dos dois relatos paulistas enumera essas duas etapas.

A gente não fixa data, intervalo entre etapas, peso por fase, nota de corte nem prazo de recurso. Nada disso é durável, e cada edital reabre tudo.

A cadeia você estuda hoje. O calendário você confere no edital do órgão. Sem linha do tempo com eixo temporal, sem cronograma, sem tabela de notas, sem coluna de peso por fase e sem contador de vagas.
Vídeo: a cadeia de etapas de um concurso de delegado, do relato de uma aprovação Assistir no YouTube

Como me tornei delegado ainda na faculdade, com Samer Agi. Abrir no canal da CP Iuris.

Objetiva e escrita no mesmo dia?

A objetiva e a escrita da PC SP caem no mesmo dia.

Felipe Dalla Vecchia, delegado de polícia do estado de São Paulo e professor do CP Iuris, abre a aula exatamente por aí:

A prova para delegado de polícia do Estado de São Paulo mudou e agora quem quer ser aprovado precisa mandar bem na prova objetiva com questões de múltipla escolha e também na prova escrita que desde o último concurso acontecem no mesmo dia.

Ele confirma o fato pelo lado de dentro também, como aprovado que percorreu o certame.

Muda a preparação inteira. Não dá para tratar a discursiva como problema do mês seguinte, porque ela chega junto, com o mesmo cansaço e o mesmo relógio.

Disciplina cobrada, número de questões, duração e nota mínima a gente não fixa. Isso é do edital do órgão. E sem seção, coluna, chip ou tabela de banca, e sem nome de banca em campo nenhum: a banca é contratada edição a edição, e o único nome que circula é dado de uma edição já encerrada.

Como responder às questões da prova escrita?

A resposta escrita da PC SP é uma mini dissertação: introdução curta e abrangente, desenvolvimento e conclusão, no desenho de pirâmide invertida. E a regra não vale só para uma questão do caderno, cada uma das questões, cada uma das respostas a essas questões, deve ser uma mini dissertação sobre o tema que o seu examinador propôs ali o tema de fundo da questão.

Você escreve sem acesso a nenhum material de consulta durante a sua prova escrita.

Saber a matéria não basta. A prova cobra uma competência separada, que é passar a matéria por escrito na resposta da questão.

Introdução curta e abrangente , o topo da pirâmide invertida: a resposta aparece primeiro.
Desenvolvimento , o meio, onde a matéria entra a serviço da resposta já dada.
Conclusão , a base, que fecha sem reabrir o tema.

Quem ensina esse formato é Felipe Dalla Vecchia, delegado de polícia do estado de São Paulo, professor e coach do CP Iuris, na aula inteira que ele dedicou à escrita do certame paulista. É dele a regra de calibragem de quem escreve sem consulta:

é melhor omitir o artigo e falar, por exemplo, que Aquela disposição está simplesmente no Código Penal ou na Constituição Federal

Arriscar o número errado sai mais caro do que a referência genérica. E Felipe Dalla Vecchia mede esse custo na mesma aula: "esses centésimos podem fazer a diferença entre você ir para a fase oral ou ficar na fase escrita".

Qual peça costuma cair e como a banca corrige a gente não afirma. Isso está no edital do órgão e no espelho de correção que ele publica. O material descreve questão escrita dissertativa, não peça prático-profissional.
Vídeo: como responder às questões escritas do concurso de delegado da PC SP Assistir no YouTube

Como responder as questões escritas, PC SP, com o professor Felipe Dalla Vecchia. Abrir no canal da CP Iuris.

Como se prepara para a prova oral?

A fase oral avalia dois eixos ao mesmo tempo, conteúdo e técnica, e é etapa treinável, não sorteio.

Quem atravessou essa etapa no próprio certame paulista é Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP e professor do CP Iuris:

Deu certo porque a prova oral, ela é conteúdo e técnica também.

No mesmo relato ele desarma o medo de errar: "Ainda que você não consiga responder, acertar em cheio a questão, o conhecimento que você demonstra é valorado também."

A página para aí.

Como treinar a técnica, o que ensaiar, em que ordem, com que material, a gente não prescreve, e não vai inventar: nenhuma das aulas e entrevistas que sustentam esta página descreve método de treino para a fase oral.

Número de examinadores, disciplinas sorteadas, duração da arguição e critério de nota também não entram, porque cada edital regula do seu jeito. O regulamento da oral está no edital do órgão. Prescrição sem fonte é fabricação tanto quanto número sem fonte.

Tem teste físico e investigação social?

O teste de aptidão física e a sindicância de vida pregressa existem na cadeia de um concurso de delegado, e entram depois das fases jurídicas.

A fonte é uma só, e a gente diz qual: o relato de aprovação de Samer Agi em Goiás, que nomeia as duas etapas logo depois das duas fases jurídicas.

Depois das fases jurídicas
2 etapas
o teste de aptidão física e a sindicância de vida pregressa, nomeadas como o relato de Goiás as nomeia, nunca índice, marca ou tempo de teste

O que o teste da PC SP cobra, esta página não carrega, e não vai estimar. Não há prova que o compõe, índice por idade e sexo, critério de corte nem o que a investigação social examina em São Paulo.

A gente não fixa nada disso e não copia índice de outro site. Treinar para um número errado custa a vaga.

Esses critérios saem do edital do órgão, e é lá que você confere antes de montar o treino. Sem tabela de índices, sem barema, sem lista de exercícios, sem faixa estimada de marca ou tempo e sem checklist de documentos.

Como estudar para o concurso de delegado?

Comece pela repartição do dia, sempre: aula, leitura e exercício, nessa ordem, todo dia.

Samer Agi, ex-delegado de polícia e ex-juiz de direito, descreve a rotina que ele prescreve:

1
Duas horas de aula, é o que cabe em um dia de quem também trabalha.
2
Uma hora e meia de leitura, o conteúdo assenta fora da aula.
3
Meia hora de exercícios, é diferente do mero estudo para faculdade, para uma prova de faculdade em que muitas vezes você deixa para estudar de véspera.

Nas palavras dele:

Duas horas de aula, aí uma hora e meia de leitura, meia hora de exercícios. Mais ou menos assim, todos os dias o aluno faz.

A alavanca da primeira fase é volume de questão. Quem conta é Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP, sobre a própria preparação, é o percurso dele, não parâmetro do concurso.

O método de leitura vem do mesmo Felipe Dalla Vecchia: "eu sempre insisto com vocês que leiam o tipo penal, prestando muita atenção à redação do tipo penal".

E estudar para as duas provas é um trabalho só. Na mesma live, Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP e professor do CP Iuris, garante que o mesmo estudo "vai te ajudar tanto a resolver questões objetivas como também a resolver questões escritas".

Vídeo: café com aprovado, o percurso de um delegado da PC SP Assistir no YouTube

Café com Aprovado, Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP. Abrir no canal da CP Iuris.

O edital dá o mapa. A rotina anda com você por ele.

O caminho de estudo se monta a partir do seu perfil, em vez de entregar o mesmo cronograma para todo mundo, e a preparação cobre todas as fases, inclusive a oral, que boa parte do mercado trata como acessório.

Conhecer a preparação para delegado ›

Perguntas frequentes sobre a PC SP

Quanto tempo dura um concurso de delegado, do começo ao fim?

Cada edição tem o próprio cronograma, e esta página não carrega nenhum: intervalo entre etapas e datas saem do edital do órgão.

O que dá para dizer com fonte é a ordem de grandeza, e ela vem de quem atravessou. Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP, resume o certame dele em uma palavra: "o concurso de delegado de polícia, se eu pudesse resumir ele em uma palavra, seria extenso."

Planeje a preparação como maratona, não como sprint de um semestre.

A prova escrita da PC SP é peça prático-profissional ou questão dissertativa?

O material que a gente tem descreve questão escrita dissertativa, respondida como mini dissertação, e é sobre isso que a seção da resposta escrita fala.

Qual peça costuma cair, inquérito, indiciamento, representação, a gente não afirma, porque nenhuma das fontes que sustentam esta página traz isso e o instrumento cobrado é decisão do edital de cada edição.

Confira no edital do órgão e no espelho de correção que ele publica.

Trabalho em turno de doze horas. Dá para me preparar assim?

Esta página não carrega método de estudo fragmentado, e a gente não vai fingir que carrega: o material que a gente tem sustenta uma rotina de blocos fechados, aula, leitura e exercício.

O que serve a quem estuda em pedaço é a estrutura. A cadeia de etapas e o formato de cada prova estão aqui inteiros, e dão para estudar em qualquer ordem, um pedaço por vez.

A adaptação da carga ao seu turno é conversa de planejamento, não de edital.

Por que esta página não diz qual banca organiza o concurso da PC SP?

A banca é contratada edição a edição, e a gente não tem fonte própria sobre o histórico do certame, nome de banca que circula por aí é dado de uma edição já encerrada.

Repetir isso como fato eterno é o defeito que a página inteira recusa.

A banca da edição corrente aparece no edital do órgão, e é de lá que sai o estilo de questão que você vai treinar.

Estudei anos para magistratura. O que aproveita se eu virar para delegado?

Conteúdo programático não está nesta página, nem o do delegado da PC SP nem o da magistratura, então a gente não vai estimar quanto aproveita.

O que a página sustenta é a diferença de natureza do trabalho, na seção de carreiras vizinhas, e a competência que a PC SP cobra por escrito, na seção da resposta escrita, que é técnica própria e se treina do zero, mesmo para quem já escreveu sentença.

O conteúdo de cada carreira fica com o edital de cada uma.

Quem são os professores por trás do que esta página afirma?

Três vozes, todas identificadas por auto-apresentação nos próprios vídeos.

Felipe Dalla Vecchia é delegado de polícia do estado de São Paulo e professor do CP Iuris. É dele a aula sobre a resposta escrita da PC SP e o relato do certame de ponta a ponta.

Eduardo Defaveri é delegado de polícia em Santa Catarina e professor do CP Iuris. É dele a definição da atribuição do cargo e do poder requisitório.

Samer Agi, cofundador da escola, foi delegado e depois juiz de direito. É dele a cadeia de etapas e a rotina de estudo.

Quem sustenta o que a gente afirma

Samer Agi
Cofundador da CP Iuris · ex-delegado de polícia em Goiás · ex-juiz do TJDFT

Somos a CP Iuris, escola de preparação para as carreiras jurídicas fundada em 2015, em Brasília.

Quem assina esta trilha é Samer Agi, cofundador da escola: passou no concurso de delegado de polícia e exerceu o cargo em Goiás, foi aprovado em 3º lugar aos 25 anos para juiz substituto do TJDFT e ficou cerca de oito anos na magistratura, com passagem como juiz instrutor no STJ.

É essa dupla travessia, a prova do lado de fora e a cadeira do lado de dentro, que organiza o que a gente escreve sobre a Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Quem sustenta as afirmações sobre as provas são os professores nomeados no corpo: Felipe Dalla Vecchia, delegado da PC SP; Eduardo Defaveri, delegado em Santa Catarina.

E a régua é sempre a mesma: a gente não publica o edital, a gente destrincha o edital. Aqui fica o que se repete em toda edição. Vaga, período de inscrição, taxa, banca contratada, estágio do certame e valor de remuneração saem do edital do órgão.