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Guia · Magistratura Estadual

Concurso TJRR: como chegar à magistratura estadual

O concurso de juiz do TJRR está em movimento: o Tribunal de Justiça de Roraima constituiu a comissão responsável pelo VI Concurso Público para Provimento de Cargos de Juiz Substituto, e o edital está previsto para sair ainda este ano, em formato digital.

R$ 35,7 mil
subsídio inicial (referência)
3 anos
atividade jurídica exigida
20%
aprovação no 1º ENAM
VI
concurso de juiz do TJRR

Uma coisa a gente resolve logo aqui: a busca por "concurso TJRR" junta três certames. Tem o de servidores. Tem o de cartórios. E tem o de magistratura, o de Juiz de Direito. É esse que esta página cobre por inteiro.

Aqui a gente separa um do outro e mostra, etapa por etapa, o que você já pode fazer para chegar à toga em Roraima: do ENAM às fases, dos requisitos ao plano de estudo com quem já sentou na cadeira de juiz. É conteúdo de quem já corrigiu prova de magistratura, não notícia de edital copiada.

Concurso TJRR: juiz, servidor ou cartório?

São três concursos diferentes, e confundir os três custa tempo de estudo.

O concurso de servidores, de Analista e Técnico Judiciário, foi organizado pela FGV e teve mais de 21 mil inscritos, com salário inicial de Técnico em torno de R$ 5.824,58. O de cartórios ofertou 7 vagas de nível superior pela banca Cebraspe.

O concurso de magistratura é outra história. É o de Juiz de Direito, e exige três coisas que os outros não pedem: bacharel em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM.

Magistratura × servidor × cartório no TJRR
MagistraturaServidorCartório
CargoJuiz de DireitoAnalista/TécnicoServentia extrajudicial
RequisitoBacharel + 3 anos + ENAMNível médio/superiorNível superior
BancaA definirFGVCebraspe
Remuneração inicialSubsídio (edital)Técnico ~R$ 5.824,58Nível superior

Se você procura vaga de servidor ou de cartório, é outro certame. Se você quer a toga, siga com a gente.

Como está o concurso de juiz?

O concurso de magistratura do TJRR deu um passo concreto.

Foi publicada a constituição da comissão responsável pelo VI Concurso Público para Provimento de Cargos de Juiz Substituto, e o edital está em fase de levantamento de custos, previsto para sair ainda este ano em formato digital. O número de vagas e o período ainda não foram definidos.

E Roraima não está sozinho: quando o professor Samer Agi, advogado e ex-juiz do TJDFT, enumera os concursos de magistratura represados que o ENAM destravou, lá está o Tribunal de Justiça de Roraima, doze. Tribunal de Justiça do Sergipe, treze.

Larga na frente: enquanto o edital não sai, quem já está estudando sai na frente. A preparação da magistratura é longa e não começa quando o edital é publicado, começa agora.

Por que o ENAM vem antes?

Sem habilitação no ENAM, você não disputa o concurso de juiz do TJRR. Ele é a porta de entrada obrigatória.

O ENAM não te dá a vaga. Ele te dá a chave da porta: é a fase nacional aplicada pela FGV que habilita o candidato, e só depois cada tribunal aplica as próprias etapas. Para dimensionar o filtro, o professor Samer Agi recorda os números do primeiro exame: se inscreveram 38 mil, 37, passaram 6 mil e pouco, passaram 20%.

A juíza Danielle Rolim, coordenadora de magistratura da CP Iuris, coloca o ENAM no lugar dele: é a primeira das fases da preparação para a magistratura, a que abre o caminho para todo o resto.

ENAM habilita, não aprova: a gente destrincha o edital do ENAM inteiro em outra página do cluster, vale a leitura antes de mirar o TJRR.

Quais são as fases do concurso?

O concurso de juiz do TJRR tem várias frentes, e a segunda fase é onde a maioria trava. Depois do ENAM, o caminho é este:

Prova objetivaLei seca, questões de múltipla escolha.
Prova discursivaQuestões dissertativas.
Sentença cívelPeça prática.
Sentença criminalPeça prática.
Prova oralArguição sobre os pontos sorteados.

A juíza Danielle Rolim é direta sobre a objetiva: a gente tem que focar em lei seca, necessariamente nós não podemos descuidar da lei seca. E sobre a segunda fase ela é específica: você vai ter uma sentença civil e uma sentença criminal na magistratura estadual federal, as duas peças que mais eliminam candidato.

A boa notícia é que a técnica de sentença é praticamente a mesma entre tribunais. O que você treina para o TJRR vale para qualquer TJ.

Quais os requisitos pra ser juiz?

Para disputar o concurso de juiz do TJRR, você precisa de três coisas:

  • Bacharel em Direito, diploma concluído.
  • Três anos de atividade jurídica, comprovados.
  • Habilitação no ENAM, sem ela, nem começa.
Atenção ao triênio: o professor Samer Agi enfrentou isso na própria posse. O Supremo decidiu que os três anos de atividade jurídica precisam estar comprovados na data da inscrição, não na data da posse. Ou seja, os três anos têm que estar completos quando você se inscreve, conferir isso antes de tudo evita a eliminação mais boba do certame.

Quanto ganha um juiz do TJRR?

O subsídio de juiz de direito do TJRR entra em outro patamar em relação à remuneração de servidor do tribunal. Segundo o portal de carreiras jurídicas do Estratégia, o subsídio inicial de magistrado gira em torno de R$ 35,7 mil. Para efeito de contraste, no concurso de servidores da FGV o salário inicial de Técnico Judiciário fica na casa de R$ 5.824,58.

Como remuneração de carreira pública é dado perecível, o valor vigente é o que sair no edital do certame, confira o subsídio no edital oficial quando ele for publicado. No fim, a conta é simples: a carreira de juiz remunera muito acima do concurso de servidor que responde pela mesma busca.

Como começar a estudar pro TJRR?

O primeiro passo não é decorar lei. É reconstruir a base de cada disciplina pelos princípios.

O juiz Ricardo Rocha Leite, coordenador do curso de magistratura da CP Iuris, não deixa dúvida: o primeiro passo para estudar para magistratura é revisitar a análise dos princípios de cada matéria, antes de avançar no conteúdo. Base não é conteúdo simples, é estrutura.

Com a base firme, o volume vira rotina. O professor Samer Agi trabalha com uma conta concreta: ler a coleção inteira em quatro meses dá cerca de 50 páginas por dia.

E o que decide o jogo não é maratona de véspera. Samer Agi é categórico: passa na magistratura quem faz o que tem que ser feito todos os dias, e o que tem que ser feito não é estudar oito, dez horas, é constância. Quem estuda todo dia, no ritmo certo, chega. Quem estuda em surto, trava.

Como começar a estudar para ser juiz: o primeiro passo, com o professor Ricardo Rocha Leite.

Por que estudar com a gente?

A gente prepara para o concurso de juiz com quem já sentou na cadeira de juiz. E com um plano de estudo montado para a sua rotina, não um cronograma igual para todos.

O curso de magistratura estadual, o Magis 8, roda pelo método CPA, com o ENAM incluído, cobertura de todas as fases, objetiva, discursiva e oral, e mentoria pela tecnologia Pontes. Sai por R$ 5.032,00. Quem ainda precisa da habilitação começa pelo Preparatório ENAM + ENAC, por R$ 2.497,00.

O diferencial é a autoridade judicante. Nossos professores são magistrados em atividade, a juíza Danielle Rolim e o juiz Ricardo Rocha Leite. Nenhum portal de notícia de concurso oferece isso.

Quem somos nós?

Somos a CP Iuris, curso preparatório para as carreiras jurídicas. Este guia nasce de quem já passou e exerceu a magistratura.

Nosso porta-voz é Samer Agi: advogado e ex-juiz de direito do TJDFT, aprovado em 3º lugar aos 25 anos, com cerca de oito anos na magistratura e passagem como juiz instrutor no STJ. Antes disso, foi delegado de polícia em Goiás.

A gente ensina a magistratura com professores que são magistrados em atividade, a juíza Danielle Rolim e o juiz Ricardo Rocha Leite. É essa dupla travessia, a banca por fora e a cadeira por dentro, que sustenta o que a gente escreve: quem já corrigiu prova e proferiu sentença sabe o que o examinador procura.

Ler o edital é o começo. Passar é com a gente.

O método CPA monta o seu plano no peso exato de cada fase da magistratura, com professores que já sentaram na cadeira de juiz. Você estuda o que cai, na ordem certa, até a aprovação.

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Perguntas frequentes sobre o concurso TJRR

Quando sai o edital do concurso de juiz do TJRR?

Ainda não há data, mas está perto: o Tribunal de Justiça de Roraima constituiu a comissão do VI Concurso de Juiz Substituto, e o edital está em fase de levantamento de custos, previsto para sair ainda este ano em formato digital. Enquanto o edital não sai, quem já estuda larga na frente.

"Concurso TJRR" é para juiz, servidor ou cartório?

São três certames diferentes. O de servidores (Analista e Técnico Judiciário, banca FGV) e o de cartórios (Cebraspe, 7 vagas) são diferentes do concurso de magistratura, o de Juiz de Direito. Esta página cobre a magistratura; se você procura servidor ou cartório, é outro certame.

Preciso passar no ENAM para prestar o TJRR?

Sim. O ENAM é a porta de entrada obrigatória da magistratura: ele habilita o candidato, e só depois cada tribunal aplica as próprias fases. Sem habilitação no ENAM, você não disputa o concurso de juiz do TJRR.

Quais são as fases do concurso de juiz do TJRR?

Depois do ENAM vêm a prova objetiva (foco em lei seca), a prova discursiva, a sentença cível, a sentença criminal e a prova oral. A segunda fase, discursiva e sentenças, é a que mais elimina. Vale começar cedo, porque a técnica de sentença é praticamente a mesma entre tribunais.

Quais os requisitos para ser juiz no TJRR?

Três: bacharel em Direito, três anos de atividade jurídica e habilitação no ENAM. Atenção ao prazo, os três anos precisam estar completos na data da inscrição, não na posse. É a eliminação mais boba do certame.

Quanto ganha um juiz do TJRR?

Segundo o portal de carreiras jurídicas do Estratégia, o subsídio inicial de magistrado gira em torno de R$ 35,7 mil, bem acima do salário de servidor, que fica na casa de R$ 5.824,58 para Técnico pela FGV. Como é dado perecível, confira o valor vigente no edital oficial quando o certame for publicado.

Conteúdo informativo da CP Iuris sobre o concurso de magistratura do TJRR. O edital de juiz ainda não foi publicado; vagas, remuneração e cronograma valem a última verificação no edital oficial da banca quando o certame for aberto.