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Guia da carreira · Defensor DPE-DF

Concurso DPE-DF: a carreira e as provas de Defensor

A gente reuniu o que se repete de edição em edição no concurso DPE-DF: a carreira por dentro, as fases, a segunda fase e o treino da peça.

60%
da nota na peça processual, na 2ª fase de 15/07/2019
120 linhas
a peça daquela mesma prova
6 meses
o rodízio de núcleo na lotação provisória
2 anos
o horizonte de preparação chamado de factível
mesa de estudo com peça manuscrita e códigos de lei, a preparação para o concurso de Defensor do DF que a gente destrincha nesta página

Como é o concurso de Defensor da DPDF?

O concurso de Defensor Público do Distrito Federal não é o mesmo que o de Analista de Apoio à Assistência Judiciária, e esta página trata do de Defensor. Na segunda fase descrita em 15 de julho de 2019, a peça processual valeu 60% da nota, número enunciado por Michelle Tonon, professora e defensora pública.

A mesma live descreveu uma prova oral eliminatória e citou os títulos como etapa que pode somar pontos.

Esta página não conta etapas. Quantas a sua edição tem, e quais são, é o edital dela que fixa.

A gente reuniu o que se repete de edição em edição: a carreira de defensor por dentro, com as três categorias e a promoção por antiguidade ou merecimento, as fases da prova, a legislação distrital do DF e o treino da peça processual e da discursiva.

E a gente nomeia o que fica com o edital de cada edição: vagas, cronograma, banca contratada, nota de corte e valor de subsídio.

Defensor ou Analista: são dois concursos?

São dois concursos diferentes do mesmo órgão, e esta página trata do de Defensor Público.

A carreira de Defensor é a que atua em prol dos assistidos. O defensor somente pode postular em nome dos assistidos da defensoria pública de que é membro, e foi assim que Werner Reck, defensor público do DF, situou a capacidade postulatória na aula de 31 de agosto de 2018.

É essa carreira que enfrenta peça processual e prova oral, como a live de 15 de julho de 2019 descreveu. E é ela que atua nos núcleos, na escola de assistência e no programa que leva a Defensoria às escolas, na descrição de Daniel Mesquita, defensor público do DF, em 15 de julho de 2025.

O concurso de Analista de Apoio à Assistência Judiciária é quadro administrativo do mesmo órgão, com edital próprio.

Esta página não descreve esse certame e não carrega um único número dele. Requisito, etapas e vagas dele saem desse edital.

O concurso desta página
Carreira de Defensor Público
A que atua em prol dos assistidos, e a que enfrenta peça processual e prova oral. Ver a sequência de etapas.
O outro certame do mesmo órgão
Analista de Apoio à Assistência Judiciária
Quadro administrativo, com edital próprio. Requisito, etapas e vagas dele saem desse edital, e não desta página.

A gente prefere mandar você para a fonte certa a te enrolar por dez parágrafos.

O que faz um defensor público no DF?

A atuação de um defensor público do DF atravessa várias áreas ao longo da carreira, e quem descreve isso aqui é quem exerce o cargo.

Daniel Mesquita é defensor público desde 2018 e professor de direito administrativo da CP Iuris. Em 15 de julho de 2025 ele contou a própria trajetória:

"Já passei, e aí eu digo da minha experiência pessoal, pela Defensoria da Saúde, pela Defensoria Cível, pela Defensoria da Violência Doméstica, já fiz júri, já fiz."

— Daniel Mesquita, defensor público do DF e professor da CP Iuris, em 15 de julho de 2025

São quatro frentes numa fala só:

  • Defensoria da Saúde
  • Defensoria Cível
  • Defensoria da Violência Doméstica
  • Júri
Na mesma conversa ele descreveu a carga de trabalho sem suavizar: a Defensoria tem bastante trabalho, muitos processos, e exige ir além do básico para garantir a defesa.

A gente também não suaviza.

A instituição atua por núcleos e mantém uma escola de assistência em que são promovidas diversas palestras, a Defensoria vai às escolas para falar de direitos com quem às vezes nem sabe que os tem.

Não é uma carreira de uma área só. É passagem por várias, e com o volume de trabalho que vem junto.

Vídeo: as oportunidades de carreira na Defensoria Pública Assistir no YouTube

Principais oportunidades para a Defensoria Pública, com Daniel Mesquita, defensor público do DF e professor da CP Iuris, em 15 de julho de 2025. Abrir no canal da CP Iuris.

Como a carreira anda por dentro?

A carreira de defensor público do DF tem três categorias, e a entrada é sempre pela segunda. Werner Reck, defensor público do DF, montou o desenho na aula de 31 de agosto de 2018:

1
Segunda categoria: a porta de entrada. É por ela que entra quem passa no concurso.
2
Primeira categoria: a intermediária. Só se chega por promoção.
3
Categoria especial. Também só por promoção.

A promoção corre por dois critérios: antiguidade ou merecimento.

No começo a lotação é provisória, e foi assim que ele descreveu o rodízio na mesma aula:

"Mas quando você entra como provisório, que é o que todos os defensores fazem no primeiro momento, a cada seis meses você é obrigado a mudar de núcleo."

— Werner Reck, defensor público do DF, em 31 de agosto de 2018

Só se volta a um núcleo da mesma circunscrição depois de um ano. A mesma aula registra que esse prazo tinha sido reduzido de dois anos para um.

Quem entra, entra rodando. Os primeiros semestres são de circulação obrigatória, não de escolha de lotação.

Quem pode prestar o concurso de defensor?

Para a posse como defensor público do DF, o critério normalmente usado é demonstrar capacidade postulatória privada: ter condições de se inscrever na Ordem ou já estar inscrito nela.

Werner Reck, defensor público do DF, tratou desse requisito na aula de 4 de setembro de 2018:

"Adentrar na instituição normalmente a gente tem como critério a necessidade de demonstrar a capacidade postulatória privada, ou seja, a gente tem que demonstrar que a gente tem condições de estar inscrito na ordem ou esteja inscrito na ordem para tomar posse"

— Werner Reck, defensor público do DF, em 4 de setembro de 2018

Na mesma aula ele registrou que a obrigação de manter inscrição na OAB para atuar é disputa aberta: os julgados tendem a dispensá-la, mas a ideia ainda não está consolidada.

O outro requisito, o tempo de atividade jurídica, é a pergunta seguinte. E aqui a gente para.

O que esta página afirma
Capacidade postulatória privada
O critério normalmente usado para a posse, que é a capacidade postulatória privada, e a disputa aberta sobre a inscrição na OAB.
O que só o edital de cada edição fixa
Tempo de atividade jurídica
Quantos anos de atividade jurídica são exigidos, o que conta como atividade jurídica e se estágio entra na contagem. É lá que você confere.

Prometer um número que a gente não pode sustentar seria pior do que dizer que não tem.

Vídeo: a legislação da Defensoria Pública do Distrito Federal Assistir no YouTube

Minicurso gratuito de legislação da Defensoria Pública do DF, com Werner Reck, defensor público do DF, na aula de 4 de setembro de 2018. Abrir no canal da CP Iuris.

Quais são as etapas da prova de Defensor?

Na edição analisada em 15 de julho de 2019, a live nomeou esta sequência para a prova de Defensor do DF:

Primeira fase
Segunda fase discursiva
Com peça processual e questões.
Prova oral
De caráter eliminatório.
Títulos
Etapa que pode somar pontos.

Esta página não conta etapas. Nenhuma dessas falas enuncia um total, e é o edital de cada edição que fixa quantas são e quais são.

A live foi gravada entre a primeira e a segunda fase de uma edição concreta, em julho de 2019. É assim que a sequência aparece aqui: o desenho daquela edição, datado, não o formato garantido do próximo edital.

Existe ainda uma categoria à parte nessa sequência: o cadastro de reserva.

Na mesma análise, a nomeação a partir do cadastro entrou assim: embora o cadastro reserva seja uma esperança, ele é uma esperança um pouco distante. Veio junto a recomendação de mirar posições acima da última vaga. Quem estuda para ficar longe da última colocação é quem menos depende dela.

Como é a segunda fase da DPDF?

Na segunda fase da DPDF descrita em 15 de julho de 2019, a peça processual pesou mais que todas as questões somadas. Ela valeu 60% da nota, número que Michelle Tonon, professora e defensora pública, enunciou na live.

Werner, defensor público do DF, retomou o número no mesmo bloco e abriu o detalhamento por questão:

"E a peça valendo 60% e as questões valendo cada uma 10% ou total 40%, você vai ter que ter uma estratégia eficiente para responder as provas, né?"

— Werner, defensor público do DF, em 15 de julho de 2019

Na descrição de Michelle Tonon, aquela prova foi aplicada em dois dias, cinco horas por dia, com uma peça de 120 linhas e mais quatro questões. Cada questão teve 30 linhas, na abertura que Werner fez no turno seguinte.

E tudo à mão. Então a pessoa vai escrever 240 linhas por turno. Já é muita coisa.

Werner tirou disso a decisão prática da hora da prova: "Não vai valer a pena ficar batendo a cabeça numa questão que você não sabe se essa questão vale 10 ao passo que você tem uma peça processual que vale 60".

A correção teve dois examinadores lendo a mesma prova. O que a live destacou foi o detalhamento do espelho e os critérios serem bem claros:

"e são dois examinadores que vão analisar o conteúdo da sua prova não é um único examinador"

— Michelle Tonon, professora e defensora pública, em 15 de julho de 2019

A nota mínima foi 60 em cada uma das duas provas daquela fase, figura registrada na mesma live de 15 de julho de 2019.

A segunda fase da DPDF descrita em 15 de julho de 2019: o que a peça e as questões pesaram naquela prova
Dimensão Peça processual Quatro questões
Peso na nota da segunda fase de 15/07/2019 60% da nota 10% cada, 40% no total
Extensão exigida naquela prova 120 linhas 30 linhas cada
Quem afirmou, e quando Michelle Tonon, professora e defensora pública, em 15 de julho de 2019 Werner, defensor público do DF, em 15 de julho de 2019

A mesma live nomeou ainda a prova oral daquela edição como eliminatória.

Todo esse desenho é o daquela edição, e a página o entrega datado.

Vídeo: a análise da segunda fase do concurso da DPDF Assistir no YouTube

Análise da segunda fase da DPDF, com Michelle Tonon, professora e defensora pública, e Werner, defensor público do DF, na live de 15 de julho de 2019. Abrir no canal da CP Iuris.

Que legislação distrital a prova cobra?

A norma própria da Defensoria do DF é a Lei Complementar distrital 828, de 2010. Werner Reck, defensor público do DF, a situou na hierarquia na aula de 31 de agosto de 2018:

"E depois da lei orgânica do Distrito Federal a gente tem a lei complementar distrital 828 de 2010 que organiza a defensoria pública do Distrito Federal."

— Werner Reck, defensor público do DF, em 31 de agosto de 2018

Na contagem que ele deu na mesma aula, são aproximadamente 60 artigos, não é uma legislação extensa. Por isso ele recomenda a leitura direta.

A descida que ele fez, de cima para baixo:

  1. Artigo 134 da Constituição: substancialmente alterado desde a Emenda Constitucional 69.
  2. Lei Complementar 80 de 94: a lei nacional da Defensoria. É dela que a mesma aula tira os objetivos e as funções da instituição.
  3. Lei Orgânica do Distrito Federal: o degrau distrital acima da norma da instituição.
  4. Lei Complementar distrital 828 de 2010: a que organiza a Defensoria Pública do Distrito Federal.

A densidade da norma corre ao contrário da hierarquia: quanto mais alto na pirâmide a gente está, menor a densidade normativa daqueles dispositivos. A Constituição abre em termos amplos e a lei distrital fecha item por item.

O artigo 6º da lei distrital abre a assistência jurídica item por item, e dele sai a distinção que a prova cobra:

"assistência jurídica gratuita é o defensor que analisa a justiça gratuita é o magistrado que faz análise"

— Werner Reck, defensor público do DF, em 4 de setembro de 2018

Uma ressalva de leitura, feita pelo próprio professor: o Centro de Assistência Jurídica citado no texto legal deixou de existir e virou a própria Defensoria do DF.

Quem a Defensoria do DF atende?

Quem a Defensoria do DF atende é definido por um critério de hipossuficiência fixado por resolução do Conselho Superior. É essa origem que o torna revisável.

O critério do DF não é o das defensorias vizinhas, e Werner Reck marcou a diferença na mesma aula de 31 de agosto de 2018:

"Então o Distrito Federal tem uma questão de hipossuficiência diferente, por exemplo, do Estado de Goiás, onde a hipossuficiência lá é mais baixa"

— Werner Reck, defensor público do DF, em 31 de agosto de 2018

O teto de renda em vigor fica de fora desta página. É valor de resolução, e a própria aula avisa: pode ser rediscutido a qualquer momento, pode ser revisto a qualquer momento, até a data da sua prova.

Para o número que vale na sua edição, o caminho é a resolução do Conselho Superior.

O mecanismo continua o mesmo depois de qualquer revisão: quem fixa o critério, e por que ele muda de um ente federativo para outro.

Como treinar peça e discursiva?

O treino de peça começa por identificar em qual das duas frentes você é mais fraco e dobrar ou triplicar o volume ali. A proporção é de Werner, defensor público do DF, na live de 15 de julho de 2019:

"aí eu sou bom em penal eu faço uma de penal eu tenho que fazer duas ou três peças de civil para pegar o ritmo ou vice-versa"

— Werner, defensor público do DF, em 15 de julho de 2019

São quatro movimentos, nesta ordem:

Descubra a frente mais fraca. Entre penal e civil, uma das duas custa mais caro para você. Saber qual é decide o resto do plano.
Dobre ou triplique o volume nela. Uma peça na frente forte, duas ou três na fraca, até a estrutura sair automática.
Escreva à mão desde já. A caligrafia precisa continuar legível depois de centenas de linhas por turno.
Comece antes do edital. O período sem edital publicado é o tempo em que dá para construir base.

Sobre o movimento 3, Werner foi direto na mesma live:

"escrevendo, treinem a escrita, porque além da sua caligrafia ter que estar legível, não basta escrever, tem que estar legível"

— Werner, defensor público do DF, em 15 de julho de 2019

Um padrão de prova conhecido ajuda o treino, e só até certo ponto. Foi assim que Werner tratou a questão na mesma conversa: dá para ter um pouco de previsibilidade sobre o padrão da peça, então aqui no DF a gente pode ter um padrão um pouco mais previsível do que pode vir numa segunda fase.

E sobre o movimento 4, quem defendeu a ideia com todas as letras foi Daniel Mesquita, defensor público do DF, em 15 de julho de 2025:

"Então você está estudando, você se mantém firme para quando esse edital sair, você está na frente dos demais"

— Daniel Mesquita, defensor público do DF, em 15 de julho de 2025

Na mesma conversa ele deu o horizonte da preparação: uma média de dois anos é factível.

Vale a pena migrar para a Defensoria?

Sobre o patamar remuneratório, o que esta página afirma é uma comparação, não um valor.

Daniel Mesquita, defensor público do DF e professor de direito administrativo da CP Iuris, disse em 15 de julho de 2025:

"A Defensoria Pública tem conseguido remunerações muito parelhas com as demais carreiras, com a magistratura, com o Ministério Público, então tem uma remuneração muito boa"

— Daniel Mesquita, defensor público do DF e professor da CP Iuris, em 15 de julho de 2025

Nenhum valor de subsídio entra aqui. A página também não descreve magistratura e Ministério Público a partir de material próprio: o que ela traz sobre essas duas carreiras é só o termo de comparação que o defensor usou.

Tem ainda um ponto que costuma decidir questão de prova. Em regra o defensor público não pode atuar em causa própria, porque a capacidade postulatória dele existe para atuar em prol dos assistidos. A exceção é o juizado especial, porque no juizado especial a capacidade postulatória não é limitada. Então no juizado especial, o defensor público pode atuar em causa própria. Werner Reck avisou na aula de 31 de agosto de 2018 que a questão costuma vir seca sobre a regra, e que a resposta certa carrega a exceção.

São quatro as dimensões que a página consegue sustentar, cada uma com quem afirmou e quando.

As quatro dimensões que esta página sustenta sobre a carreira de Defensor do DF, com a fala de origem de cada uma
Dimensão O que esta página afirma Quem afirmou, e quando
Patamar remuneratório Remunerações parelhas com as da magistratura e as do Ministério Público, sem valor citado Daniel Mesquita, defensor público do DF, em 15 de julho de 2025
Amplitude de atuação A carreira no DF passa por Defensoria da Saúde, Defensoria Cível, Defensoria da Violência Doméstica e júri Daniel Mesquita, defensor público do DF, em 15 de julho de 2025, sobre as áreas por onde ele mesmo passou
Custo do cargo A carga de trabalho é descrita sem suavização por quem exerce o cargo Daniel Mesquita, defensor público do DF, em 15 de julho de 2025, logo depois de listar as áreas de atuação
Alcance da capacidade postulatória A capacidade postulatória do defensor só serve para atuar em prol dos assistidos e, em regra, ele não pode atuar em causa própria. A exceção é o juizado especial: ali a capacidade não é limitada, e o defensor pode atuar em causa própria. O próprio professor avisa que a questão de prova costuma vir seca sobre a regra, e que a resposta certa carrega a exceção Werner Reck, defensor público do DF, em 31 de agosto de 2018: a regra, a exceção do juizado especial e o aviso saem os três da mesma aula

A tabela de vencimento por classe e padrão não está aqui. Ela fica com o edital de cada edição e com as tabelas publicadas pelo próprio órgão.

O que só o edital diz?

Esta página não carrega número de vagas, cronograma, banca contratada, nota de corte nem valor de subsídio. Cada um desses dados vale para uma edição só.

Página que mistura esses números com o que vale sempre envelhece inteira a cada movimentação oficial.

Os próprios professores fazem essa marcação ao vivo. Werner Reck, defensor público do DF, avisou em 31 de agosto de 2018 que a matéria continua se movendo entre a aula e a data da prova do aluno, e mandou acompanhar os julgados do Supremo sobre os princípios institucionais e as prerrogativas da instituição.

Em 4 de setembro de 2018 ele repetiu a marcação, dessa vez sobre o critério de vulnerabilidade, que depende de resolução e pode ser revisto:

"Então fiquem atentos que isso pode mudar daqui para o momento da prova de vocês, essa questão da vulnerabilidade."

— Werner Reck, defensor público do DF, em 4 de setembro de 2018

O quadro abaixo separa os dois lados com todas as letras.

A fronteira desta página: o que se repete de edição em edição e o que fica com o edital de cada uma
O que esta página carrega O que só o edital de cada edição carrega
A estrutura da carreira: três categorias, entrada pela segunda, promoção por antiguidade ou merecimento O número de vagas imediatas da edição
O desenho da segunda fase descrito em 15 de julho de 2019: peso da peça, número de questões, dias e horas de prova O cronograma: datas de inscrição, de aplicação e de resultado
A norma distrital que organiza a Defensoria do DF e o que o artigo 6º define A banca contratada para aquela edição
O cadastro de reserva explicado como categoria Quantas nomeações saem do cadastro de reserva
O critério de capacidade postulatória privada para a posse O tempo de atividade jurídica exigido e o que conta como atividade jurídica
O patamar remuneratório em termos comparativos, dito em 15 de julho de 2025 O valor do subsídio por classe e padrão
O critério de hipossuficiência como mecanismo fixado por resolução O teto de renda em vigor na data da sua prova

Para a coluna da direita, os destinos são dois: o edital publicado pelo próprio órgão e a resolução do Conselho Superior.

Como estudar da primeira fase à oral?

A prova de Defensor do DF não acaba na primeira fase. Tem discursiva com peça processual e tem prova oral eliminatória, como a análise de 15 de julho de 2019 descreveu.

A gente cobre todas as fases: objetiva, discursiva com peças e sentenças, e prova oral. Quem monta o caminho é o método CPA: ele identifica o perfil do aluno e desenha o percurso sob medida, em vez de entregar um cronograma único para todos.

Na análise de 15 de julho de 2019, Michelle Tonon, professora e defensora pública, descreveu rodadas de treino com peças inéditas, montadas a partir dos casos mais complicados que ela mesma enfrentou:

"faço adaptações, incremento com as teses que eu vejo que os examinadores estão cobrando e isso fica sendo uma rodada riquíssima e você chega na prova e você tem facilidade de identificar."

— Michelle Tonon, professora e defensora pública, em 15 de julho de 2019

A mesma live descreveu a correção de cada peça como personalizada, e essas correções personalizadas são muito detalhadas, com comentários nos pontos em que o aluno precisa melhorar.

A gente começou em 2015.

A peça é onde a segunda fase se decide. O caminho até lá a gente monta com você.

A preparação cobre todas as fases: objetiva, discursiva com peças e sentenças e prova oral. O método CPA monta o percurso a partir do seu perfil, e o treino corre sobre um banco de 20.000+ questões.

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Perguntas frequentes sobre o concurso DPE-DF

O concurso da DPDF é para defensor ou para analista?

São dois concursos diferentes do mesmo órgão, e esta página trata do de Defensor Público.

A carreira de Defensor é a que atua em prol dos assistidos, e a capacidade postulatória do defensor existe para essa assistência, como Werner Reck, defensor público do DF, explicou na aula de 31 de agosto de 2018. É essa carreira que enfrenta peça processual e prova oral.

O concurso de Analista de Apoio à Assistência Judiciária é quadro administrativo do mesmo órgão, com edital próprio: requisito, etapas e vagas dele saem desse edital, e esta página não carrega um único número dele.

Quanto vale a peça processual na segunda fase da DPDF?

Na segunda fase descrita em 15 de julho de 2019, a peça processual valeu 60% da nota, número que Michelle Tonon, professora e defensora pública, enunciou na live.

Cada uma das quatro questões valeu 10%, somando 40%, no detalhamento que Werner, defensor público do DF, abriu na mesma conversa: "E a peça valendo 60% e as questões valendo cada uma 10% ou total 40%, você vai ter que ter uma estratégia eficiente para responder as provas, né?"

Esse é o desenho daquela edição. O da sua sai no edital dela.

Quantos anos de atividade jurídica o concurso de Defensor do DF exige?

Esta página não afirma esse prazo, e também não afirma se estágio conta.

Quem fixa o tempo de atividade jurídica e a lista do que conta é o edital de cada edição, e é lá que você confere. Publicar um número que a gente não pode sustentar seria pior do que dizer que não tem.

O que a página afirma sobre requisito de ingresso é o critério que a instituição normalmente usa para a posse: demonstrar capacidade postulatória privada. Isso se satisfaz de dois modos: ter condições de se inscrever na Ordem ou já estar inscrito nela. Quem explicou isso foi Werner Reck, defensor público do DF, na aula de 4 de setembro de 2018.

Na mesma aula ele registrou que a obrigação de manter inscrição na OAB para atuar é disputa aberta: os julgados tendem a dispensá-la, mas a ideia ainda não está consolidada.

Como funciona a carreira de defensor público do DF por dentro?

São três categorias, a entrada é sempre pela segunda e a promoção depois corre por antiguidade ou merecimento, como Werner Reck, defensor público do DF, explicou na aula de 31 de agosto de 2018.

No começo a lotação é provisória, e foi assim que ele descreveu o rodízio na mesma aula: "Mas quando você entra como provisório, que é o que todos os defensores fazem no primeiro momento, a cada seis meses você é obrigado a mudar de núcleo."

Só se volta a um núcleo da mesma circunscrição depois de um ano, prazo que a mesma aula registra como reduzido de dois anos para um.

Qual é a legislação institucional própria da Defensoria do DF?

É a Lei Complementar distrital 828, de 2010, que organiza a Defensoria Pública do Distrito Federal: "E depois da lei orgânica do Distrito Federal a gente tem a lei complementar distrital 828 de 2010 que organiza a defensoria pública do Distrito Federal." Quem a situou assim foi Werner Reck, defensor público do DF, na aula de 31 de agosto de 2018.

São cerca de 60 artigos, na contagem que ele deu na mesma aula.

Acima dela ficam a Lei Orgânica do Distrito Federal, citada no mesmo trecho, a Lei Complementar 80 de 94, que é a lei nacional da Defensoria e de onde saem os objetivos e as funções da instituição, e o artigo 134 da Constituição, alterado desde a Emenda Constitucional 69.

O artigo 6º da lei distrital abre a assistência jurídica item por item, e dele sai a distinção que a prova cobra: assistência jurídica gratuita quem analisa é o defensor, justiça gratuita quem analisa é o magistrado. Foi assim que ele explicou na aula de 4 de setembro de 2018.

Quanto tempo leva para se preparar para a Defensoria do DF?

Daniel Mesquita, defensor público do DF, chamou de factível uma média de cerca de dois anos, em 15 de julho de 2025.

Na mesma conversa ele recusou a rotina extrema que circula na internet: "não tem essa história de estudar 20 horas líquidas, tem aqui o pessoal às vezes vende aí na internet"

E foi direto sobre quando começar: "Então você está estudando, você se mantém firme para quando esse edital sair, você está na frente dos demais"

Quem assina o que a gente publica

Somos a CP Iuris, curso online de preparação para as carreiras jurídicas, e a gente começou em 2015, em Brasília.

Quem assina este guia é Samer Agi, cofundador da escola. Foi delegado de polícia em Goiás e, aos 25 anos, passou em 3º lugar no concurso para juiz substituto do TJDFT, onde atuou por cerca de oito anos, com passagem como juiz instrutor no STJ.

Quem sustenta o que esta página afirma sobre a Defensoria do DF são os professores nomeados no corpo: Werner Reck, na carreira e na legislação distrital; Michelle Tonon e Werner, na segunda fase de 15 de julho de 2019; e Daniel Mesquita, na rotina do cargo e no horizonte de preparação.

A régua é sempre a mesma: cada figura sai com a data em que foi dita, e com o nome de quem a disse onde a gravação identifica esse nome.