CP Iuris Ver cursos
Guia da carreira · Defensor DPE-MG

Concurso DPE-MG para Defensor Público: o guia do certame

A gente reuniu o que se repete de edição em edição no concurso DPE-MG: prazo, etapas e a peça da discursiva. O resto está no edital do órgão.

3 anos
de atividade jurídica, completos até a inscrição definitiva, etapa que antecede a prova oral
edital de concurso de Defensoria aberto sobre a mesa, com caderno de anotações ao lado

Concurso DPE-MG: Defensor ou servidor?

"Concurso DPE-MG" nomeia duas seleções diferentes: a carreira de Defensor Público e os cargos de Técnico e Analista. Esta é a página da carreira de Defensor Público.

E a gente começa pelo prazo, que é o dado que muda a conta de quem se formou há pouco. Em Minas os três anos de atividade jurídica precisam estar completos até a inscrição definitiva, etapa que acontece durante o certame e antecede a prova oral.

Quem afirma isso é Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, na live de 22/08/2023. Ela lê o edital como coordenadora de curso. Não é membro da Defensoria Pública de Minas Gerais, e nada nesta página sugere que seja. A frase inteira dela, com o contraste que ela faz na mesma linha, está logo abaixo.

Sobre a seleção de Técnico e Analista a gente não carrega dado nenhum. Quem chegou por ali confere no edital do próprio órgão.

Daqui em diante a gente reúne o que se repete de edição em edição. E diz linha a linha quando o assunto é a carreira de Defensoria em geral, e não este órgão.

O que fica de fora sai por dois motivos, e a gente não mistura os dois.

O número de vagas de qualquer edição futura, a banca do próximo certame, o subsídio do cargo e a taxa de inscrição não estão nas quatro fontes desta página. Já o calendário está numa delas: ele sai por ser o da edição de 2023.

Os dois grupos moram no mesmo lugar, que é o edital da DPE-MG.

Quando a DPE-MG cobra os três anos?

A DPE-MG cobra os três anos de atividade jurídica até a inscrição definitiva, etapa que acontece durante o certame e antecede a prova oral.

Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, marca a diferença em relação ao órgão vizinho dentro da mesma frase, na live de 22/08/2023:

"três anos de prática até a inscrição definitiva, no espírito santo é até após, e aqui é um pouquinho antes da inscrição definitiva, que antecede a prova oral"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 22/08/2023

Na fala dela, "no espírito santo" é a Defensoria Pública do Espírito Santo, o órgão vizinho de que a live trata, e "aqui" é Minas. Ela lê o edital como coordenadora de curso e não é membro da Defensoria Pública de Minas Gerais.

Prazo de atividade jurídica
3 anos
o marco em Minas é a inscrição definitiva, etapa que antecede a prova oral (Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, 22/08/2023)
Até quando os três anos de atividade jurídica precisam estar completos em cada um dos dois órgãos que este cluster publica
Órgão Até quando os três anos de atividade jurídica precisam estar completos
Defensoria Pública de Minas Gerais Até a inscrição definitiva, etapa que acontece durante o certame e antecede a prova oral
Defensoria Pública do Espírito Santo (órgão vizinho, citado como contraste por Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris) Até depois da inscrição definitiva

A consequência prática é uma conta de calendário. Quem calcula o prazo pelo modelo do Espírito Santo, onde a exigência vem depois, se engana em Minas e descobre tarde.

O marco é durável e vale de uma edição para a seguinte. Em que data a inscrição definitiva cai em cada edição a gente não carrega: isso é cronograma, é dado de edição, e está no edital da DPE-MG.

O que conta como atividade jurídica?

Atividade jurídica não se resume a advogar, e há caminho para quem ainda não tem escritório.

Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, deu o caminho na live de 08/03/2023:

"seja colaborador na defensoria pública, você pode colaborar, você pode fazer estágio de pós-graduação na defensoria, isso conta como prática jurídica"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 08/03/2023

São dois caminhos, e eles não se comprovam do mesmo jeito:

Caminho declarado na live de 08/03/2023
Colaboração na Defensoria Pública
Na mesma resposta ela descreve a colaboração em que o candidato pega processos para análise: depois a defensoria emite uma certidão dizendo que você fez essa colaboração.
Caminho declarado na live de 08/03/2023
Estágio de pós-graduação na Defensoria
Conta como prática jurídica. Sobre comprovação a passagem não fala nada, e a gente não estende a certidão dela a este caminho.

A atividade jurídica é sempre um ponto de preocupação de fato, e a régua de checagem vem da mesma falante, na mesma live:

"É preciso verificar o edital do concurso, o regulamento do concurso, para ver o que é considerado como atividade jurídica."

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 08/03/2023

E na dúvida ela orienta, na sequência da mesma resposta, encaminhar um e-mail para a banca examinadora, para a instituição que está ali organizando.

Este bloco é material da carreira de Defensoria, não da DPE-MG: nenhuma das três falas cita órgão.

Quantos atos por ano a advocacia precisa somar, se advocacia associada serve e que prazo mínimo de estágio conta a gente não afirma. Está no edital da DPE-MG. Ver o que esta página não carrega.

Quantas etapas tem o concurso de Defensoria?

O desenho em três etapas do concurso de Defensoria é da carreira jurídica em geral, não uma medição da prova de Minas.

Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, descreveu o padrão sem citar órgão nenhum, na live de 08/03/2023:

"a maior parte dos concursos se desenvolvem em no mínimo três etapas, uma etapa objetiva, uma etapa subjetiva, discursiva, com questões e peças práticas, peças processuais."

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 08/03/2023

Na ordem em que acontecem:

Prova objetiva.
Prova discursiva, com questões e peças práticas.
Prova oral.

Sobre Minas, o que as quatro fontes desta página afirmam, item a item. A gente nomeia cada um e não diz que a lista se fecha aqui:

  • Onde a inscrição definitiva entra. Acontece durante o certame e antecede a prova oral, que é o mesmo marco da seção do prazo.
  • O formato da objetiva. A mesma falante descreveu a objetiva de Minas como múltipla escolha, nos mesmos moldes da do órgão vizinho, a Defensoria Pública do Espírito Santo. Ela lia o edital de 2023, em 22/08/2023, e o formato entra com essa data e essa atribuição coladas nele. Nunca como o desenho fixo da prova.
  • A existência das discursivas. A mesma passagem afirma que Minas tem discursivas. A peça que a dissertativa deste órgão já cobrou está na seção seguinte.
Como as questões se distribuem por matéria, quantos grupos de disciplinas existem e qual a nota mínima em cada um: nada disso está nas quatro fontes desta página. São dados do edital da DPE-MG, e é lá que se leem.

A prova oral entra aqui só como marco de posição. Nenhuma das quatro fontes desta página dá método de treino para a arguição, e a gente não constrói bloco em cima do que não tem.

Que peça a discursiva da DPE-MG já cobrou?

Uma prova anterior da DPE-MG cobrou habeas corpus para trancar o processo diante da negativa de absolvição sumária.

Nestor Távora, professor de Direito Processual Penal da CP Iuris, resolve o caso na aula de 21/06/2023:

"A negativa do juiz quanto à absolvição sumária é irrecorrível, não tem previsão legal de recurso e a defesa, prova dissertativa da defensoria pública de Minas, poderá, foi a peça da prova, poderá impetrar habeas corpus com o objetivo de trancar o processo diante de uma patente ilegalidade."

— Nestor Távora, professor de Direito Processual Penal da CP Iuris, em 21/06/2023

Ele volta ao ponto no parágrafo seguinte para corrigir a natureza da peça:

"É uma ação autônoma de impugnação, com o intuito de trancar aquele processo. Foi a peça da defensoria pública do estado de Minas Gerais."

— Nestor Távora, professor de Direito Processual Penal da CP Iuris, em 21/06/2023

O problema jurídico se lê em três passos:

1
O juiz nega a absolvição sumária.
2
Essa decisão interlocutória é irrecorrível, porque não há previsão legal de recurso contra ela.
3
O caminho da defesa é a ação autônoma de impugnação, que é o habeas corpus. Não é recurso, e a correção é dele.
De que edição foi essa prova a aula não diz, e a gente não completa. É uma prova anterior da DPE-MG, e a edição está no histórico de provas do órgão.

Espelho de correção, modelo de peça pronto para copiar, nota de pontuação: a gente não entrega nenhum dos três, e também não promete. Ver o repertório de peças da segunda fase.

Quais são as principais peças criminais?

Cinco peças formam o que Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, chama de as principais peças criminais:

Resposta à acusação
Alegações finais ou memoriais
Recurso de apelação
Recurso em sentido estrito
Revisão criminal

Ela nomeia esse repertório na live de 08/03/2023, sem citar órgão nenhum. O contexto é a descrição das peças cujas técnicas de redação o curso de segunda fase da casa trabalha:

"no criminal, a gente vai falar de resposta à acusação, a gente vai falar de alegações finais ou memoriais, a gente vai falar de recurso de apelação, recurso em sentido estrito"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 08/03/2023

A quinta peça, a revisão criminal, só aparece no parágrafo seguinte da transcrição, que corta a frase no meio.

A passagem é catálogo de curso, não medição de prova. Ela diz quais peças são as principais e quais o curso trabalha. Com que frequência a segunda fase de cada certame as cobra, ela não afirma, e a gente também não.

Este bloco é material da carreira de Defensoria, não da DPE-MG: o que a discursiva mineira pede em cada edição está no edital do órgão.

Falta uma coisa aqui, e é de propósito. Em que a peça defensorial difere da de magistratura e da de Ministério Público a gente não compara, porque nenhuma das quatro fontes desta página faz esse contraste.

Quanto da prova é específico da Defensoria?

Cerca de um terço de uma prova de Defensoria é de especialidade da carreira, e é isso que a separa dos demais concursos jurídicos.

Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, fez a conta na live de 27/02/2019:

"como cobra princípios e atribuições funcionais ou direitos humanos com maior relevância, filosofia do direito, sociologia jurídica, ela vai cobrar, quer dizer, você tem praticamente um terço da prova que é de especialidade da defensoria pública"

— Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, em 27/02/2019

Fatia de especialidade da carreira de Defensoria
Cerca de um terço da prova
leitura de Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, em 27/02/2019, não medição da prova mineira

As quatro frentes que compõem essa fatia:

  • Princípios e atribuições institucionais da Defensoria Pública
  • Direitos humanos
  • Filosofia do direito
  • Sociologia jurídica

Na mesma passagem ele emenda a consequência de estudo: é preciso que você reserve as últimas três semanas para essas disciplinas.

Essa fração é a leitura dele sobre provas de Defensoria em geral, não uma medição da prova de Minas.

Quanto cada matéria pesa na objetiva da DPE-MG, quantas questões cada uma recebe e como as disciplinas se agrupam são dados do edital do órgão, e a gente não os afirma.

O que a fração muda na decisão é direto: quem vem de outra carreira jurídica já tem a maior parte do conteúdo, e a diferença mora nessa fatia.

Quem organiza o concurso da DPE-MG?

Sobre quem organiza o concurso da DPE-MG, as fontes divergem, e a gente publica a divergência em vez de escolher um lado.

De um lado
Banca própria, na leitura da live de 22/08/2023
Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, afirmou em 22 de agosto de 2023 que a DPE-MG era de banca própria. Ela fazia contraste com a banca contratada que cita para a Defensoria Pública do Espírito Santo, o órgão vizinho de que a live tratava.
De outro
FUNDEP, no registro de dois dos três concorrentes analisados
Dois dos três concorrentes analisados nomeiam a FUNDEP para o mesmo período. Um escreve "FUNDEP/banca própria do órgão"; o outro registra "FUNDEP Gestão de Concursos" no campo de banca anterior.

A gente não resolve esse conflito com o material que tem, e não o esconde.

Duas palavras que costumam confundir: banca própria e banca contratada são modelos de organização, não nomes de empresa.

Quem organiza o próximo certame é dado de edição e está no edital da DPE-MG.

E uma coisa a gente não diz em tempo presente: que a banca da DPE-MG é própria.

Dá para aproveitar estudo de outra defensoria?

O estudo se aproveita de uma defensoria estadual para outra, inclusive entre um órgão de banca própria e um de banca contratada.

Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, deu a razão de fundo na live de 22/08/2023:

"as bancas examinadoras também, quando vão elaborar as provas, também buscam, nós temos percebido essa tendência, refletir as questões, isso passa a ser até exigência das instituições contratantes, que as questões também reflitam o dia a dia do defensor"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 22/08/2023

Ela apresenta isso como tendência que vem percebendo, não como regra fechada.

A mesma falante estendeu o ponto à segunda fase quatro anos antes, na live de 27/02/2019:

"E é um conhecimento que se agrega inclusive para a segunda fase, que o perfil do defensor vai sendo mais testado, seja nas provas discursivas, nas questões discursivas, nas peças práticas."

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 27/02/2019

A tese da transferência é da carreira de Defensoria, não de Minas.

O que é de Minas é o par concreto. Na mesma live de 27/02/2019, Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, montou o plano de quem presta duas defensorias na mesma temporada, e o par que ele escolheu foi Minas Gerais e São Paulo:

"O que tivesse em comum, e acho que 80% da prova está em comum, pelo menos isso, eu estudaria desde agora. Duas semanas antes de São Paulo eu focaria apenas as matérias específicas de São Paulo. Duas semanas antes de Minas Gerais eu focaria apenas as matérias específicas de Minas Gerais."

— Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, em 27/02/2019

Conteúdo comum entre a prova de Minas Gerais e a de São Paulo
80% da prova
estimativa de Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, em 27/02/2019, apresentada por ele mesmo como piso e não como conta fechada, e presa a esse par de órgãos

O plano tem dois tempos:

Desde já, o que é comum às duas provas. Ele estima em pelo menos 80% da prova. A estimativa é dele, é desse par de órgãos, e ele mesmo a apresenta como piso, não como conta fechada.
Nas duas últimas semanas antes de cada prova, o que é específico daquele edital.

Tabela de comparação entre defensorias estaduais e ranking de órgãos a gente não publica: nenhuma dessas colunas fecha com as quatro fontes desta página.

Calendário de provas também não, e aqui o motivo é o outro. As datas existem na live de 22/08/2023, e são da edição de 2023.

Como montar o estudo para a Defensoria?

O método de estudo para uma prova de Defensoria começa por resolver uma prova anterior simulando o dia da prova e medir o rendimento por matéria.

O diagnóstico, na descrição de Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, na live de 22/08/2023:

1
Resolva uma prova anterior no tempo real da prova.
2
Meça o rendimento matéria a matéria.
3
Leve o estudo para onde ele caiu.
"E aí você observa, poxa, não fui bem em direitos humanos. Então você vai focar nos direitos humanos."

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 22/08/2023

A régua que organiza o resto vem da mesma live:

"na prova objetiva você não pode apresentar discrepâncias muito grandes nos rendimentos nas matérias, você tem que manter ali uma constância"

— Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, em 22/08/2023

Ou seja: constância entre matérias vale mais do que apostar nas fortes, e tem que cobrir todas as matérias no seu estudo.

Os pilares que sustentam a rotina são quatro, e a mesma falante os nomeia juntos na live de 08/03/2023:

  • Videoaula
  • Leitura do material escrito
  • Resolução de questões
  • Acompanhamento de jurisprudência

Este bloco é material da carreira de Defensoria, não da DPE-MG: nenhuma dessas falas cita órgão.

O que esta página não carrega?

Oito coisas esta página não carrega sobre a DPE-MG, e cada uma tem endereço.

Sete não existem nas quatro fontes desta página:

Sete itens
Não existem nas quatro fontes desta página
  • O número de vagas de qualquer edição futura. Está no edital da DPE-MG.
  • A banca do próximo certame. Está no edital da DPE-MG.
  • O subsídio do cargo. Está no edital da DPE-MG.
  • A taxa de inscrição. Está no edital da DPE-MG.
  • A distribuição de questões por matéria em Minas. Está no edital da DPE-MG.
  • Quantos grupos de disciplinas a prova mineira tem e qual a nota mínima em cada um. Está no edital da DPE-MG.
  • O que distingue a carreira de Defensor da de Técnico e Analista na DPE-MG. Está no edital de cada uma das duas seleções.

O oitavo existe numa das fontes, e sai por outro motivo:

O calendário de qualquer etapa. Na live de 22/08/2023 Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, dá a data da objetiva, a data das discursivas e a janela de inscrição do certame de 2023. Data de uma edição não vale para a seguinte, e por isso ela fica de fora. O calendário vigente está no edital da DPE-MG.

Nenhum dos oito entra herdado de página de concorrente. Sobre banca, o que dois dos três concorrentes analisados registram não bate com o que Michelle Tonon afirmou nessa mesma live de 22/08/2023. Sobre cargos vagos, um único deles traz número, e é de um edital anterior.

A gente não publica painel de status. O que dá para estudar sem edital está nas seções acima; o ajuste fino só o edital publicado permite.

O conflito sobre quem organizou o certame de 2023 fica declarado na seção da banca, e não se resolve aqui.

O edital chega depois. A base a gente constrói com você.

O Método CPA monta o caminho de estudo a partir do perfil de cada aluno, a tecnologia Pontes responde dúvida na hora como mentor de IA, e a preparação cobre todas as fases, prova oral inclusive.

Conhecer os cursos da CP Iuris ›

Perguntas frequentes sobre o concurso DPE-MG

Quando a DPE-MG cobra os três anos de atividade jurídica?

Em Minas o prazo precisa estar completo até a inscrição definitiva, etapa que acontece durante o certame e antecede a prova oral.

Quem afirma isso é Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, na live de 22/08/2023, e ela marca na mesma frase que na Defensoria Pública do Espírito Santo, órgão vizinho, a exigência vem depois. Ela lê o edital como coordenadora de curso: não é membro da Defensoria Pública de Minas Gerais.

Em que data a inscrição definitiva cai em cada edição está no edital da DPE-MG.

Que peça a discursiva da DPE-MG já cobrou?

Uma prova anterior da DPE-MG cobrou habeas corpus para trancar o processo diante da negativa de absolvição sumária, que é decisão irrecorrível.

Nestor Távora, professor de Direito Processual Penal da CP Iuris, resolve o caso na aula de 21/06/2023 e faz questão de corrigir a natureza da peça: habeas corpus não é recurso, e sim ação autônoma de impugnação. É essa peça que ele atribui a uma prova dissertativa da Defensoria Pública de Minas Gerais.

De que edição foi essa prova a aula não diz, e a gente não completa. É uma prova anterior deste órgão, e o histórico de provas está com a própria Defensoria Pública de Minas Gerais.

O que conta como atividade jurídica para o concurso de Defensoria?

Colaborar na Defensoria Pública e fazer estágio de pós-graduação no órgão contam como prática jurídica, e a colaboração se comprova por certidão emitida pelo próprio órgão.

Quem dá o caminho é Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, na live de 08/03/2023, e ela não cita órgão nenhum: é orientação da carreira de Defensoria, não da Defensoria Pública de Minas Gerais.

A régua que ela dá em seguida é conferir o edital e o regulamento do concurso para ver o que aquele certame considera atividade jurídica e, na dúvida, escrever para a banca examinadora. O rol que vale em Minas está no edital da DPE-MG.

Quem organiza o concurso da DPE-MG?

As fontes divergem, e a gente publica a divergência em vez de escolher um lado.

Em 22 de agosto de 2023, Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, afirmou que a Defensoria Pública de Minas Gerais era de banca própria. Dois dos três concorrentes analisados nomeiam a FUNDEP para o mesmo período, um deles escrevendo "FUNDEP/banca própria do órgão".

Com o material que a gente tem, o conflito não se resolve. Quem organiza o próximo certame é dado de edição e está no edital da DPE-MG.

Quantas vagas o próximo concurso da DPE-MG vai abrir e quanto paga o cargo?

Essa resposta a gente não carrega, por dois motivos diferentes.

O número de vagas de qualquer edição futura, o subsídio do cargo e a taxa de inscrição não existem nas quatro fontes desta página.

O calendário existe numa delas. Na live de 22/08/2023 Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, dá a data da objetiva, a data das discursivas e a janela de inscrição do certame de 2023. Ele fica de fora por ser calendário de uma edição: data de uma edição não vale para a seguinte.

Os números das páginas que a gente analisou também não entram por herança. Dos três concorrentes analisados, um traz número de cargos vagos, e é de um edital anterior.

O documento que responde é o edital da Defensoria Pública de Minas Gerais, no site do próprio órgão.

Dá para aproveitar o estudo de outra defensoria na DPE-MG?

Dá, mesmo com modelos de banca diferentes.

Michelle Tonon, defensora pública do Distrito Federal e coordenadora dos cursos de Defensoria da CP Iuris, explica na live de 22/08/2023: as bancas vêm buscando refletir nas questões o dia a dia do defensor, tendência que ela percebe e não regra fechada. Em 27/02/2019 ela estende o ponto à segunda fase.

Na mesma live, Samer Agi, advogado, ex-juiz do TJDFT e cofundador da CP Iuris, monta o plano de quem presta Minas Gerais e São Paulo na mesma temporada: estudar desde já o que é comum, que ele estima em pelo menos 80% da prova desse par, e deixar as duas últimas semanas antes de cada prova para as matérias específicas daquele edital.

Essa é orientação da carreira de Defensoria. O que muda de um edital para outro está no edital de cada órgão, a Defensoria Pública de Minas Gerais inclusive.

Quem assina esta página com a gente

Somos a CP Iuris, e quem assina esta página é Samer Agi.

Ele foi delegado de polícia em Goiás e passou em 3º lugar aos 25 anos para juiz substituto do TJDFT. Ficou cerca de oito anos na magistratura, com passagem como juiz instrutor no STJ.

A gente começou em 2015, em Brasília, e o que a gente faz desde então é traduzir edital em plano de estudo.

O conteúdo sobre a carreira de Defensoria que esta página carrega vem de vozes de terceiros, e cada uma delas é citada dentro da seção em que aparece, com nome, papel e data visíveis na própria linha.

Este bloco não repete nenhuma delas: quem assina a página é quem está aqui, e quem é citado fica onde a citação está.

Fontes: as quatro gravações do canal da CP Iuris no YouTube que sustentam este texto, que são a análise do edital da Defensoria Pública do Espírito Santo com Michelle Tonon, de 22/08/2023, a aula 17 do Curso Completo de Direito Processual Penal com Nestor Távora, de 21/06/2023, o Pergunte à coordenadora sobre concursos de Defensorias, de 08/03/2023, e a live sobre a prova da DPE-SP, de 27/02/2019, mais o edital publicado pela Defensoria Pública de Minas Gerais. Confira sempre o edital vigente da edição que você vai prestar antes de tomar decisões sobre a sua inscrição.