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Guia do Edital · Magistratura Estadual

O edital do concurso de Juiz Substituto do TJRJ

"Edital tjrj" quase sempre devolve o concurso dos servidores. Esta é a outra porta: o edital do juiz do TJRJ, requisitos, fases, vagas e cronograma, com a fonte e a data ao lado de cada número.

50
vagas (edital de juiz, 2019)
80
questões na objetiva
3
blocos na objetiva
R$ 35,8 mil
subsídio inicial de juiz

O edital de juiz do TJRJ

Esta é a página do edital do concurso de Juiz Substituto do TJRJ, a magistratura. Não é a dos servidores Técnico de Atividade Judiciária e Analista Judiciário, banca FGV, que a busca "edital tjrj" quase sempre devolve primeiro no Google. Se você veio pela toga, chegou à página certa.

Enquanto os cargos de servidor começam entre R$ 5.685,54 e R$ 12.924,41, o subsídio inicial de juiz do TJRJ é da ordem de R$ 35,8 mil.

E não é um tribunal qualquer: o TJRJ é uma casa tradicional, que já formou ministros do STJ e do Supremo.

Vídeo: análise do edital do concurso de Juiz Substituto do TJRJ Assistir no YouTube

Análise do edital da magistratura do TJRJ, banca, vagas, remuneração e a estrutura da prova, com o professor Samer Agi, ex-juiz. Abrir no canal da CP Iuris.

A gente pega o edital da magistratura e mostra o que ele exige de verdade, os requisitos, as fases, o que cai e como estudar por ele, com professores que passaram no concurso e exerceram o cargo. Ler o edital é o começo do mapa; aqui a gente atravessa cada linha com você, com cada número carimbado por fonte e data.

Página atualizada em julho/2026.

É o edital do servidor ou da magistratura?

O TJRJ abre dois tipos de edital que a mesma busca embaralha. O dos servidores, o Técnico de Atividade Judiciária, de nível médio, e o Analista Judiciário, de nível superior, é da banca FGV, com salários de R$ 5.685,54 a R$ 12.924,41 e 70 questões na prova objetiva. O do Juiz Substituto é de nível superior, exige três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM, tem banca VUNESP, e é o que a gente cobre aqui.

É a distinção que nenhum concorrente faz: os dois portais que dominam esta busca param no edital da FGV. Sobre o lado da magistratura, o professor Samer Agi, ex-juiz do TJDFT, resume o perfil da banca na análise do edital: "tradicionalmente quem vai fazer a prova é a VUNESP. VUNESP via de regra é a mistura de lei seca com entendimentos jurisprudenciais consolidados".

Se você procura Técnico ou Analista, esta não é a sua página; se procura a toga, é exatamente ela.

Servidores (Técnico e Analista) × Juiz Substituto (magistratura) no TJRJ
CampoServidores (Técnico e Analista)Juiz Substituto (magistratura)
EscolaridadeNível médio (Técnico) / nível superior (Analista)Nível superior (bacharel em Direito)
BancaFundação Getúlio Vargas (FGV)VUNESP
Faixa salarialR$ 5.685,54 a R$ 12.924,41Subsídio inicial de magistrado (da ordem de R$ 35,8 mil)
Requisito de carreira3 anos de atividade jurídica + habilitação no ENAM
Nº de questões (objetiva)70 questões80 questões
Esta página cobre?NãoSim

A ficha do edital de juiz do TJRJ

Antes de qualquer explicação, a ficha do edital de Juiz Substituto do TJRJ: cargo, vagas, subsídio, banca, inscrição, taxa, etapas e datas. Cada linha traz a fonte, o edital, o portal da banca, e a data em que a gente conferiu, porque número de edital envelhece e nesta busca ele aparece divergente sem ninguém reconciliar.

Um dado de referência vem da análise do professor Samer Agi, ex-juiz, sobre o edital de magistratura de 2019: "A remuneração do juiz do Instituto TJRJ ultrapassa R$ 30 mil. As inscrições vão do dia 18 de setembro a 25 de outubro". Os campos vivos, vagas, subsídio e cronograma da edição corrente, são preenchidos a partir do edital publicado e revisados a cada retificação.

Ficha do edital de Juiz Substituto do TJRJ — campo, valor, fonte e data de verificação (jul/2026)
CampoValorFonteVerificação
CargoJuiz Substituto do TJRJ (magistratura estadual)edital publicadojul/2026
RequisitosBacharel em Direito + 3 anos de atividade jurídica + habilitação no ENAMResolução CNJ nº 531/2023 + LOMANjul/2026
BancaVUNESPanálise do edital, professor Samer Agijul/2026
Vagas (referência 2019)50 vagas (10 para negros, 3 para PcD)análise do edital TJRJ 2019, professor Samer Agijul/2026
Subsídio inicial (referência)Acima de R$ 30 mil (iniciais da ordem de R$ 35,8 mil)análise do edital, professor Samer Agijul/2026
Prova objetiva80 questões, cada uma valendo 0,125 pontoanálise do edital TJRJ, professor Samer Agijul/2026
Inscrição (referência 2019)18/09 a 25/10, pela VUNESPanálise do edital TJRJ 2019, professor Samer Agijul/2026
Vagas (edição corrente)Conforme o edital publicadoedital publicado / portal da VUNESPa cada retificação
Taxa de inscrição (edição corrente)Conforme o edital publicadoedital publicado / portal da VUNESPa cada retificação
Status do certameConforme o portal da VUNESP e do TJRJportal da VUNESP / TJRJa cada retificação

Este edital está aberto? Como acompanhar

O status do edital fica declarado logo aqui, aberto, encerrado ou previsto, com a data em que a gente verificou e o link para a publicação oficial da banca.

Isso resolve o que as outras páginas quebram: uma trata o edital como notícia datada no dia do encerramento das inscrições, a outra apenas risca as datas vencidas sem dizer o estado atual do concurso.

Status do certame: conforme o portal da VUNESP e do TJRJ, com a data de cada verificação carimbada ao lado. Esta página é mantida viva, a última revisão foi em julho/2026.

No edital dos servidores, por exemplo, houve retificação que mudou horário de prova e permitiu a inscrição nos dois cargos, o tipo de ajuste que passa despercebido de quem não acompanha a fonte. A gente mantém esta página viva e carimba a data de cada revisão, para você não se programar em cima de informação vencida.

Quem pode ser juiz do TJRJ?

Três requisitos definem quem pode disputar a toga do TJRJ:

  • Bacharelado em Direito
  • Três anos de atividade jurídica
  • Habilitação no ENAM

Atenção ao filtro que reorganizou a preparação de quem mira juiz: o ENAM habilita, não aprova. Ele não te dá a vaga, te dá o direito de disputá-la. Nenhum tribunal abre a porta da inscrição definitiva sem a habilitação.

E os três anos de atividade jurídica seguem a régua da magistratura: são exigidos até a data da inscrição definitiva, que vem mais adiante no cronograma, não no primeiro clique de inscrição. A gente destrincha cada requisito para você saber, antes de estudar, se já pode se inscrever e o que falta.

As fases do concurso de juiz

O concurso de juiz do TJRJ não se decide numa prova só. Começa na objetiva, avança para as provas escritas, a discursiva e as sentenças penais e civis, e termina na prova oral, além das etapas de títulos e investigação.

Prova objetiva Primeira fase, eliminatória, habilita quem passa da régua de acertos.
Prova discursiva Primeira das provas escritas.
Sentença penal Uma das peças da segunda fase.
Sentença civil A outra peça da segunda fase.
Prova oral Etapa de arguição, depois das escritas.
Títulos e investigação Etapas complementares até a nomeação.

Sobre o cronograma dessas fases, vale a formulação do juiz Guilherme Marra, coordenador pedagógico da CP Iuris: "6 de abril, a prova discursiva. 5 e 6 de julho serão as provas de sentença penal".

E a régua da 1ª fase é dura. Pela análise do edital com o professor Samer Agi, ex-juiz, a objetiva tem 80 questões e habilita quem acerta pelo menos 30% de cada bloco e 60% no geral, dentro dos 300 primeiros colocados. A gente mostra o peso e a régua de corte de cada etapa para você não tratar a segunda fase como detalhe.

Vídeo: as datas das fases do concurso de juiz do TJRJ Assistir no YouTube

Dúvidas sobre os concursos do TJRJ e do TJAM, com o juiz Guilherme Marra, as datas das fases da magistratura. Ver no canal da CP Iuris.

O que cai na prova objetiva?

A prova objetiva do TJRJ é organizada em três blocos de disciplinas, e conhecer a composição vale mais do que decorar a lista do edital.

O primeiro bloco reúne civil, processo civil, organização judiciária, consumidor, criança e adolescente, difuso e coletivo; o segundo, penal e processo penal. O terceiro é o que a análise do edital não suaviza, nas palavras do professor Samer Agi, ex-juiz: "direito empresarial, tributário, ambiental e administrativo. Como sempre, o bloco três é o famoso bloco da morte".

São 80 questões, cada uma valendo 0,125 ponto. A gente traduz o programático em bloco e peso, não em cópia de índice, para você ver de saída onde a prova concentra as questões e onde ela mais elimina.

Blocos da prova objetiva do TJRJ — disciplinas e observação (fonte: análise do edital, professor Samer Agi)
BlocoDisciplinasObservação
Bloco 1Direito civil, processo civil, organização judiciária, consumidor, criança e adolescente, difuso e coletivoorganização judiciária e direitos difusos e coletivos entraram como disciplinas autônomas
Bloco 2Direito penal e processo penal
Bloco 3Direito empresarial, tributário, ambiental e administrativo"o famoso bloco da morte"
Distribuição de questões80 questões, cada uma valendo 0,125 ponto; habilitação com 30% de cada bloco e 60% no geral, dentro dos 300 primeiros

Como transformar o edital em plano de estudo

O edital dá o mapa; o que ninguém entrega é como andar por ele. A leitura de quem já passou começa pelo perfil da banca: a VUNESP cobra mais lei do que doutrina. Como mostra o professor Samer Agi, ex-juiz, ao analisar as provas do TJRJ, "a exigência de legislação sobe para quase 80% das provas", quem domina a letra da lei larga na frente.

Isso muda a régua de estudo:

Estudar primeiro
Legislação de maior recorrência
É o que rende resultado rápido, a VUNESP cobra mais a letra da lei do que a doutrina.
Adiar
O específico e de menor peso
Fica para a reta próxima da prova, quando já sobra folga no que mais cai.

Tanto que, ainda na análise do professor Samer Agi, "um único dia de estudos de qualidade pode render um décimo das questões da prova". É essa leitura que separa transcrever o edital de estudar por ele, e é o desenho de percurso que o método CPA acompanha aula por aula, simulado por simulado, até o dia da prova.

Vídeo: o que estudar na reta final da prova do TJRJ Assistir no YouTube

O que estudar na reta final do TJRJ: o perfil da banca VUNESP e a priorização por custo-benefício, com o professor Samer Agi. Ver a aula completa no canal da CP Iuris.

Quantas vagas o TJRJ costuma abrir?

Para calibrar a expectativa do próximo edital, vale olhar o retrovisor, e ele tem duas linhas, servidores e magistratura.

No último concurso de servidores, a banca era o Cebraspe: o edital de 2020, republicado em 2021, abriu 160 vagas, depois reduzidas a 132, com 302 convocados. Em 2025 a banca virou FGV, com cadastro de reserva e 70 questões na objetiva. Na magistratura, o edital de 2019 trouxe 50 vagas com banca VUNESP, como registra o professor Samer Agi, ex-juiz, na análise do edital: "o edital traz 50 vagas, são 10 vagas destinadas a candidatos negros, são 3 vagas destinadas às pessoas com deficiência".

Histórico de vagas do TJRJ por edição — servidores e magistratura
EdiçãoCarreiraBancaVagasObservação
2019Magistratura (Juiz Substituto)VUNESP50 (10 negros, 3 PcD)remuneração acima de R$ 30 mil
2020/2021Servidores (Técnico e Analista)Cebraspe160 iniciais, reduzidas a 132; 302 convocadosúltimo concurso de servidores antes do de 2025
2025Servidores (Técnico e Analista)FGVcadastro de reservatroca de banca (Cebraspe → FGV); 70 questões na objetiva

E há um ponto que orienta a preparação. Como resume o juiz Guilherme Marra, coordenador pedagógico da CP Iuris, "falar de curso específico é um marketing para te vender duas vezes o mesmo curso", a preparação de segunda fase é a mesma nos tribunais que seguem o mesmo desenho. A gente organiza o histórico em tabela para você enxergar a periodicidade e a troca de banca de uma edição para a outra.

Ler o edital é só o começo. Passar é com a gente.

Ler o edital mostra o tamanho da prova; o próximo passo é ter um plano para atravessá-la. É isso que a preparação da CP Iuris para a magistratura estadual faz: o método CPA monta um percurso de estudo a partir do seu perfil, com correção de peças e sentenças na 2ª fase e professores que passaram no concurso e exerceram o cargo. A preparação inclui o ENAM e cobre todas as fases, da objetiva à oral. O edital dá o mapa; a gente anda com você por ele.

Conhecer a preparação para a magistratura estadual ›

Perguntas frequentes sobre o edital do TJRJ

O edital do TJRJ é dos servidores ou do juiz?

Os dois existem, e a mesma busca os embaralha. O dos servidores, Técnico de Atividade Judiciária e Analista Judiciário, é da banca FGV; o de Juiz Substituto é de nível superior, banca VUNESP, e exige três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM. Esta página cobre o edital da magistratura, o do concurso de juiz.

Quais os requisitos para ser juiz do TJRJ?

Bacharelado em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM. Fique de olho num detalhe: os três anos de atividade jurídica são exigidos até a data da inscrição definitiva, que vem mais adiante no cronograma, não no primeiro ato de inscrição.

O ENAM é obrigatório para o concurso do TJRJ?

É. O ENAM habilita, não aprova: ele não te dá a vaga, te dá o direito de disputá-la. Sem a habilitação, nenhum tribunal, o TJRJ incluído, abre a porta da inscrição definitiva.

Quantas vagas o TJRJ costuma abrir na magistratura?

No edital de magistratura de 2019 foram 50 vagas, com banca VUNESP e remuneração acima de R$ 30 mil. Como o número de aprovados costuma ficar abaixo do número de vagas, a preparação pesa mais que a expectativa de vaga.

Quais são as fases do concurso de juiz do TJRJ?

Prova objetiva (80 questões), provas escritas (discursiva e sentenças penais e civis), prova oral, além de títulos e investigação. A objetiva habilita quem acerta pelo menos 30% de cada bloco e 60% no geral, dentro dos 300 primeiros colocados.

Como a banca VUNESP costuma cobrar a prova do TJRJ?

Com muita lei. Na análise das provas do TJRJ, a exigência de legislação sobe para quase 80% das questões, a fama da VUNESP de cobrar mais a letra da lei do que doutrina se confirma nas estatísticas. Por isso o estudo começa pela legislação de maior recorrência.

Quem somos nós

Somos a CP Iuris, e a régua desta casa é uma só: aqui você aprende com quem passou no concurso e exerceu o cargo, não com produtor de conteúdo.

A análise deste edital é do professor Samer Agi, ex-juiz do TJDFT, aprovado em 3º lugar aos 25 anos para juiz substituto e empossado em 25/11/2013, com cerca de oito anos na magistratura e passagem como juiz instrutor no STJ. As datas e a preparação das fases são conduzidas pelo juiz Guilherme Marra, coordenador pedagógico da CP Iuris, todos aprovados nas próprias carreiras.

É essa autoridade, judicante e não de audiência, que a gente coloca em cada linha desta página.

Fontes: análise do edital do concurso de Juiz Substituto do TJRJ (magistratura, 2019, referência histórica) com o professor Samer Agi, ex-juiz, e a Resolução CNJ nº 531/2023 (ENAM); os dados do concurso de servidor seguem o edital da FGV e o histórico do Cebraspe; o subsídio da magistratura segue o padrão da carreira. Confira sempre o edital oficial vigente no portal da VUNESP e do TJRJ antes de tomar decisões sobre a sua inscrição.