É o edital do servidor ou da magistratura?
"Edital tjce" quase sempre devolve o concurso dos servidores, Analista, Técnico e Oficial de Justiça, pela banca FCC. Esta página é do outro edital: o do concurso de Juiz Substituto do TJCE, a magistratura, pela banca FGV. São certames distintos, com exigências que não se misturam.
O TJCE abre esses dois tipos de edital que a mesma busca embaralha. O de servidor exige nível médio (Técnico) ou superior (Analista e Oficial de Justiça), cai com a Fundação Carlos Chagas e paga de R$ 5.381,36 a R$ 8.829,24. O de Juiz Substituto é de nível superior, exige três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM, e é a carreira da magistratura, o que a gente cobre aqui.
É por isso que os portais desta busca mostram números tão diferentes: eles quase nunca estão falando do mesmo concurso. Se você procura Analista, Técnico ou Oficial, esta não é a sua página; se procura a toga, é exatamente ela. Para o panorama do concurso, veja o guia do concurso TJCE.
| Cargo | Banca | Escolaridade | Vagas (último edital) | Remuneração inicial | Esta página cobre? |
|---|---|---|---|---|---|
| Juiz Substituto (magistratura) | FGV | Bacharel em Direito + 3 anos de atividade jurídica + ENAM | 30 vagas + cadastro de reserva | Subsídio de magistrado | Sim |
| Servidor (Técnico Judiciário) | FCC | Nível médio | 24 vagas + cadastro de reserva | R$ 5.381,36 | Não |
| Servidor (Analista e Oficial de Justiça) | FCC | Nível superior | 24 vagas + cadastro de reserva | R$ 8.829,24 | Não |
A ficha do edital de juiz do TJCE
Antes de qualquer explicação, a ficha do edital de Juiz Substituto do TJCE: cargo, vagas, banca, requisitos, inscrição, taxa, etapas e datas. Cada linha traz a fonte e a data em que a gente conferiu, porque número de edital envelhece e nesta busca ele aparece divergente sem ninguém reconciliar.
Do último edital da magistratura, como abre a professora Danielle Rolim, juíza: "Nós temos a previsão de 30 vagas e cadastro reserva, como eu falei de início". Os campos vivos, vagas, taxa e cronograma da edição corrente, são preenchidos a partir do edital publicado e revisados a cada retificação.
| Campo | Valor | Fonte / verificação |
|---|---|---|
| Cargo | Juiz Substituto do TJCE (magistratura estadual) | edital publicado · jul/2026 |
| Banca | FGV | análise do edital, Danielle Rolim · jul/2026 |
| Requisitos | Bacharel em Direito + 3 anos de atividade jurídica + ENAM | Resolução CNJ nº 531/2023 + edital · jul/2026 |
| Vagas (último edital) | 30 + cadastro de reserva (22 ampla, 1 PcD, 6 negros, 1 indígena) | análise do edital, Danielle Rolim · jul/2026 |
| Taxa de inscrição | R$ 358,77 | análise do edital, Danielle Rolim · jul/2026 |
| Etapas | 5 (objetiva, escritas, inscrição definitiva, oral, títulos) | análise do edital, Danielle Rolim · jul/2026 |
| Vagas/taxa (edição corrente) | Conforme o edital publicado | portal da FGV · a cada retificação |
Este edital está aberto? Como acompanhar
O status do edital fica declarado logo aqui, aberto, encerrado ou previsto, com a data em que a gente verificou e o link para a publicação oficial da banca FGV.
Isso resolve o que as outras páginas quebram: elas tratam o edital como notícia datada no dia do encerramento das inscrições, sem dizer o estado atual do concurso.
No último edital da magistratura do TJCE, as inscrições foram de 23 de abril a 22 de maio, com o certificado do ENAM enviado no mesmo prazo. A gente mantém esta página viva e carimba a data de cada revisão, para você não se programar em cima de informação vencida, a queixa recorrente do mercado é justo essa, edital desatualizado que engana quem chega depois.
Quem pode ser juiz do TJCE?
Para ser juiz do TJCE você precisa de três coisas: diploma de bacharel em Direito, três anos de atividade jurídica e o certificado de habilitação no ENAM. O detalhe que derruba candidato é o "quando": os três anos são exigidos na posse, não na inscrição.
Ou seja: dá para disputar antes de completar o tempo, desde que você o complete até lá.
- Bacharelado em Direito;
- Três anos de atividade jurídica, exigidos na data da posse;
- Certificado de habilitação no ENAM, enviado por upload dentro do prazo de inscrição, no formato do edital;
- As etapas posteriores de idoneidade, exame psicotécnico e sanidade física e mental.
O certificado do ENAM tem um passo próprio: sem correio e sem entrega presencial, só o upload no sistema da inscrição, dentro do prazo. E vale a régua que reorganizou a preparação de quem mira juiz: o Exame Nacional da Magistratura (ENAM) habilita, não aprova, ele não te dá a vaga, te dá o direito de disputá-la.
"para ingresso no concurso da magistratura, você tem que preencher o requisito de ter três anos de atividade jurídica" — a professora Danielle Rolim, juíza do TJDFT e coordenadora de magistratura da CP Iuris
As fases do concurso de juiz
O concurso de juiz do TJCE se decide em cinco etapas, não numa prova só:
A segunda etapa é onde o concurso costuma se ganhar ou se perder, é ali que a prática de sentença separa quem sabe a teoria de quem sabe julgar.
No vídeo abaixo, a professora Danielle Rolim, juíza do TJDFT e coordenadora de magistratura da CP Iuris, abre o edital inteiro e percorre esse cronograma etapa por etapa.
"As etapas do concurso, como previsto, né, nós temos aqui como de rigor as etapas em cinco. Primeira etapa prova objetiva seletiva" — a professora Danielle Rolim, juíza do TJDFT e coordenadora de magistratura da CP Iuris
▶ Assistir no YouTube
A professora Danielle Rolim faz o guia completo do edital da magistratura do TJCE, etapa por etapa. Abrir no canal da CP Iuris.
O que cai na prova objetiva?
A objetiva do TJCE se divide em três blocos, e eles não pesam igual. O bloco 1 concentra Civil, Processo Civil, Consumidor e Criança e Adolescente e traz 40 questões; o bloco 2 (Penal, Processo Penal, Constitucional e Eleitoral) e o bloco 3 (Empresarial, Tributário, Financeiro e Ambiental) trazem 30 cada, 100 questões no total.
A régua do estudo sai daí: quem se garante só em Civil, Processo Civil, Penal e Processo Penal não habilita, porque falta o mínimo dos outros blocos. Na objetiva da magistratura você tem que ser generalista, saber de tudo um pouco, com prioridade para o bloco que mais pontua.
"bloco um Civil, processo civil, consumidor, criança e adolescente. Dentro desse bloco nós vamos ter 40 questões" — a professora Danielle Rolim, juíza do TJDFT e coordenadora de magistratura da CP Iuris
Como transformar o edital em plano de estudo
O edital dá o mapa; o que ninguém entrega é como andar por ele. A leitura de quem já passou começa pela régua da objetiva: como resume a professora Danielle Rolim, juíza, "para passar nessa prova objetiva, você tem que ser o generalista, você tem que saber de tudo um pouco".
Isso muda a ordem de estudo:
- Não dá para se garantir só nas matérias grandes e abrir mão do bloco 3, o piso por bloco elimina quem faz isso;
- Há atalho de custo-benefício dentro do próprio bloco 1: "você não pode se dar o direito de errar questões de consumidor e de criança e adolescente", conteúdos menores que se domina por inteiro com pouco tempo.
O método é lei seca e resolução de questões, e é esse desenho de percurso que o método CPA acompanha aula por aula, simulado por simulado, até o dia da prova.
Quantas vagas e qual o cronograma?
No último edital da magistratura do TJCE, como abriu a professora Danielle Rolim, "nós temos 30 vagas mais cadastro reserva. Então, é muito bom, é boa essa oportunidade, muito bom esse momento", distribuídas em 22 para ampla concorrência, 1 para pessoa com deficiência, 6 para candidatos negros e 1 para indígenas.
A taxa de inscrição foi de R$ 358,77, e o cronograma teve inscrições de 23 de abril a 22 de maio, a 1ª fase (objetiva) em 20 de julho em Fortaleza e a 2ª fase (discursiva e as duas sentenças) em 28 e 29 de setembro.
| Campo | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| Vagas | 30 + cadastro de reserva | análise do edital, Danielle Rolim |
| Distribuição | 22 ampla · 1 PcD · 6 negros · 1 indígena | análise do edital, Danielle Rolim |
| Taxa | R$ 358,77 | análise do edital, Danielle Rolim |
| 1ª fase (objetiva) | 20 de julho, em Fortaleza | análise do edital, Danielle Rolim |
| 2ª fase (escritas) | 28 e 29 de setembro | análise do edital, Danielle Rolim |
Aqui entra a lógica que muda o jeito de estudar: na magistratura, a briga não é pelo número de vagas do edital, é por aprovação. As notas de corte vêm subindo, e não basta passar, é preciso estar entre os melhores.
"nós temos 30 vagas mais cadastro reserva. Então, é muito bom, é boa essa oportunidade, muito bom esse momento" — a professora Danielle Rolim, juíza do TJDFT e coordenadora de magistratura da CP Iuris
Ler o edital é só o começo
Ler o edital mostra o tamanho da prova; o próximo passo é ter um plano para atravessá-la.
É isso que a preparação da CP Iuris para a magistratura estadual faz: o método CPA monta um percurso de estudo a partir do seu perfil, com correção de peças e sentenças na 2ª fase e professores que passaram no concurso e exerceram o cargo. A preparação inclui o ENAM e cobre todas as fases, da objetiva à oral.
A régua é a constância, não o esforço de véspera. O edital dá o mapa; a gente anda com você por ele, aula por aula, até o dia da prova. É teoria com quem viveu a prática, professores que já sentaram na cadeira de juiz.
"aquele sujeito que estuda com constância, com consistência, três, quatro, duas horas que seja, mas todo dia, ele vai passar" — o professor Guilherme Marra, juiz do TJDFT e coordenador de 2ª fase da CP Iuris
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Os professores Samer Agi e Guilherme Marra conversam sobre a preparação para a magistratura e o método CPA. Ver o episódio no canal da CP Iuris.